27 de agosto de 2010

Samora também tem disto!

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Nem de propósito, hoje havia bailarico aqui ao lado :)
Samora é um mundo de emoção! lol

Adeus Samora.

Samora tem sol, muito sol. Tem casas baixinhas e um parque para crianças a cada esquina. Tem a melhor padaria/pastelaria do mundo e arredores, onde costumo ir a pé e que tem sempre pão quentinho. Tem verde para onde quer que se olhe. Tem tanques da roupa municipais que funcionam e são usados. Tem cordas e roupa estendida no meio da rua. E, mesmo ao pé de nossa casa, temos um parque ribeirinho que nos faz as delícias desde que o tempo aqueceu e onde fizemos muitos lanchinhos a três.



Ainda agora chegámos e já vamos embora. Sei que vamos mudar para uma casa melhor, maior e mais perto de família, amigos e não só, mas ainda assim custa. Não nos cansamos de tudo o que Samora tem de bom e ainda não perdemos o amor aos meses que aqui estivemos os dois (os três!) a tapar buracos e a alisar e pintar paredes, nem às dores de cabeça a pensar quais as melhores soluções para arranjar a cozinha e a casa-de-banho, com um orçamento mais que limitado. E agora, que estava praticamente tudo ao nosso gosto (ainda nem foi há um mês que, por exemplo, pusemos estantes até ao tecto na dispensa), outro alguém virá disfrutar da mini-casa, enquanto nós vamos ter de começar do 0 novamente. Para não falar no pesadelo que é fazer mudanças. Deve ser por isso que a decisão custou e demorou muito a tomar. E deve ser por isso que hoje, ao começar a encaixotar as coisas, estou com um friozinho na barriga. É para melhor, repito para mim mesma (e sei que sim)... mas mudar custa sempre.

Fotografias dela e dele.

17 de agosto de 2010

Não sei quem vai ser mais maluca...


...se a mãe, se a filha. Ao mesmo tempo que quero que ela fique pequenina para sempre, só quero que ela cresça num instantinho, para eu poder trazer para casa estas coisinhas todas sem me sentir assim a modos que maluquinha. Ai filha, que vamos brincar tanto as duas!

14 de agosto de 2010

Filhinha boa.

Quando chega a hora de mamar e começa a ficar impaciente, basta-me sentá-la no colo e levantar a camisola e é vê-la a rir-se à gargalhada, de tanta ansiedade.
Esta filha é um doce que só dá vontade de comer!

11 de agosto de 2010

"Olha, tão fofos!"

Eu (enquanto observo, numa revista, uma página de publicidade do IKEA): Da próxima vez que lá formos temos que trazer!
Ele (a olhar de soslaio): Hum, pois são. Mas olha a qualidade do tecido (e aponta para as mini fotografias)... não deve prestar!

LOL

Ser ou não ser.

Teimo em não o tratar por marido, porque não o é. Mas, tenho de confessar, há situações de gente crescida, como quando vem cá algum técnico, quando resolvo algum assunto por telefone ou quando trato de alguma burocracia, em que dizer "o meu namorado" me deixa um tanto ou quanto constrangida. Talvez por dar ares de superficial e passageiro a algo que só ainda não existe no papel.

10 de agosto de 2010

Da vizinhança.

No Domingo passado, estava deitada a dar de mamar à Matilde, mais para lá que para cá e acordei com a minha vizinha do lado aos gritos, a chorar e a correr pela casa, a pedir desculpas enquanto apanhava do marido que lhe dizia "ouviste? ouviste?". Chamei a polícia, mas quando cá chegaram o espectáculo já tinha terminado e ela fingiu não se passar nada. Na rua, enquanto ela apanhava e depois, só se ouviam as comadres "ai, ela gritava tanto, ele deu-lhe tanta porrada!"

Hoje, pela hora do almoço, enquanto apanhava a roupa da corda, vejo uma vizinha parada no passeio em baixo. Tinha numa mão um copo de vidro e na outra uma garrafa de água fresca. Perguntei-me o que faria ali especada e continuei. Passados uns minutos, chegava uma cantoneira, que assim que a viu, agradeceu efusivamente a água e bebeu de seguida uns 2 ou 3 copos cheios.

Tenho uma relação de amor-ódio para com esta vizinhança. Ao mesmo tempo que odeio que toda a gente saiba da vida de toda a gente e que espreitem entre as cortinas, adoro ver os vizinhos que se cumprimentam na rua e conversam à janela, e gestos como este, de servir um copo de água fresca a quem anda a trabalhar debaixo do sol de Agosto.