29 de novembro de 2010

Querido Pai Natal...


...este ano fico-te bem mais baratinha. Quero só esta iogurteira, para poder fazer iogurtinhos deliciosos para nós e para a minorcazinha, pode ser? Agradecida.

(mas se estiveres um mãos-largas e quiseres trazer também uma máquina de fazer pão, prometo que não fico chateada!)

27 de novembro de 2010

Estou TÃO in love por este vestido!


É urgente que a minha mãe venha morar para perto de mim (quem me dera!), para me ensinar a fazer estas coisas, a tempo do próximo Verão. É urgente!!
(ou então podem só oferecer-me o livro, sim? ai...)

26 de novembro de 2010

Os ciganos vão ao hospital.

A noite passada fomos outra vez com a Matilde para o hospital. Já desde a semana passada que andava a fazer febres, embora sem outros sintomas, tirando uma tossita aqui e ali.
Que nós somos ciganos, toda a gente já sabe, basta olhar para nós à ida ou à vinda do Porto de comboio, ou ter tido o prazer de ver os carros na altura das mudanças (mais parecia que vínhamos da feira, o carro cheio cheio e o ovo da Matilde ali encaixadinho num canto). Mas nunca tínhamos tido uma demonstração destas, em público.
Estávamos no hospital muito bem, quando chega a minha sogra e o marido. Até aqui tudo normal, ele tinha vindo ajudar o Bruno, que tinha ficado apeado por causa da bateria do carro e ela vinha-me fazer companhia. Qual não é o meu espanto quando, passado um bocado, olho pela janela e vejo uma carrinha a chegar, com a madrinha do Bruno e o marido, mais a avó. Só visto. 7 adultos e uma bebé, em plena urgência do Hospital de Vila Franca que estava completamente caótica. Uns de pé, outros sentados, a olhar uns para os outros. Como se não bastasse, a mãe do Bruno não tem mais nada, toca de ir à máquina buscar umas sandochas, uma para mim outra para ele, que eram 11 da noite e ainda não tínhamos comido nada. Eu, caladinha, comecei logo a comer a minha, mas o Bruno disse que não tinha muita fome e foi o cabo dos trabalhos:

- Mas não queres??
- Põe aí, já como...
- Mas tens que comer!!
- Está bem, já como.
- Mas porquê, tens vergonha?
- Ó mãe... olha aí...
- Come filho! Se estás com vergonha, vai lá para fora!

No meu canto, eu só tinha vontade de rir. Quanto mais o Bruno tentava ser discreto, mais alto a minha sogra falava, tornando impossível alguém não olhar para nós (no caso de ainda existir alguém que não estivesse já a olhar).
Quando finalmente a coisa acalmou, e alguns deles já tinham ido embora, o bêbado que estava sentado mesmo em frente a nós rematou assim:

- Olha viste! Um bebé ciganito!  (lol)

Com este texto, não quero de maneira alguma ofender a etnia cigana. Se há coisa que eu acho bem, é a união que demonstram nos momentos de maior dificuldade, como quando há problemas ou vai alguém para o hospital. Excepto, claro, quando é para fazer estragos.

Dos casamentos.

No fim de semana que passou ele foi fotografar mais um casamento e chegou a casa numa de me provocar:

- Sabes, acho que ias adorar o vestido da noiva.
- Ai sim?
- Hum, hum... tinha um bordado dos lenços dos namorados na parte da frente.
- Oh...
- E sabes que mais tinham em casa? (enquanto abre o armário onde guardo o precioso conjunto de chá)
- Nãaaaaooo...
- Siiiimmm, o serviço completo.

(e depois, nas fotografias, vi peças que eu nem sabia que existiam...)

Humpf.

25 de novembro de 2010

Brigada do Reumático


Está cada uma pior que a outra, coitadas. Mas não têm culpa, eu é que não tenho muito jeito para a coisa e elas, infelizmente, não sabem falar. Se calhar ponho água a mais, ou a menos, ora têm muita luz, ora estão às escuras... Bem ou mal, são as sobreviventes cá do sítio. Lembrei-me entretanto que ainda tenho mais uma no corredor, tipo palmeira, que é uma santa (há umas semanas que não lhe tiro folhas mortas, o que só pode ser bom sinal). Estas ponho-as aqui ao pé da porta da varanda da sala e de dia abro os cortinados, diz que as plantas gostam de luz.

1- Alive desde a Páscoa, esteve quase quase a falecer durante as mudanças, mas agora está assim a modos que a ressuscitar, tem umas lindas folhinhas verdes novinhas em cima. Nas outras (as poucas que não secaram e não cortei) podem ver-se pintas brancas de tinta da cozinha (somos muito jeitosos nas pinturas).

2 - É nada mais nada menos que esta estrelícia-to-be. Agora que reli o post que escrevi em Abril até me deu vontade de rir. Um ano até nascer a dita?! Ahahahah... Deve ser mais uma década, ao ritmo que a coisa vai.

3 - A outrora linda plantinha que recebemos no casamento da Selma. Raquítica que só ela, não sei mais que lhe faça. Eu bem lhe tiro as folhinhas mortas e ponho água, mas ela em vez de crescer, diminui.

4 - O manjericão! Dos três vasinhos que comprei, só o manjericão sobreviveu e está cada vez maior. A salsa e os coentros quinaram logo após 2 dias.

5 - Esta só cá está há uma semana, ainda não sabe muito bem o prazer que é viver nesta casa e ser cuidada por mim :) Vamos ver quanto tempo aguenta.

Percebemos que a coisa é séria quando damos por nós a escrever um post sobre as plantas. Por isso, se não ouvirem de mim nos próximos dias, já sabem: fui internada.

Alvine


Ainda sobre as capas de edredon do Ikea, é preciso dizer que me perco com a colecção Alvine. Uma das secções que mais me faz sonhar é a secção das camas. Dá vontade de me deitar em todas, no meio daqueles edredons fofinhos e ficar a dormir a tarde toda. Se calhar sou tolinha, mas é a vontade que dá :) Esta colecção é tão romântica que é difícil escolher qual gosto mais. O primeiro que comprei foi este:

Alvine Ljuv
Ando de olho na capa Alvine Vacker, que vai ficar deliciosa ao pé das paredes e cortinados cinzento-claro do nosso quarto.

Esta manta, que usei na sessão com a Selma, quando ainda estava grávida, foi "herdada" da minha sogra e veio da Bélgica há muitos anos, ainda ninguém em Portugal sabia o que era o Ikea. Descobri, surpresa, quando a lavei pela primeira vez, que era do Ikea (só podia) e há dias encontrei-a na net. É a Alvine Bloom e já não há à venda, claro.


A Alvine Antik também já não está à venda (eu bem procurei) e é esta manta linda linda, que encontrei por acaso.


24 de novembro de 2010

Factos sobre o corte (que hoje ainda não cheguei à parte da costura).

Facto nº1
Eu e os alfinetes não nos damos nada bem. Tivesse eu um problema de coagulação e já estava no hospital, que nem um coador.

Facto nº 2
Ainda tenho que comer muita sopa, até conseguir cortar os tecidos a direito (ou às curvas) com precisão, como cresci a ver a minha mãe fazer.
(da última vez que fui ao Porto bem que trouxe uma tesoura das dela, mais profissional... mas temos pena: o problema sou mesmo eu)

Quero que você me aqueça nesse Invernooooooo...


 Capa de Edredon Alvine Vacker
do IKEA, claro.

23 de novembro de 2010

Sobre o ser do sexo oposto que vive cá em casa.

Há uns tempos comprei umas pastilhas para a máquina da loiça diferentes das habituais. Ambas são marca branca, mas as antigas tinham um invólucro solúvel e estas não. O invólucro é nitidamente diferente, quer ao toque, quer no aspecto: um é esponjoso e liso, o outro é de um plástico que faz barulho e tem letras. Ou seja, obviamente que se tem que cumprir o elaborado procedimento na íntegra que consiste em (muita atenção) desembrulhar a pastilha!!
Escusado será dizer que encontrei pastilhas dentro do pacotinho, no fundo da máquina, umas poucas de vezes até perceber que não tinham caído ali sem querer...

21 de novembro de 2010

Muito à frente.

Que ela bebe o leite sozinha, já eu sei há muito tempo. Basta dar-lhe o biberão, ela agarra com as duas mãozinhas, mete à boca e quando está satisfeita larga-o, vira-se para o lado e continua a dormir. Mas a noite passada,  já ela tinha mamado e adormecido outra vez, andava eu às apalpadelas na cama à procura da chucha quando finalmente a encontro, já na boca dela. Mas que independente! Agora larga o biberão, mete a chucha e continua a dormir. Ainda estou para saber como é que o fez, às escuras. Não tarda está a dizer-me para ir sair com o pai, que fica bem sozinha :)

20 de novembro de 2010

E limpar o pó aqui?

 
Deve ter empregada, só pode.

Porque hoje estou constipada e mal-humorada.

Sou daquelas pessoas irritantes que não conseguem ver um erro ortográfico/gramatical ou ouvir uma palavra mal dita sem falar. Epá, não dá. Revolve-se cá dentro uma coisa e eu não consigo estar calada, que é o que devia fazer na maior parte das situações. Não quero com isto dizer que sou perfeita e nunca dou erros, porque isso não existe. Mas agradeço com sinceridade que me apontem o dedo quando acontece, ao contrário de algumas pessoas, para evitar fazer figuras tristes como se lê e ouve por aí.

Abomino confusões entre "comeste" e "comes-te", "arranjamos" e "arranja-mos"... o clássico "hás-de" pelo "hádes", o "há um ano" pelo "à um ano" ou, pior ainda, "á um ano". Acentos em advérbios de modo (rápidamente, psicológicamente...) são um fartote e frases de 3876290 palavras sem uma única vírgula ou ponto final (ou vírgulas entre o sujeito e o predicado) também. Quem diz estes, diz 1001 outros exemplos que me dão uma comichão que só acaba quando falo.

MAS até consigo tolerar (pronto, não é bem tolerar... é mais... deixa para lá) este tipo de erros. Nem toda a gente é observadora ao ponto de reparar como se escrevem e dizem certas coisas, nem toda a gente  gosta  de ler, nem toda a gente teve a oportunidade de estudar... Agora, erros como "inrrequieto", "sinseramente" e "biberãos" todos juntinhos, uns atrás dos outros, na mesma página... PLEEEEAAASE! Ó pessoas, para o caso de o vosso browser não fazer isso automaticamente (porque se faz, então só pode ser falta de óculos) existe um botaozinho milagroso no blogger que se chama... verificar ortografia!! Não é fantástico? Tipo... vocês clicam aí e... tchanan!... os erros aparecem vindos do nada (sacanas!) e depois é só clicar nas palavrinhas assinaladas e corrigir! Não sou amiga, não?

Pronto, já tive o meu momento deves-ter-a-mania de hoje, já posso dormir descansada.

19 de novembro de 2010

Espalhadas e acesas pela casa...


...sou fã de velas. Se forem aromáticas então, uma delícia. Estas foram um presente de uma amiga há dois anos e são um mimo, as minhas preferidas cá em casa. Neste momento têm menos de metade da cera que tinham... é sempre o mesmo dilema: adoro vê-las acesas, mas tenho tanta pena de as gastar!

18 de novembro de 2010

♥ especiarias

Uma mulher é sempre mais feliz à saída do Ikea, não é? A não ser que saia de mãos vazias. Nesse caso, é bem provável que se sinta a pessoa mais infeliz à face da terra.... é uma teoria a desenvolver :)
Desta vez, entre outras coisas, trouxemos o suporte para colocar as especiarias, que andava a namorar há uns tempos. Em Samora tinha tudo num armariozinho ao pé do fogão, com o sal, o azeite e outras coisas (apesar de também termos a calha na parede), mas aqui não dá jeito. Não estão aqui todas, quando lá voltar tenho que trazer mais frasquinhos.


Entretanto, o meu maior desgosto na nossa visita ao Ikea foi a minha sogra (desta vez foi connosco), ao passar por uma cama de dossel (já eu estava a olhar para ela com um brilhozinho nos olhos e uma pinguinha de baba), ter exclamado: "Ai, olha-me estas camas, que feias!". Quase me dava uma coisinha má. Ela não diz, mas eu bem sei que ela considera os meus gostos bastante esquisitos. Não é a única, não. Já tive comentários do género com algumas amigas e também com o pedreiro que fez algumas obras cá em casa (ele ficava com uma pinga de vez em quando, como quando lhe disse que queria manter o chão azul  e alguns azulejos da cozinha, apesar de velhinhos). Mas enfim, gostos não se discutem, certo?

E então, alguém sabe dizer que especiaria é qual? Algumas são bem fáceis :)

15 de novembro de 2010

Agora não, que é hora do almoço...

Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar.
Deolinda

É fantástico como somos todos praticamente iguais. Todos farinha do mesmo saco, como se costuma dizer. Há sé-cu-los que digo que gostava de aprender uns truques de maquilhagem. Pois bem, tenho isto desde Fevereiro (veio com o telemóvel e custa quase 40€) e ainda não me dignei a escolher o local e a marcar. Além disto, há mais (muito mais) de um ano que tenho um vale para uma massagem que o Bruno recebeu num trabalho e... ainda não usufrui dela, tenho sempre uma desculpa qualquer.  Nunca recebi uma massagem (oficial :P) na vida mas... enfim.

Ideias

Ando a arrumar as centenas de sites que tenho nos meus favoritos. Sempre que encontro algo interessante vou guardando para mais tarde usar, mostrar a alguém ou até publicar aqui no blog... e quando dou conta está tudo desorganizado e num caos. Tenho encontrado muitas coisas giras das quais já nem me lembrava... esta é uma delas, não é uma ideia fantástica?


Já tenho o que fazer com alguns dos muitos boiões de fruta da Matilde que tenho guardado :)

10 de novembro de 2010

Quem não chora não mama.


E eu chorei... :) Já não falta tudo!