31 de dezembro de 2010

Até para o ano!

Falta-me a listinha com tudo o que 2010 me trouxe. Fica para um próximo post. Por hoje, chega dizer que foi o ano que me trouxe o melhor presente de sempre. O ano que me deu a conhecer o amor mais puro que existe. Um ano carregado de emoções, de novidades e novas experiências.

Óptimas entradas em 2011 a todos :)

O Natal...

 
 
 ...a três, pela primeira vez.
Tão, mas tão bom.

De repente, a minha casa deixou de fazer eco. Era um camião. TIR, se faz favor.

29 de dezembro de 2010

Adenda ao post anterior.

Não tenho só esta amiga do coração, não. Somos uma mão-cheia e gostamos umas das outras como se fôssemos do mesmo sangue, ou mais. Assim a modos que para o resto da vidinha. Basta clicar em 'as amigas e os amigos' e surgem um sem número de posts, quase só sobre elas (agora, até eu fiquei surpresa). Mas hoje, esta merecia um miminho extra.

Tenho uma amiga.


Tenho uma amiga que é uma das melhores pessoas que conheço e é, em conjunto com o homem com quem partilho a minha vida, um exemplo para mim. É a pessoa mais humilde, disciplinada, organizada, sincera, correcta, razoável, justa e generosa com quem tenho tido o prazer de conviver ao longo destes últimos anos. Releio o que acabo de escrever e tento retirar alguns adjectivos, mas todos me parecem absolutamente necessários. Acho que é tão boa pessoa que chega a ser um defeito :) Como se ainda não bastasse, esta minha amiga é nutricionista. E sim, também é a melhor nutricionista que eu conheço (e conheço muitas, eu incluída).

Eu sei que começam a duvidar que seja verdade, mas esta amiga existe. Chama-se Helena Santos e é, em conjunto com a colega, a convidada de hoje do programa Prova Oral, às 19h na Antena 3, com o Fernando Alvim e a Rita Moreira.

É ouvi-la.

Cozinhar... ou não.

Há umas semanas que a vontade de cozinhar se desvaneceu, assim sem aviso. Tem sido o Bruno a preparar o almoço antes de ir trabalhar ou o jantar quando chega a casa. Porque, caso contrário, eu faço a sopa da Matilde e vou-me mantendo à base de sopas e sandes, às vezes nem isso. Tenho andado atarefada. Entre o estudo e a preparação das aulas, as aulas propriamente ditas, a (pouca) costura e a arrumação e lida da casa em geral, tem-me sobrado pouco tempo e pouca vontade de me agarrar aos tachos.
Ele, que sempre esteve habituado a chegar a casa e a ter o jantarinho na mesa, bem como a bolos e mimos com alguma frequência (não muita, que no que toca a doces quer-se moderação), e apesar de, há uns meses, estar tão ansioso quanto eu que eu arranjasse trabalho (quanto mais não fosse para poder sair de casa, apanhar ar e conhecer gente nova) tem-se ressentido e há uns dias manifestou-se:

"Poxa... eu gosto que trabalhes, mas não quero que te esqueças de nós!"

E assim, sem querer, percebo que ainda não estou habituada a estas andanças. Aos bocadinhos, tenho que aprender a (continuar a) ser namorada, mãe e dona-de-casa, ao mesmo tempo que trabalho fora. Não está fácil, mas aos bocadinhos apanho-lhe o jeito.

28 de dezembro de 2010

Graxistas (que é para não ser um nome feio).

Depois de dizerem que os tarifários vão ter um aumento de 2,5% e de nos contemplarem com um aumento de 25% na mensalidade do Extravaganza e depois das críticas e protestos dos clientes (que, burros como eu, deviam era mudar de operadora em vez de protestar sequer), os queridos da Vodafone não cobraram as sms, mms e chamadas nos dias 23, 24 e 25 nem vão cobrar nos dias 30, 31 e 1. Grande coisa. Por mim bem podiam cobrar à vontade. É que este dinheiro seria devolvido em Janeiro e os 2,5€ mensais a mais que vou pagar a partir do próximo mês, esses nunca mais os vejo.

27 de dezembro de 2010

Mimos de Natal handmade.


Clicar nas imagens para ampliar.

Este ano iniciei-me nos presentes de Natal feitos por mim. Ainda estou longe de chegar aos pés dela, mas a esperança é a última a morrer :)

Optei por uma coisa com detalhes, para poder fazer vários diferentes, mas relativamente simples, dado o pouco tempo que tenho tido e e minha escassa experiência. Fiz porta-lenços (não estão aqui todos: havia mais, de outras cores que não chegaram a ser fotografados). Todos únicos e todos com um cheirinho bom a mentol dos lenços que continham. Acho que correu bem :) Gostaram e foi curioso ver os ares de espanto ao perceberem quem os tinha feito.

Para o ano, começo com mais antecedência e haverá mais mimos feitos à mão.

Se gostaram e também querem, aceito encomendas. Nestas ou noutras cores, para vocês ou para oferecer. Cada um custa 5€ (com portes incluídos) ou 4€ no caso de encomendarem 2 ou mais.  Encomendas para: estebomfeeling@gmail.com.

Manchinha de Natal.



Antes que fique fora de contexto, mostro o enfeite de Natal que a Matilde colocou na árvore da escolinha. Deram-nos uma manchinha em papel branco, que era suposto as crianças decorarem ao seu gosto e escreverem um valor importante para a sua família. Como os bebés ainda são bebés (como o nome indica), neste caso a tarefa cabia aos pais. A minha ideia inicial era fazer alguma coisa com feltro, mas depois de ver a manchinha do filhote de uma das educadoras (linda de morrer, em feltro, toda xpto e com um anjinho maravilhoso pendurado), reduzi-me à minha insignificância nesta área e, com a ajuda dos botões, fiz esta bem mais singela. Acho que ficou bonita à mesma.

Sonhos ou anedotas?

A noite passada sonhei que estávamos todas (éramos quase só raparigas) na faculdade, no barracão (para quem não sabe, a minha faculdade, até eu acabar o curso, consistia em dois pré-fabricados, provisórios há 30 anos, mais conhecidos por "barracões"), a ter uma aula de Segurança Alimentar. Para ajudar, estávamos todas com os seus filhos, aí umas cinco, eu incluída (embora do meu ano, até à data, que eu tenha conhecimento, eu seja a única que já é mãe). O sonho termina com a nossa professora de Segurança, com os nossos filhos todos à volta dela a cantar (com aquela voz cantada das missas católicas): "Que o Senhor nosso Deus esteja convooooooossscooooo".

Pronto, foi um sonho tão caricato que achei que devia partilhar. O facto de se tratar de uma aula de Segurança Alimentar não deve ter mesmo nada a ver com o facto de eu estar a leccionar precisamente esta matéria, apesar de quase não ter posto os pés nas aulas durante todo o ano... (parece que voltei aos tempos de faculdade, de tanto estudar!)
Só mesmo a minha cabeça para ter estes sonhos tão alucinados!

Shame on me.

Lembrei-me agora, aqui, que os dias já começaram a aumentar. Dia 21 bem me lembrei que chegava o Inverno, e que esse era o dia mais pequeno do ano... mas no meio da casmurrice não me lembrei que a partir daí os dias estariam sempre a crescer, até Junho! Ver sempre o lado positivo, bom feeling e coiso-e-tal, certo? Pois bem, tenho a comunicar que esta é a última estação antes da minha doce e bela Primavera. Yey!

26 de dezembro de 2010

Tradições


Na véspera de Natal, quem me tira o meu bacalhauzinho cozido com batatas, couve e ovo, regadinho com azeite e vinagre, tira-me tudo. E no dia de Natal, até pode haver outros pratos como perú ou carne assada, mas não pode faltar o farrapo velho. É que não pode mesmo. Quando vi que a minha sogra se preparava para deitar as sobras da noite para o lixo, ia-me dando uma coisinha má.

Estas novas tendências não me convencem. Devo ser muito antiquada, é isso.

25 de dezembro de 2010

Ainda sobre a chuva, convém recordar:


Por cá, a véspera e o dia de Natal amanheceram cheios de Sol.

23 de dezembro de 2010

Ver sempre o lado positivo.

Depois de toda esta chuva, tão cedo não tenho que lavar o carro. Ou tomar banho.

22 de dezembro de 2010

Crescer

Lembro-me de ver os meus primos, em pequenos (agora estão uns matulões, giros que eu sei lá), a abrir os presentes de Natal. A alegria de receber um presente era rapidamente substituída pela ansiedade de abrir o próximo. Um e outro e mais outro, todos seguidos, sem respirar. Quando os embrulhos continham roupa, eram olhados com desdém e literalmente atirados para tras das costas ou para o colo dos pais seguido de um "oh, é roupa" com desprezo, como quem diz "eia, que nojo". Lembro-me desse Natal como se fosse hoje, de ficar assustada com o número de presentes que eles já tinham aberto e que ainda iam abrir e, sobretudo, das suas caras de desprezo para com alguns deles.
E esta conversa dava pano para mangas mas vem a propósito de um presente que eu e o Bruno recebemos ontem de uma tia. Um capaz de Natal. Cheio de coisas boas e de coisas que são essenciais. É quando crescemos que entramos no mundo das pessoas que não se importam e até gostam de receber um capaz de Natal. Já não ligamos a brinquedos e quem nos dera 1000 embrulhos cheios de roupa mas abdicamos daquele casaco fashion ou daquele vestido lindo e aquelas botas fantásticas, para comprar outras coisas que são mais importantes ou, sei lá, talvez acabar de pagar uma cozinha. Acontece mais ou menos pela mesma altura em que quando pensamos em ir ao cinema somamos o gasóleo, os bilhetes e as pipocas e, contas feitas, decidimos que preferimos comprar umas mesinhas de cabeceira. Quando nos tornamos pessoas que têm contas e mais contas para pagar. Quando nos tornamos pessoas aborrecidas que gastam mais de uma centena de euros de cada vez que vão ao supermercado (e somos só três!!)... começamos a gostar de receber cabazes de Natal :)

E não, não estamos a passar fome! Graças a Deus não nos falta nada. Esta casa até pode fazer eco pelas divisões que ainda estão vazias, mas não há nem um cm2 que não esteja cheiinho de amor. Simplesmente, gostámos mesmo! Ainda por cima vinha numa cesta tão bonita :)

20 de dezembro de 2010

Postais de Natal

Este ano, decidimos recuperar uma tradição em vias de extinção. Por isso, recolhemos moradas e enviámos postais de Boas Festas aos que nos são queridos. Soube mesmo bem escrever cada um deles e a Matilde até assinou, com o dedinho dela. O melhor de tudo, foram as mensagens, e-mails e telefonemas carinhosos de quase todos os que os receberam. Perceber como um pequeno gesto alegrou o seu dia ao chegar a casa e aqueceu o seu coração :) Com muita pena minha, não fotografei o conjunto de envelopes antes de partirem para os destinatários... Para o ano, há mais.

É tão bom, o Natal.

Coisas boas.

Acordar de manhã e preparar, só para mim ou para ambos, pão torrado com manteiga e leite quentinho com café de máquina. Coisas simples que aquecem o estômago e o coração. O cheirinho a torradas e o aroma a café espalhados pela casa. Todos os dias.

Agora, vou ali sentar-me a trabalhar. Boa semana!

19 de dezembro de 2010

Blá, blá, blá.




É linda e é minha (nossa, vá), o resto é conversa.
Há 9 meses, os três perdidamente apaixonados.

Meet Tobias.


É o nosso animal de estimação e gosta de estar sempre em cima do acontecimento.

Eu sei... ninguém no seu estado normal publica fotografias da sua sanita. Foi para variar um bocadinho :)

17 de dezembro de 2010

Surpresas.

Hoje, ao contrário do que é habitual, fui eu que saí bem cedo de casa e deixei a Matilde na escolinha, tendo o Bruno ficado em casa durante a manhã. Quando cheguei, ao fim do dia, vi que ele tinha posto a louça a lavar e estendido a roupa. Indrédula, corri imediatamente para o quarto a pensar "não me digas que também fez a cama, vou ter que ir com ele ao médico!". Mas não, foi falso alarme. A cama parece acabada de sair de um tornado, por isso está tudo dentro da normalidade. Deve ter acordado bem-disposto, só isso... lol.

Odeio

que me tratem por tu, sem me conhecerem de lado nenhum. Sou assim, uma pessoa cheia de não-me-toques.

Não falo em situações de trabalho que têm acontecido nos últimos dias, em que me confundem com aluna, tratam-me tu-cá-tu-lá e perguntam-me várias vezes se sou mesmo a formadora - isso é o menos e começa a não me afectar assim tanto. Falo mesmo de situações como aconteceu ainda há bocado, numa loja em nem sequer sou cliente habitual, e a dona da loja se dirigiu a mim por uma mão-cheia de vezes (ou duas) com tiradas como "tens de esperar um bocado", "já tinhas cá vindo hoje?" "estás de carro, não estás?", "levas na mão, ou queres um saco?" entre outras. E a cada uma delas, um grunhido meu.

15 de dezembro de 2010

Vizinhança.

Moramos no 3º de um prédio com 12 andares. Vivem cá portugueses, na sua maioria, e há 3 ou 4 apartamentos que estão alugados. Acontece que a nossa varanda da sala dá para o terraço das traseiras do vizinho do 2º andar, que por sua vez da para o terraço (ainda maior) do vizinho do 1º. Como o vizinho do 2º cobriu o terraço dele, logo abaixo da nossa varanda temos um telhado de chapa. Eu, que toda a vida vivi em apartamentos, tenho um enorme respeito pelos vizinhos, sobretudo no que toca a mandar coisas lá para os pisos de baixo, seja sacudir toalhas ou tapetes, seja beatas dos cigarros, por exemplo. Os nossos amigos que fumam sabem que o fazem na varanda mas que as beatas são para pôr no caixote do lixo. Mas há pessoas que não têm noção!!!! Acho que, não sei, só sabem viver na badalhoquice... Desde que começamos as obras cá em casa, que eu tinha reparado que o telhado estava cheio de cotonetes usadas. Tudo mais ou menos bem, até entrar na varanda para ir estender roupa e dar com uma cotonete no chão, toda nojenta. Ai. Fiquei logo possuída, com vontade de ir tocar às campaínhas todas, a perguntar pelo/a porcalhão/ona que não tinha caixote do lixo em casa. Aguentei e escrevi um recado que coloquei no placar da entrada do prédio a pedir cordialmente que colocassem as cotonetes usadas no lixo e não as mandassem pela janela fora (bom, na verdade primeiro escrevi um menos cordial, assim mais pró insultuoso, mas depois reformulei). Passou.


Há dias fui à varanda e agora o telhado está cheio de... adivinhem... lenços de papel sujos!!! Fiquei super-irritada, mas aguentei, até ontem. Não é que agora há lenços dentro da minha varanda?? Não sei o que fazer, só me apetece apanhá-los todos e ir pô-los à porta do vizinho que suponho que seja. Alguma sugestão? Como lidavam vocês com uma situação destas? Outro recado no placar? Para fazerem ainda pior? Reunião do condomínio? Se é quem eu penso que seja, a casa é alugada e o dono nem cá põe os pés...

Enfim.

1ª fotografia da escolinha


Eu até acho que ela ficou com uma carantonha de todo o tamanho (cheira-me que a sessão deve ter sido depois da sesta) mas só por ser a primeira fotografia da escolinha, é um rio de baba, por mim abaixo. Tão crescida, a minha menina.

(paguei 11,5€ pelas fotografias que inicialmente foram um bocado chorados, tendo ela um pai fotógrafo, mas depois de as receber até nem achei caro: as fotos não estão más de todo e o pack traz uma fotografia 20x25, duas 15x20, 3 postais, 8 fotografias tipo passe e um porta-chaves)

14 de dezembro de 2010

Hoje é um dia histórico.


Foi publicada a lei que cria a Ordem dos Nutricionistas :')

...e ainda...


...ganhámos vergonha na cara e finalmente colocámos fotografias nestas molduras! Uau! (ao fim de um ano, quaaaase que é um acontecimento tão importante como o primeiro) Não é photoshop, as fotografias estão mesmo lá, juro! É inacreditável, eu sei... ainda agora entro na sala e quase não acredito, lol.

12 de dezembro de 2010

A nossa árvore de Natal...


...é pequenina, fofinha e cheia de cor. Gosto tanto dela!
Este Natal vai ser especial, pela primeira vez, a três :)
A vocês, que por aqui param, desejo-vos um Natal cheio de mimos!

11 de dezembro de 2010

Sequência

Gosta muito deste brinquedo, que tem muitas luzes e sons diferentes. Tantos, que ao fim de um dia tenho que lhe tirar as pilhas, que já não o aguento! Hoje, quando caiu ao chão, primeiro ficou a olhar para ele muito espantada e depois olhava para mim a reclamar. Achei-lhe piada :)
LOL

Nem só de botões se encheu a minha mala.


Também trouxe uma caixa cheia de carrinhos de linhas. Se pensar que tinha que ir à loja de cada vez que pensava em fazer qualquer coisa e que dava 1,30€ por cada um, também aqui trouxe uma fortunazinha. E o melhor de tudo... ficou lá um gavetão cheio de cones (que são muito grandes para a minha máquina) com centenas de metros para eu voltar a encher estes, as vezes que quiser. Qualquer coisa como isto, mas com muitos, muitos mais.

10 de dezembro de 2010

Botões e outros tesouros.




No fim de semana passado fomos ao Porto e eu vim carregada de preciosidades. Na arrecadação a minha mãe tinha guardado um grande saco, cheiinho de botões. Era ver-me a organizá-los em caixinhas por cores, feliz como uma criancinha.

Trouxe também um saco cheio de fitas, fechos, cordões e outras coisas que nem sei o nome :) Entretanto, tenho comprado umas coisinhas aqui, outras acolá... e estou a criar um mini-armazém, lol. Tanta coisa linda que ainda só me dá para ficar a olhar (como quando chegou a minha máquina de costura) a pensar que se calhar é melhor não mexer, para não estragar! E vou tentando manter-me longe do CC Vasco da Gama e daquela retrosaria irritante que tem em frente ao Continente. É que uma pessoa não pode entrar lá sem querer tudo o que tem lá dentro.

Entretanto, já "apareceu" trabalho, a minha mãe está óptima e está tudo a ficar mais compostinho. Tenho um namorado e uma filha lindos e o Natal está aí à porta, que posso pedir mais? Estou feliz, mesmo feliz!

9 de dezembro de 2010

Cadeira da papa restaurada + Almofadado novo!

Poucas foram as coisas que tivémos que comprar para a Matilde. Família, amigos e colegas de trabalho encarregaram-se, sem dar conta, do assunto. Sempre que dizíamos para nós mesmos "falta-nos isto" aparecia alguém que curiosamente estava a pensar em oferecer ou alguém que tinha e estava a deixar de usar. Aconteceu com a espreguiçadeira, com a cadeira do carro, parque, com a cadeira da papa, berço e outras coisas.

A cadeira da papa que um colega do Bruno ofereceu era absolutamente linda! Era (e é) o modelo Arianna da Zara Home, mas em azul. Se tivesse sido eu a escolher, não teria escolhido melhor. Estava em óptimo estado, tinha apenas alguns locais onde a tinta estava a sair. Pensámos logo em pintá-la de branco, mas não sabíamos bem como, com medo de estragar ou que a tinta depois começasse a descolar. Ainda comecei a lixar a tinta original, mas desisti ao fim de um par de horas, seria impossível! Depois lembrámo-nos no spray e o resultado não podia ter sido melhor!


Depois de pintadinha, era hora de fazer o almofadado, tarefa da qual me encarreguei com muito gosto, claro :) Guiei-me pelo que a cadeira trazia, que era roxo liso mas estava já muito coçado do uso. Et voilá! Não foi muito simples, mas também não foi difícil e deu gosto fazer :)







A Matilde gosta!

6 de dezembro de 2010

Agora percebo.

Quando eu amanhã disser "foi há pouquíssimo tempo" aos meus formandos de meados da década de 90, referindo-me aos anos de 1997 ou 2000, eles vão olhar para mim de lado e sentir exactamente o que eu sentia quando ouvia os professores dizer que uma determinada descoberta científica de há 10 ou 15 anos "foi há pouquíssimo tempo". É no que dá, querer acreditar que o tempo não passa. Não foi há pouquíssimo tempo, eu é que estou a ficar velha.

2 de dezembro de 2010

Serviço público:

Sabem quando vamos descascar batatas e reparamos que elas apresentam uma cor esverdeada? Para quem não sabe, essas partes verdes podem ser extremamente tóxicas. Acontece quando as batatas estão muito tempo expostas à luz: elas "percebem" que estão fora da terra e produzem clorofila, que tem cor verde, como forma de captar a energia do Sol. Da mesma forma, ocorre um aumento dos níveis de alcalóides como a solanina (compostos naturalmente presentes, em quantidades pequenas), cujo sabor é amargo, para desencorajar  os animais a comerem-nas. Estes compostos não são destruídos pela cozedura e podem ser venenosos ou, em casos raros, letais! O problema não é a ingestão da clorofila, mas se a batata apresentar esta coloração indica que provavelmente os níveis destes compostos estão muito aumentados. Assim, convém retirar as manchas verdes da batata ou mesmo rejeita-la, caso as manchas sejam muito extensas. Fica o aviso ;)


1 de dezembro de 2010

Novas experiências!

Na semana passada comprei uns bocadinhos de feltro e decidi experimentar. Ando numa roda-viva, tenho uma lista infindável de coisas que quero fazer e uma vez que nunca fiz nada do género (nunca tive jeito para trabalhos manuais e sempre fugi da costura a sete pés) tudo é uma novidade. Tem sido um prazer que eu sei lá... sempre gostei de apreciar este tipo de trabalhos, nunca pensei ser capaz de os executar.

Anyway... Estão prontas as letrinhas para o quarto da Matilde! Na verdade, o quarto dela só tem mesmo o mudador, uma vez que ainda não comprámos o resto da mobília e ela ainda dorme no nosso quarto. Tenho 1001 coisinhas giras para pendurar, mas só o posso fazer quando souber onde ficam os móveis... até lá, ficam estas letrinhas a dar um bocadinho mais de vida à divisão!

(as fotos são ranhosinhas, mas com a minha máquina e pouca luz é o que se arranja!)

29 de novembro de 2010

Querido Pai Natal...


...este ano fico-te bem mais baratinha. Quero só esta iogurteira, para poder fazer iogurtinhos deliciosos para nós e para a minorcazinha, pode ser? Agradecida.

(mas se estiveres um mãos-largas e quiseres trazer também uma máquina de fazer pão, prometo que não fico chateada!)

27 de novembro de 2010

Estou TÃO in love por este vestido!


É urgente que a minha mãe venha morar para perto de mim (quem me dera!), para me ensinar a fazer estas coisas, a tempo do próximo Verão. É urgente!!
(ou então podem só oferecer-me o livro, sim? ai...)

26 de novembro de 2010

Os ciganos vão ao hospital.

A noite passada fomos outra vez com a Matilde para o hospital. Já desde a semana passada que andava a fazer febres, embora sem outros sintomas, tirando uma tossita aqui e ali.
Que nós somos ciganos, toda a gente já sabe, basta olhar para nós à ida ou à vinda do Porto de comboio, ou ter tido o prazer de ver os carros na altura das mudanças (mais parecia que vínhamos da feira, o carro cheio cheio e o ovo da Matilde ali encaixadinho num canto). Mas nunca tínhamos tido uma demonstração destas, em público.
Estávamos no hospital muito bem, quando chega a minha sogra e o marido. Até aqui tudo normal, ele tinha vindo ajudar o Bruno, que tinha ficado apeado por causa da bateria do carro e ela vinha-me fazer companhia. Qual não é o meu espanto quando, passado um bocado, olho pela janela e vejo uma carrinha a chegar, com a madrinha do Bruno e o marido, mais a avó. Só visto. 7 adultos e uma bebé, em plena urgência do Hospital de Vila Franca que estava completamente caótica. Uns de pé, outros sentados, a olhar uns para os outros. Como se não bastasse, a mãe do Bruno não tem mais nada, toca de ir à máquina buscar umas sandochas, uma para mim outra para ele, que eram 11 da noite e ainda não tínhamos comido nada. Eu, caladinha, comecei logo a comer a minha, mas o Bruno disse que não tinha muita fome e foi o cabo dos trabalhos:

- Mas não queres??
- Põe aí, já como...
- Mas tens que comer!!
- Está bem, já como.
- Mas porquê, tens vergonha?
- Ó mãe... olha aí...
- Come filho! Se estás com vergonha, vai lá para fora!

No meu canto, eu só tinha vontade de rir. Quanto mais o Bruno tentava ser discreto, mais alto a minha sogra falava, tornando impossível alguém não olhar para nós (no caso de ainda existir alguém que não estivesse já a olhar).
Quando finalmente a coisa acalmou, e alguns deles já tinham ido embora, o bêbado que estava sentado mesmo em frente a nós rematou assim:

- Olha viste! Um bebé ciganito!  (lol)

Com este texto, não quero de maneira alguma ofender a etnia cigana. Se há coisa que eu acho bem, é a união que demonstram nos momentos de maior dificuldade, como quando há problemas ou vai alguém para o hospital. Excepto, claro, quando é para fazer estragos.

Dos casamentos.

No fim de semana que passou ele foi fotografar mais um casamento e chegou a casa numa de me provocar:

- Sabes, acho que ias adorar o vestido da noiva.
- Ai sim?
- Hum, hum... tinha um bordado dos lenços dos namorados na parte da frente.
- Oh...
- E sabes que mais tinham em casa? (enquanto abre o armário onde guardo o precioso conjunto de chá)
- Nãaaaaooo...
- Siiiimmm, o serviço completo.

(e depois, nas fotografias, vi peças que eu nem sabia que existiam...)

Humpf.

25 de novembro de 2010

Brigada do Reumático


Está cada uma pior que a outra, coitadas. Mas não têm culpa, eu é que não tenho muito jeito para a coisa e elas, infelizmente, não sabem falar. Se calhar ponho água a mais, ou a menos, ora têm muita luz, ora estão às escuras... Bem ou mal, são as sobreviventes cá do sítio. Lembrei-me entretanto que ainda tenho mais uma no corredor, tipo palmeira, que é uma santa (há umas semanas que não lhe tiro folhas mortas, o que só pode ser bom sinal). Estas ponho-as aqui ao pé da porta da varanda da sala e de dia abro os cortinados, diz que as plantas gostam de luz.

1- Alive desde a Páscoa, esteve quase quase a falecer durante as mudanças, mas agora está assim a modos que a ressuscitar, tem umas lindas folhinhas verdes novinhas em cima. Nas outras (as poucas que não secaram e não cortei) podem ver-se pintas brancas de tinta da cozinha (somos muito jeitosos nas pinturas).

2 - É nada mais nada menos que esta estrelícia-to-be. Agora que reli o post que escrevi em Abril até me deu vontade de rir. Um ano até nascer a dita?! Ahahahah... Deve ser mais uma década, ao ritmo que a coisa vai.

3 - A outrora linda plantinha que recebemos no casamento da Selma. Raquítica que só ela, não sei mais que lhe faça. Eu bem lhe tiro as folhinhas mortas e ponho água, mas ela em vez de crescer, diminui.

4 - O manjericão! Dos três vasinhos que comprei, só o manjericão sobreviveu e está cada vez maior. A salsa e os coentros quinaram logo após 2 dias.

5 - Esta só cá está há uma semana, ainda não sabe muito bem o prazer que é viver nesta casa e ser cuidada por mim :) Vamos ver quanto tempo aguenta.

Percebemos que a coisa é séria quando damos por nós a escrever um post sobre as plantas. Por isso, se não ouvirem de mim nos próximos dias, já sabem: fui internada.

Alvine


Ainda sobre as capas de edredon do Ikea, é preciso dizer que me perco com a colecção Alvine. Uma das secções que mais me faz sonhar é a secção das camas. Dá vontade de me deitar em todas, no meio daqueles edredons fofinhos e ficar a dormir a tarde toda. Se calhar sou tolinha, mas é a vontade que dá :) Esta colecção é tão romântica que é difícil escolher qual gosto mais. O primeiro que comprei foi este:

Alvine Ljuv
Ando de olho na capa Alvine Vacker, que vai ficar deliciosa ao pé das paredes e cortinados cinzento-claro do nosso quarto.

Esta manta, que usei na sessão com a Selma, quando ainda estava grávida, foi "herdada" da minha sogra e veio da Bélgica há muitos anos, ainda ninguém em Portugal sabia o que era o Ikea. Descobri, surpresa, quando a lavei pela primeira vez, que era do Ikea (só podia) e há dias encontrei-a na net. É a Alvine Bloom e já não há à venda, claro.


A Alvine Antik também já não está à venda (eu bem procurei) e é esta manta linda linda, que encontrei por acaso.


24 de novembro de 2010

Factos sobre o corte (que hoje ainda não cheguei à parte da costura).

Facto nº1
Eu e os alfinetes não nos damos nada bem. Tivesse eu um problema de coagulação e já estava no hospital, que nem um coador.

Facto nº 2
Ainda tenho que comer muita sopa, até conseguir cortar os tecidos a direito (ou às curvas) com precisão, como cresci a ver a minha mãe fazer.
(da última vez que fui ao Porto bem que trouxe uma tesoura das dela, mais profissional... mas temos pena: o problema sou mesmo eu)

Quero que você me aqueça nesse Invernooooooo...


 Capa de Edredon Alvine Vacker
do IKEA, claro.

23 de novembro de 2010

Sobre o ser do sexo oposto que vive cá em casa.

Há uns tempos comprei umas pastilhas para a máquina da loiça diferentes das habituais. Ambas são marca branca, mas as antigas tinham um invólucro solúvel e estas não. O invólucro é nitidamente diferente, quer ao toque, quer no aspecto: um é esponjoso e liso, o outro é de um plástico que faz barulho e tem letras. Ou seja, obviamente que se tem que cumprir o elaborado procedimento na íntegra que consiste em (muita atenção) desembrulhar a pastilha!!
Escusado será dizer que encontrei pastilhas dentro do pacotinho, no fundo da máquina, umas poucas de vezes até perceber que não tinham caído ali sem querer...

21 de novembro de 2010

Muito à frente.

Que ela bebe o leite sozinha, já eu sei há muito tempo. Basta dar-lhe o biberão, ela agarra com as duas mãozinhas, mete à boca e quando está satisfeita larga-o, vira-se para o lado e continua a dormir. Mas a noite passada,  já ela tinha mamado e adormecido outra vez, andava eu às apalpadelas na cama à procura da chucha quando finalmente a encontro, já na boca dela. Mas que independente! Agora larga o biberão, mete a chucha e continua a dormir. Ainda estou para saber como é que o fez, às escuras. Não tarda está a dizer-me para ir sair com o pai, que fica bem sozinha :)

20 de novembro de 2010

E limpar o pó aqui?

 
Deve ter empregada, só pode.

Porque hoje estou constipada e mal-humorada.

Sou daquelas pessoas irritantes que não conseguem ver um erro ortográfico/gramatical ou ouvir uma palavra mal dita sem falar. Epá, não dá. Revolve-se cá dentro uma coisa e eu não consigo estar calada, que é o que devia fazer na maior parte das situações. Não quero com isto dizer que sou perfeita e nunca dou erros, porque isso não existe. Mas agradeço com sinceridade que me apontem o dedo quando acontece, ao contrário de algumas pessoas, para evitar fazer figuras tristes como se lê e ouve por aí.

Abomino confusões entre "comeste" e "comes-te", "arranjamos" e "arranja-mos"... o clássico "hás-de" pelo "hádes", o "há um ano" pelo "à um ano" ou, pior ainda, "á um ano". Acentos em advérbios de modo (rápidamente, psicológicamente...) são um fartote e frases de 3876290 palavras sem uma única vírgula ou ponto final (ou vírgulas entre o sujeito e o predicado) também. Quem diz estes, diz 1001 outros exemplos que me dão uma comichão que só acaba quando falo.

MAS até consigo tolerar (pronto, não é bem tolerar... é mais... deixa para lá) este tipo de erros. Nem toda a gente é observadora ao ponto de reparar como se escrevem e dizem certas coisas, nem toda a gente  gosta  de ler, nem toda a gente teve a oportunidade de estudar... Agora, erros como "inrrequieto", "sinseramente" e "biberãos" todos juntinhos, uns atrás dos outros, na mesma página... PLEEEEAAASE! Ó pessoas, para o caso de o vosso browser não fazer isso automaticamente (porque se faz, então só pode ser falta de óculos) existe um botaozinho milagroso no blogger que se chama... verificar ortografia!! Não é fantástico? Tipo... vocês clicam aí e... tchanan!... os erros aparecem vindos do nada (sacanas!) e depois é só clicar nas palavrinhas assinaladas e corrigir! Não sou amiga, não?

Pronto, já tive o meu momento deves-ter-a-mania de hoje, já posso dormir descansada.

19 de novembro de 2010

Espalhadas e acesas pela casa...


...sou fã de velas. Se forem aromáticas então, uma delícia. Estas foram um presente de uma amiga há dois anos e são um mimo, as minhas preferidas cá em casa. Neste momento têm menos de metade da cera que tinham... é sempre o mesmo dilema: adoro vê-las acesas, mas tenho tanta pena de as gastar!

18 de novembro de 2010

♥ especiarias

Uma mulher é sempre mais feliz à saída do Ikea, não é? A não ser que saia de mãos vazias. Nesse caso, é bem provável que se sinta a pessoa mais infeliz à face da terra.... é uma teoria a desenvolver :)
Desta vez, entre outras coisas, trouxemos o suporte para colocar as especiarias, que andava a namorar há uns tempos. Em Samora tinha tudo num armariozinho ao pé do fogão, com o sal, o azeite e outras coisas (apesar de também termos a calha na parede), mas aqui não dá jeito. Não estão aqui todas, quando lá voltar tenho que trazer mais frasquinhos.


Entretanto, o meu maior desgosto na nossa visita ao Ikea foi a minha sogra (desta vez foi connosco), ao passar por uma cama de dossel (já eu estava a olhar para ela com um brilhozinho nos olhos e uma pinguinha de baba), ter exclamado: "Ai, olha-me estas camas, que feias!". Quase me dava uma coisinha má. Ela não diz, mas eu bem sei que ela considera os meus gostos bastante esquisitos. Não é a única, não. Já tive comentários do género com algumas amigas e também com o pedreiro que fez algumas obras cá em casa (ele ficava com uma pinga de vez em quando, como quando lhe disse que queria manter o chão azul  e alguns azulejos da cozinha, apesar de velhinhos). Mas enfim, gostos não se discutem, certo?

E então, alguém sabe dizer que especiaria é qual? Algumas são bem fáceis :)

15 de novembro de 2010

Agora não, que é hora do almoço...

Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar.
Deolinda

É fantástico como somos todos praticamente iguais. Todos farinha do mesmo saco, como se costuma dizer. Há sé-cu-los que digo que gostava de aprender uns truques de maquilhagem. Pois bem, tenho isto desde Fevereiro (veio com o telemóvel e custa quase 40€) e ainda não me dignei a escolher o local e a marcar. Além disto, há mais (muito mais) de um ano que tenho um vale para uma massagem que o Bruno recebeu num trabalho e... ainda não usufrui dela, tenho sempre uma desculpa qualquer.  Nunca recebi uma massagem (oficial :P) na vida mas... enfim.

Ideias

Ando a arrumar as centenas de sites que tenho nos meus favoritos. Sempre que encontro algo interessante vou guardando para mais tarde usar, mostrar a alguém ou até publicar aqui no blog... e quando dou conta está tudo desorganizado e num caos. Tenho encontrado muitas coisas giras das quais já nem me lembrava... esta é uma delas, não é uma ideia fantástica?


Já tenho o que fazer com alguns dos muitos boiões de fruta da Matilde que tenho guardado :)

10 de novembro de 2010

Quem não chora não mama.


E eu chorei... :) Já não falta tudo!