25 de outubro de 2011

Kid to Kid



Há umas semanas, enquanto passeava na minha hora de almoço, descobri em Telheiras uma das lojas Kid to Kid. Lá, podem encontrar-se artigos para criança (0 aos 12 anos), desde vestuário a camas, brinquedos e carrinhos. Enquanto passeava pela loja, fiquei surpreendida com a quantidade de coisas em bom estado ou completamente novas que se encontravam à venda a preços mais que atractivos. A selecção das peças é muito criteriosa e apenas os produtos "como novos" são aceites. Acabei por trazer algumas peças para a Matilde para a próxima estação: um casaquinho de malha amoroso, um vestido de bombazine às florzinhas e uma camisola, ainda com a etiqueta original. Não chegou a 15€. Parece-me uma ideia brilhante e tenho pena que este tipo de iniciativas só começem a surgir agora, em tempos de crise. Da mesma forma que levar o almoço para o trabalho agora se tornou moda (que remédio! mas eu, há uns 8 anos, no meu 1º emprego, cheguei a ser "gozada" por trabalhar num shopping e levar o almoço de casa), dá a impressão que de repente as pessoas finalmente perceberam que o melhor mesmo é colocar de lado as manias e as aparências e assumir que podemos viver com muito menos. Que somos o que somos e não o que temos. Que podemos usar e partilhar, sem complexos, em vez que mandar fora ou inutilizar coisas que muita gente gostaria de ter. Enfim. Gostei e partilho convosco, quer estejam interessadas em comprar ou mesmo interessadas em vender as roupas que os vossos mais pequenos já não usam.

Existem várias lojas espalhadas pelo país e o site é este: http://www.kidtokid.pt

Danup Cappuccino


Primeiro estranha-se, depois entranha-se. Comprei para experimentar, porque estavam com 50% de desconto. O Bruno não gostou e acredito que não sejam para todos os gostos mas eu fiquei fã desta edição limitada. Só é pena tratar-se de uma bombinha de açúcar... valha-nos o facto de trazerem menos quantidade que o habitual!

19 de outubro de 2011

Temperos.

Gosto das saladas temperadas com azeite, oregãos, um nadinha de sal e, sobretudo, vinagre com fartura. ADORO vinagre, sou completamente fã. Mas tornava-se complicado levar salada para o trabalho, porque se fosse temperada de casa estaria "cozida" pela hora do almoço e, como trabalho todos os dias num sítio diferente, não dá para ter azeite e vinagre em todos. Hoje lembrei-me que tinha guardada esta garrafinha de 20ml e fez-se luz. Enchi metade azeite e metade vinagre (aqui parece mais azeite porque a garrafinha tinha acabado de cair ao chão e ficou tudo meio misturado) e ficou o problema resolvido. Já posso levar saladinhas à vontade e temperá-las na hora :)

 

Arranjei a garrafinha através desta "campanha" feita pela marca, que consistia em enviar uma carta querida a alguém (podia ser uma carta de amor, amizade...) com um convite para jantar. Essa pessoa recebia também a garrafinha de azeite, para levar no dia combinado (eu convidei o Bruno, lol). Ia indicar-vos o site para fazerem o mesmo, mas já está indisponível... De qualquer forma, lembro-me de, há muuuitos anos, ter comido uma salada no McDonald's e de vir uma garrafinha de azeite... não me recordo se era reutilizável ou não. Ainda é assim? Se for, quem estiver com o mesmo problema que eu, pode usar uma dessas :)

17 de outubro de 2011

Camisas.

Até as passo a ferro relativamente rápido (não me ponho cá com muitas esquisitices) mas odeio-as solenemente. E descobri que quanto mais depressa as passar, mais depressa ele as usa e mais depressa tenho que as lavar e passar novamente. Tudo isto para dizer que ultimamente me tenho esquecido delas no monte da roupa por tempo indeterminado (que é como quem diz: até me apetecer passá-las outra vez) e tem resultado! A quantidade de camisas para passar diminuiu substancialmente. As t-shirts não são TÃO mais práticas?

16 de outubro de 2011

Hoje...

...é o Dia Mundial da Alimentação!
Desejo-vos um dia cheio de comidinhas saudáveis :)

13 de outubro de 2011

Vai ser bonito.

É já no próximo mês que vou voltar a dar formação. Desta vez, para além de um módulo de Nutrição e Alimentação, foi-me atribuído um módulo intitulado "Promoção da Saúde". Dos conteúdos deste módulo fazem parte diversos temas, tais como doenças do comportamento alimentar, drogas, álcool, planeamento familiar, doenças sexualmente transmissíveis, etc. Agora pensem comigo: se os meus alunos (personagens entre os 16 e os 23 aninhos), na aula sobre aleitamento materno, desataram às bocas e aos segredinhos quando eu disse a palavra "mamada", como é que vai ser quando eu falar de homossexualidade ou, melhor ainda, quando chegar àquela parte gira em que ensino como é que se coloca correctamente o preservativo masculino?

Pois. Mal posso esperar.

(vá, confesso que até estou animadita por ter estas aulas para preparar, mas que vai ser assim um nadinha de nada constrangedor... lá isso vai!)

Olhá batatinha!

Ontem tive uma senhora na consulta que era fã de batatas fritas. Comia-as como acompanhamento pelo menos 3x por semana, em casa ou no restaurante. Na semana passada tive uma outra que me dizia que as batatas fritas eram sagradas ao Domingo. Nas consultas de Obesidade Infantil, era sagradinho: o prato preferido de 90% dos miúdos eram as batatas fritas com ovo estrelado. Depois do "sermão" habitual, quando vejo que a probabilidade de elas excluirem as batatinhas da alimentação é quase zero, acabo por sugerir uma alternativa: fazer as batatas no forno. Sugiro que comprem as batatas congeladas e que as deixem no forno por cerca de 15-20min, ligando o grill no final para ficarem mais douradinhas. Às vezes, em casa, quando dá aquela vontade, também fazemos assim e ficam deliciosas. Sequinhas e estaladiças... nham! Sei que algumas pessoas untam o tabuleiro com óleo, eu acho que é desnecessário. Espalho as batatas directamente no tabuleiro ou sobre uma folha de papel vegetal e já está. Continuam a ser batatas fritas e continua a ser um alimento a evitar, mas quando apetece mesmo ou quando os miúdos pedem muito, acaba por ser uma alternativa mais saudável.

As batatas congeladas são ligeiramente pré-fritas, ou seja, ficam com uma fina camada de gordura que permite que depois sejam cozinhadas no forno. No entanto, há relativamente pouco tempo, surgiram versões como esta e esta, de batatas congeladas para o forno. Eu desaconselho: são pré-fritas por muito mais tempo (nota-se que estão gordurosas e mais escuras), logo têm uma maior quantidade de gordura!

Fica a sugestão :)

12 de outubro de 2011

"Eu nunca na vida comerei tomate!"


Já foi há algum tempo que a Karla falou neste livro. Desde então, o título não me saiu da cabeça e como na semana passada encomendei um livro na wook, aproveitei os portes e mandei vir este também. Felizmente, a Matilde adora tomate e come todo o tipo de vegetais, mas como já é um clássico que os miúdos não gostem destes alimentos e já lidei com isso tanta vez no meu trabalho... não resisti :)

O livro conta a história da Lola, uma menina de 4 anos, e do Charlie, o seu irmão mais velho. A Lola diz: "Eu não como ervilhas, nem cenouras, nem batatas, nem cogumelos, nem esparguete, nem ovos, nem salsichas. Eu não como couve flor, nem repolho, nem feijões, nem bananas, nem laranjas. Eu, definitivamente nunca na vida comerei tomate!"

E o Charlie vai tentando dar-lhe a volta:

"A Lola não come cenouras, claro. Diz que as cenouras são para os coelhos.
- Eu nunca na vida comerei cenouras.
E eu digo:
- Oh, tu pensas que são cenouras! Mas não são cenouras. São gomas de laranja vindas de Júpiter.
- A mim parecem-me cenouras - diz a Lola.
- Mas como é que podem ser cenouras - digo eu, - se em Júpiter não há cenouras?
- Lá isso é verdade - diz Lola. - Bom, já que fizeram todo esse caminho desde Júpiter vou provar ao menos uma. Humm, nada má. - diz ela, servindo-se de mais."

Ou então, são as ervilhas que são rebuçados verdes da Verdelândia, que são feitos de clorofila, caem do céu e são extremamente raros:


Outros títulos ficam ainda na lista de espera, para um dia fazerem parte da colecção da Matilde. O primeiro é sobre o que é e porque temos umbigo (já estive com ele na mão numa feira do livro, há uns tempos, e fiquei encantada!) e o segundo é sobre como nascem e são feitos os bebés (tenho em versão power point). Aceitam-se mais sugestões!



11 de outubro de 2011

Desejos

Estas são algumas das coisinhas que moram na minha wishlist mental há já muito tempo. Este mês faço anos e, cá entre nós que ninguém nos ouve, pode ser que tenha um bocadinho de sorte e pelo menos uma delas se torne palpável :)



Um conjunto amoroso de Matrioskas... de preferência um daqueles que não acabam nunca! Eu sei que há sítios que as devem vender aos montes, mas eu ainda não encontrei à venda em lado nenhum...
Uma chaleira com apito. Tempo frio (e quente e assim assim) pede chá. E eu já estou a imaginar o barulho da chaleira a assobiar com água a ferver. Há uma muito gira e baratinha à venda no Modelo, mas nao é própria para placa vitrocerâmica :(

Gostava tanto, mas tanto de ter um assim! Um medalhão em forma de coração, que dê para colocar fotografias dentro...
Uns brincos de pérola, simples. Uso muitas vezes umas imitações, mas já estão tão velhinhas que gostava de ter umas verdadeiras. Mas, temos pena... soube há pouco tempo que duas perolazinhas pequeninas, de cultura, não custam menos que 500€!!! Humpf.

9 de outubro de 2011

Natação para bebés!

Hoje foi a 2ª aula da Matilde de natação para bebés :) Com cada bebé é suposto ir um dos pais e, nestas primeiras duas aulas, foi a vez do papá. Vê-la de touca e fato-de-banho foi o máximo mas, ao contrário do que estávamos à espera, no primeiro dia quando chegou a hora de entrar na água... fugiu e começou a chorar! Ela, que é completamente doida pelo banho e que, nas férias, não perdia uma oportunidade de fugir de nós em direcção ao mar! Aos poucos o pai lá a convenceu a entrar e no final da aula já estava mais que habituada. A primeira aula consistiu em exercícios simples como pôr os bebés a deslizar na água, a bater os pés, a atirar e ir buscar brinquedos. Basicamente, habituarem-se à água. Hoje já houve exercícios mais elaborados como pequenos mergulhos (ver no vídeo a nossa pequena sereia a mergulhar como gente grande)! Segundo a professora, no final do ano lectivo pretende-se que eles façam coisas como controlar a respiração e ir ao fundo da piscina buscar objectos... uau! A ver vamos :)

No primeiro dia, sentada na borda da piscina, com o pai a tentar convencê-la a entrar :)

A ouvir a explicação da professora.

Matilde e papá, no final da primeira aula.

3 de outubro de 2011

A pedido...

...de muitas famílias da Raquel, tenho a comunicar que o trabalhinho está a correr bem. Como todos os trabalhos, traz vantagens e desvantagens... Para além da vantagem óbvia que é ter um ordenado ao fim do mês (ainda que a recibos verdes), voltar às consultas tem-me mostrado o quão desactualizada estou e a pesquisa tem-me dado bastante prazer. Depois, todos os dias da semana trabalho num sítio diferente, com colegas diferentes e realidades diferentes, o que também é óptimo e faz com que as semanas passem mais depressa :) Trabalhar em Lisboa não é fácil, mas constantemente repito para mim mesma que há quem não tenha trabalho sequer e me obrigo valorizar o que tenho. Passo uma média de 3h por dia em transportes (ou seja, trabalho 40h semanais mas, na prática e contando com a hora de almoço, estou fora de casa 60h), mas também sei que há quem sofra mais que eu (só que a mim a infelicidade dos outros não me anima!). Fico com o coração apertado quando, dois dias por semana, chego a casa e a minha filha já está a dormir, mas finalmente tenho um trabalho (a tempo inteiro, na área para a qual estudei e que vai de encontro àquilo em que acredito) que me permite ir buscá-la à escola nos outros três dias (ainda que em cima da hora) e passar todos os fins-de-semana e feriados com ela. Estamos a habituar-nos, a ganhar rotinas e a aprender a aproveitar cada bocadinho que temos juntos. Vai correr bem. É acreditar e fazer por isso :)

Outono...

...com sol e calor.
É quase como se fosse Primavera, mas há folhas espalhadas por toda a parte