6 de dezembro de 2010

Agora percebo.

Quando eu amanhã disser "foi há pouquíssimo tempo" aos meus formandos de meados da década de 90, referindo-me aos anos de 1997 ou 2000, eles vão olhar para mim de lado e sentir exactamente o que eu sentia quando ouvia os professores dizer que uma determinada descoberta científica de há 10 ou 15 anos "foi há pouquíssimo tempo". É no que dá, querer acreditar que o tempo não passa. Não foi há pouquíssimo tempo, eu é que estou a ficar velha.

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