27 de novembro de 2012

keep it simple

Ter um (segundo) bebé nos dias de hoje não precisa de ser um bicho de sete cabeças. Não se o que é realmente importante para nós é O bebé e não tudo o que é palpável e costuma vir associado a ele, sejam os 1001 acessórios, seja um quarto em que se gastou uma fortuna a decorar, sejam as aparências, porque queremos tudo o que é do bom e do melhor, mesmo que isso não tenha a mínima importância para que ele cresça saudável e feliz. No fundo, dizia alguém por estes dias e eu não posso estar mais de acordo, um bebé precisa de roupa lavada, colo e muita maminha (sendo que, para esta última parte, também é preciso querer muito).


Há umas semanas, deliciei-me a escolher roupinhas para o Gonçalo entre sacos e sacos de roupa de bebé menino que uma amiga gentilmente me emprestou. Depois, fui buscar tudo o que era da Matilde e separei o que não era cor de rosa e, portanto, dará também para o irmão (não que o rosa não desse também se necessário fosse, mas tendo mais por onde escolher, não precisamos de afrontar já o rapaz!). E é isto, minha gente. Já tenho a criança vestida durante quase todo o seu primeiro ano de vida e não gastei um tostão (e depois disso, logo se verá!). E se o fizer, será por puro capricho e não por realmente precisar (há dias estive quase quase, mas depois fugi da loja a correr! lol). Para além dos artigos de higiene e, a seu tempo, das fraldas, não me parece que vá gastar muito mais para este bebé até ele nascer e nos seus primeiros meses de vida (e que assim seja, pois significa que será um bebé saudável, que é acima de tudo o maior desejo e a maior angústia para quem tem um bebé na barriga).

Vão ter bebé? É mesmo necessário fazer um enxoval de raiz? Já perguntaram a amigos ou conhecidos que tenham tido bebé há poucos anos? Ou muitos! O Gonçalo vai usar babygrows lindos e que estão novos e já vestiram a Matilde e o meu irmão há 13 anos!! ;)

16 de novembro de 2012

Há colaborações mesmo boas.




Esta é uma delas! :) Com o Natal aí à porta, achámos que seria uma boa oportunidade para mais uns doces marcadores Ana Oliveira & Mimices. Desta vez, um presépio amoroso e um marcador para mimar as professoras/educadoras dos mais pequeninos! Não ficaram deliciosos?? Não me canso das ilustrações da Ana

Um | 5,90€
Dois ou mais (podem ter ilustrações diferentes) | 5€ cada

Mais informações ou encomendas para queromimices@gmail.com!

10 de novembro de 2012

Coisas de gente crescida.


Eu, que sou uma rapariguita muito bem comportada (cof cof...) não costumo falar destas coisas aqui no blog, mas isto é tão giro, tão bom e cheira tão bem, que não podia deixar de partilhar!
Um dos meus presentes de aniversário, este ano, foi esta vela. E vocês perguntam "uma vela??" Sim, uma vela! Mas esta é uma vela especial de corrida! Depois de arder uns 15, 20 minutos, a "cera" transforma-se num... óleo de massagem!! Uuhhh :) Ou seja, basicamente a vela cria ambiente e espalha um cheirinho bom (a minha é a tropical, apetece comer!) e quando já está tudo a postos, verte-se a "cera" derretida nas costas ou em qualquer outra zona a massajar. Mas calma, a melhor parte é que... não queima!! Nadinha nadinha. Aliás, é super agradável sentir o óleo quentinho na pele, ao contrário do que acontece com outros produtos de massagem que estão à temperatura ambiente e têm que se aquecer minimamente nas mãos para não ser desconfortável (e devo dizer que, quando experimentei, foi hilariante o ar de pânico dele, assim que me viu a pegar na vela e ainda antes de começar a barafustar, já eu lia nos olhos dele "pronto, ficou doida de vez!" lol).
E pronto! Uma massagem (muitas! que não parece, mas gasta-se pouco de cada vez) 5 estrelas para vocês ou para o vosso mais que tudo. Ou para a vossa avó, claro! ;) Depois não digam que eu não sou amiguinha!

9 de novembro de 2012

Ironias.


Terminei hoje o meu primeiro peluche! Uma encomenda pendente há bastante tempo que é, na verdade, um misto entre peluche e almofada. Acho que correu bem :)
No entanto, não consigo deixar de me sentir um pouco incomodada. Ontem, enquanto colocava parte do enchimento, a minha filha aproximou-se curiosa "o que é isto?" Automaticamente, a minha reacção foi "é trabalho da mamã, não mexas!" receosa que ela estragasse alguma coisa ou tivesse as mãos sujas... e depois vieram os remorsos. Em mais de 6 meses de Mimices, não fiz uma única coisa para ela (ou para mim!). Sei que ela gostou da corujinha e, apesar de não lhe faltarem bonecos, tenho a certeza que ia gostar se lhe oferecesse uma igual. E no entanto, cá estamos... "em casa de ferreiro espeto de pau".
No meio desta minha ânsia de tornar as Mimices um trabalho (que já é mais do que full-time) que me garanta algo que se pareça com um ordenado (coisa que ainda está muito longe de acontecer), estarei a deixar para trás o que realmente importa? No meio desta minha ânsia de poder trabalhar em casa e ter mais disponibilidade e mais tempo para o que interessa, estarei a viver num corre-corre ainda maior do que quando trabalhava no centro da capital e gastava 3h diárias em transportes públicos? Tenho feito esta pergunta a mim mesma e evito continuar a pensar no assunto, porque no fundo sei a resposta. Sei que estou mais feliz, que adoro o que faço, mas que ao mesmo tempo me sobra menos tempo para aquilo que, desde sempre, foi o principal objectivo de tornar os meus dias naquilo que são hoje. Faz sentido aquilo que eu estou a dizer? Sei que estou a cometer grandes falhas algures na minha gestão do tempo, mas sinto que não consigo descobrir como dar a volta e encontrar um equilíbrio.
Há tempos, quando publiquei uma fotografia sobre a gravidez do Gonçalo, um dos comentários dizia algo como "esse bebé vai ter um monte de coisas lindas!" Guess what? Até agora, nada. Ainda não começei a escolher e organizar as roupinhas do Gonçalo, muito menos a tratar do resto do enxoval e da montanha de ideias que tenho em mente para fazer. Estou ansiosa que passe o Natal e que chegue o novo ano. Para me dar ao luxo de tirar "férias" e começar a preparar a sério a chegada do nosso bebé mais pequenino...
E pronto. Já disse que terminei hoje o meu primeiro peluche? :)

:(

Eis que, depois de já ter largado as fraldas definitivamente há meses, a minha filha faz cocó e xixi pelas pernas abaixo pelo 3º dia consecutivo. Isto é normal? O irmão ainda nem nasceu!

4 de novembro de 2012

Welcome.

Há muito tempo que sou fã da Laurraine Yuyama. Cheguei a publicar aqui alguns trabalhos dela e nem sequer foram os mais bonitos! Tem uma imaginação sem fim e um estilo muito próprio, para além de ser fã dos detalhes que as suas peças têm. Por isso, quando a mãe de uma amiga publicou esta fotografia no meu mural e me perguntou se poderia fazer algo do mesmo género, não foi muito difícil descobrir quem seria a autora :)

A ideia original é um calendário de contagem decrescente de uma semana e serviria, por exemplo, para contar os dias até à mudança para uma casa nova. Posteriormente, as diferentes "peças" do calendário poderiam ser usadas como base para copos. O projecto chama-se "Welcome Home Coasters" e o tutorial da autora foi publicado no livro "Countdown Calendars" - podem espreitar
aqui o resultado final!

Honestamente, agrada-me mais a ideia de simplesmente ser usado como adereço de boas-vindas. E como a intenção de quem mo pediu também era essa, optei por fazer algo bem mais simples! Não usei nenhum tutorial, limitei-me a inventar um bocadinho :) Deu um trabalhão, mas deu-me muito gozo fazê-lo e pensar nos detalhes. E fiquei ainda mais feliz por ver que a presenteada gostou do resultado! Aguardo por vê-lo a enfeitar uma das paredes do seu lar, doce lar ;)









2 de novembro de 2012

Good morning, sunshine!

São 7h da manhã, estou acordada desde as... humm... ainda não eram 6, deitei-me à uma, dormi com os costados ao frio, estou cheia de dores de garganta e acordei com as unhas dos pés da minha filha (que o pai deitou sem meias e que a meio da noite - que é como quem diz, algures entre a uma e as 5h30 - veio ter connosco à cama) a arranhar-me as costas (não estão por cortar, mas são fininhas como agulhas!). E para completar, tenho a música "Oh Joana" do Marco Paulo, a passar em loop na minha cabeça. Oh, joy!