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6 de dezembro de 2011

Um dia...



...podia ser assim.
De preferência, saído das mãos talentosas da minha mãe.

8 de janeiro de 2009

Dois, no mínimo.

Três era o ideal.
Quatro também não era má ideia... um para cada estação do ano.
Mas pensando bem, ficamo-nos só pelos meses da Primavera.
Abril, Maio e Junho é que era.


Ele vai-me ouvindo e diz-me que sim, com um sorriso de quem quer dizer "quando chegares lá mudas de ideias".

Enquanto isso, eu vou sonhando (literalmente) e desejando que a hora chegue rápido. Porque sonhar não paga imposto. Ainda.

21 de novembro de 2008

Quando me casar...

...vou querer uma sessão Trash the Dress como esta! No bosque, na praia... em todo o lado! E até pode ser com umas all star iguais!! Lindo, lindo, lindo... :)

15 de julho de 2008

Dulce

Tem origem no latim, através da palavra Dulcis e significa "doce". É o nome da minha avó e há-de ser o nome da minha primeira filha.

Desafios

Como é sabido, a alimentação tem um papel fundamental no tratamento de muitas doenças. Hoje fiz exame de uma disciplina cujo objectivo é, precisamente, ensinar-nos como é que, na prática, isso se faz.

Entre obesos, diabéticos e muitos, muitos outros, aprendemos a tratar doentes insuficientes renais e insuficientes renais em hemodiálise. De facto, como a minha professora diz “o rim é uma coisa fantástica” e fazer planos alimentares para doentes deste tipo é um desafio para qualquer nutricionista. Um plano alimentar desadequado (ou que não é cumprido) pode comprometer a saúde destes doentes ou até mesmo levar à morte. Conseguir satisfazer as necessidades nutricionais, tendo em conta tudo aquilo que estes doentes não podem comer (ou beber, já que no caso da hemodiálise apenas são permitidos alguns goles de água…) e ao mesmo tempo que conseguimos que o doente cumpra o plano, nem sempre é tarefa fácil. E quando existem outras patologias associadas, a coisa ainda complica mais. Um desafio.

Eu, por enquanto, ainda estou do lado de cá. Mas enquanto estudava, ao mesmo tempo que conseguia ver esse desafio, o coração ficava apertadinho. E tentava abstrair-me, mas sem sucesso. Sei que mais tarde ou mais cedo, o desafio vai continuar, e ainda maior, do lado de lá. Vou ser eu a ter que cumprir um plano semelhante. Vou ser eu a ter que enfrentar a hemodiálise e a passar pelo que a minha avó e a minha tia passaram e, infelizmente, a minha mãe também passará. E isso… também não vai ser tarefa fácil.

11 de julho de 2008

Se assim é...

...eu também devo ser nascida fora de tempo.

29 de maio de 2008

Ultimamente...

...ando assim, sem saber bem como. Não sei se estou feliz, se estou triste, ou se estou só com medo. Ser crescida não tem piada nenhuma. E esta coisa de ter que tomar decisões importantes, daquelas que podem definir o meu futuro... tem muito que se lhe diga. Num dia sinto-me capaz de fazer mil e uma coisas e no dia seguinte sinto que nada vai dar certo. Num dia quero é desafios e no outro convenço-me que só vou ser uma desilusão, para mim e para os outros. Sinto-me pequenina e que não quero mais aventuras. Não sei o que me espera daqui a alguns meses. Ao mesmo tempo que o meu coração anseia que chegue a hora... dou por mim a chorar apavorada. Quero muito... e muito pouco.

Ultimamente ando assim. Indefinida.

5 de abril de 2008

Sunscreen



Ver, ler e ouvir até ao fim. :)


Uma vez um professor disse-nos:
"Ao longo da vossa vida, vocês vão perceber que é sempre assim. É só na véspera do exame que achamos que devíamos ter de novo todas as aulas. É só quando começamos a trabalhar que descobrimos tudo o que deveríamos ter feito e aproveitado durante o curso. É só quando nos tornamos pais, que sabemos como deveríamos ter sido enquanto filhos. É só quando os nossos filhos saem de casa que nos sentimos preparados para ser pais."

Marcou-me, de tão verdade que é. Só nos sentimos preparados para as coisas... quando já passamos por elas. E não sabemos o que vai ser o dia de amanhã, nem o que vamos desejar ter feito hoje. Tenho medo disso. Tenho medo de um dia olhar para trás e achar que devia ter feito mais. Muito mais. Quero viver e aproveitar. Fazer algo de assustador todos os dias. Ser eu e mais ninguém. Fazer o que achar que devo fazer e deixar de adiar isto e aquilo. Dar valor ao que interessa e a quem interessa e deixar de me preocupar com coisas e pessoas pequeninas.

Hoje este filme deixou-me a pensar. Provavelmente até nem diz nada de novo, mas há dias em que tudo faz muito sentido... e percebemos que ainda há muito para fazer e muitas arestas a limar na nossa personalidade e no nosso dia-a-dia.

Amanhã vou comprar protector solar!

15 de março de 2008

"Obrigada, mas dispenso..."

Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez. Jean Cocteau

Li esta frase num blogue por aí, já não me lembro de quem. O certo é que ficou na memória. E neste momento, faz todo o sentido.

Será que as pessoas têm prazer em dizer aos outros que não vão conseguir fazer isto ou aquilo? Será que por não terem conseguido realizar os seus planos e terem posto de parte os seus sonhos, se sentem mais confortáveis por se certificarem que não serão os únicos?

Há três senhoras que quase todas as tardes vão à confeitaria onde trabalho comer o seu croissant e a sua 1/2 de leite. Há umas semanas, quando descobriram que estava a acabar o curso, fizeram questão de deixar claro que não iria arranjar trabalho. Há dois dias voltaram a perguntar: "És tu que estás a estudar, não és filha? Coitadinha... mais uma para o desemprego." Da primeira vez limitei-me ao silêncio, da segunda não ficaram sem resposta: "A senhora acha que isso se diz a alguém que está a acabar um curso? Tem mais é que dar ânimo e não deitar abaixo!" Foi a vez dela ficar em silêncio. Estou cansada destas pessoas. Até posso, de facto, ir para o desemprego... mas este tipo de comentários eu dispenso, obrigada.

14 de fevereiro de 2008

Ansiosa!

Uma ansiedade boa veio substituir o medo que há meses me atormentava. Medo de iniciar uma fase nova da minha vida para a qual não sabia se estava preparada. Medo de entrar num mundo cheio de coisas novas e de não estar à altura. Medo das críticas e das responsabilidades.

E bastou uma conversa, há dois dias, com uma amiga. Uma conversa em que me atrevi (nos atrevemos!) a sonhar um bocadinho e a fazer alguns planos. A imaginar o quão bom seria finalmente por em prática 4 anos de teoria! Uma conversa em que mais uma vez percebi que não vale a pena fugir, só porque tenho medo que tudo corra errado. Estou aqui agora, se não tentar nunca saberei do que sou capaz.

Uma ansiedade boa veio substituir o tal medo. Veio como quem não quer a coisa... e cheira-me que é para ficar!