
20 de setembro de 2008
Estar por cá...
Ainda me estou a habituar a estar por minha conta. É que sair das saias da mamã não é lá muito fácil. E as coisas ainda nem sequer aqueceram, porque lá virão os dias em que não vou ter tempo para respirar. Já comecei o estágio, embora ainda não tenha feito mais que assistir a consultas... Já stressei algumas vezes, sobretudo quando quero tratar de alguma coisa (como papeladas e burocracias...) e parece que tudo corre mal. O que me vale é que tenho alguém muito calmo ao meu lado... às vezes tão calmo que ainda me enerva mais!
Já disse que é muito chato ser crescida, não já?
Já disse que é muito chato ser crescida, não já?
17 de setembro de 2008
Cucu!
Só para dizer que ainda estou alive! Depois de quase um mês sem net... e alguns posts perdidos no caminho... tenho novidades para contar. :)
Se ainda estiver alguém por aí... até já!
Se ainda estiver alguém por aí... até já!
2 de agosto de 2008
Hoje é Sábado...
...e no entanto:
- dormi até à hora de almoço,
- passei a tarde na praia a apanhar banhos de sol,
- à noitinha andei a passear-me pela net,
- e agora vou deitar-me à fresquinha a ver um filme.
Acabaram-se os fins de semana manhosos.
E eu estou super-hiper-mega-feliz. :)
- dormi até à hora de almoço,
- passei a tarde na praia a apanhar banhos de sol,
- à noitinha andei a passear-me pela net,
- e agora vou deitar-me à fresquinha a ver um filme.
Acabaram-se os fins de semana manhosos.
E eu estou super-hiper-mega-feliz. :)
24 de julho de 2008
Percebemos que estamos velhos...
...quando o nosso irmão de 9 anos nos pede para lhe passarmos músicas para a PSP e temos que ir sacar uma série delas (Tokio Hotel incluídos, claro...) porque ele não gosta de nenhuma das que já temos no computador.
Humpf...
23 de julho de 2008
Só podia vir da China...
Segundo o China Daily, a China está a reciclar preservativos usados transformando-os em coloridos elásticos para o cabelo. As autoridades estão preocupadas com a possibilidade de transmissão de doenças.

Agora eu pergunto: Os preservativos já foram realmente usados? Mas onde é que eles vão buscar o raio dos preservativos usados? Dá-se uma recompensa??
Este mundo está de pernas para o ar. Eu nem quero imaginar de que são feitos os elásticos do meu aparelho!...
21 de julho de 2008
Once upon a time...
Ainda ontem começou o meu curso e já está no fim. Hoje de manhã fiz o ultimíssimo dos meus exames. Sem contar com a defesa, claro. Essa é só para o ano. Ainda me estou a habituar à ideia de que estou mesmo, mesmo de férias.
Em Setembro começa o estágio em Lisboa, no Hospital de Santa Maria. Um estágio em Nutrição e não só. Uma aventura em muitos sentidos, que vai exigir muito de mim. Mal posso esperar que tudo comece. O meu coração anda aos saltinhos!
Em Setembro começa o estágio em Lisboa, no Hospital de Santa Maria. Um estágio em Nutrição e não só. Uma aventura em muitos sentidos, que vai exigir muito de mim. Mal posso esperar que tudo comece. O meu coração anda aos saltinhos!
Respostas... na ponta da língua!
Enquanto estudava o slide que se segue, reparo que a Grécia (que segue o padrão alimentar mediterrânico), em comparação com os EUA, apresentava uma maior taxa de mortalidade por cancro do estômago, enquanto as taxas de mortalidade pelas restantes doenças eram menores.
20 de julho de 2008
17 de julho de 2008
Por te Rever
Quisera roubar-te essas palavras e morrer
Trazer-te assim até ao fim do que eu puder
E começar um dia mais eternamente
Por te rever, só
Pudesse eu guardar-te nos sentidos e na voz
E descobrir o que será de nós
E demorar um dia mais eternamente
Por te rever, só
Quisera a ternura, calmaria azul do mar
O riso o amor o gosto a sal o sol do olhar
E um lugar pra me espraiar eternamente
Por te rever, só
Pudesse eu ser tempo a respirar no teu abraço
Adormecer e abandonar-me de cansaço
Quisera assim perder-me em mim eternamente
Por te rever, só
E começar um dia mais eternamente
Por te rever, só
Pudesse eu guardar-te nos sentidos e na voz
E descobrir o que será de nós
E demorar um dia mais eternamente
Por te rever, só
Quisera a ternura, calmaria azul do mar
O riso o amor o gosto a sal o sol do olhar
E um lugar pra me espraiar eternamente
Por te rever, só
Pudesse eu ser tempo a respirar no teu abraço
Adormecer e abandonar-me de cansaço
Quisera assim perder-me em mim eternamente
Por te rever, só
Mafalda Veiga
15 de julho de 2008
Dulce
Tem origem no latim, através da palavra Dulcis e significa "doce". É o nome da minha avó e há-de ser o nome da minha primeira filha.
Desafios
Como é sabido, a alimentação tem um papel fundamental no tratamento de muitas doenças. Hoje fiz exame de uma disciplina cujo objectivo é, precisamente, ensinar-nos como é que, na prática, isso se faz.
Entre obesos, diabéticos e muitos, muitos outros, aprendemos a tratar doentes insuficientes renais e insuficientes renais em hemodiálise. De facto, como a minha professora diz “o rim é uma coisa fantástica” e fazer planos alimentares para doentes deste tipo é um desafio para qualquer nutricionista. Um plano alimentar desadequado (ou que não é cumprido) pode comprometer a saúde destes doentes ou até mesmo levar à morte. Conseguir satisfazer as necessidades nutricionais, tendo em conta tudo aquilo que estes doentes não podem comer (ou beber, já que no caso da hemodiálise apenas são permitidos alguns goles de água…) e ao mesmo tempo que conseguimos que o doente cumpra o plano, nem sempre é tarefa fácil. E quando existem outras patologias associadas, a coisa ainda complica mais. Um desafio.
Eu, por enquanto, ainda estou do lado de cá. Mas enquanto estudava, ao mesmo tempo que conseguia ver esse desafio, o coração ficava apertadinho. E tentava abstrair-me, mas sem sucesso. Sei que mais tarde ou mais cedo, o desafio vai continuar, e ainda maior, do lado de lá. Vou ser eu a ter que cumprir um plano semelhante. Vou ser eu a ter que enfrentar a hemodiálise e a passar pelo que a minha avó e a minha tia passaram e, infelizmente, a minha mãe também passará. E isso… também não vai ser tarefa fácil.
Entre obesos, diabéticos e muitos, muitos outros, aprendemos a tratar doentes insuficientes renais e insuficientes renais em hemodiálise. De facto, como a minha professora diz “o rim é uma coisa fantástica” e fazer planos alimentares para doentes deste tipo é um desafio para qualquer nutricionista. Um plano alimentar desadequado (ou que não é cumprido) pode comprometer a saúde destes doentes ou até mesmo levar à morte. Conseguir satisfazer as necessidades nutricionais, tendo em conta tudo aquilo que estes doentes não podem comer (ou beber, já que no caso da hemodiálise apenas são permitidos alguns goles de água…) e ao mesmo tempo que conseguimos que o doente cumpra o plano, nem sempre é tarefa fácil. E quando existem outras patologias associadas, a coisa ainda complica mais. Um desafio.
Eu, por enquanto, ainda estou do lado de cá. Mas enquanto estudava, ao mesmo tempo que conseguia ver esse desafio, o coração ficava apertadinho. E tentava abstrair-me, mas sem sucesso. Sei que mais tarde ou mais cedo, o desafio vai continuar, e ainda maior, do lado de lá. Vou ser eu a ter que cumprir um plano semelhante. Vou ser eu a ter que enfrentar a hemodiálise e a passar pelo que a minha avó e a minha tia passaram e, infelizmente, a minha mãe também passará. E isso… também não vai ser tarefa fácil.
11 de julho de 2008
6 de julho de 2008
Drama.
Isto de ir ao shopping, às vezes é um caso sério. É que eu até consigo entrar nas lojas de roupa e "ai que esta saia me fica tão bem..." e resistir. Depois até entro nas lojas de pulseirinhas e brinquinhos e anéis e carteiras, e sou bem capaz de não comprar nada. Cheia de coragem, ainda arrisco e vou à secção dos acessóriozinhos para o cabelinho-encaracolado-que-custa-a-dominar e, não sei bem como, resisto. Agora, quando ponho o pézinho dentro das lojas de roupa interior gira e fofinha e tudo e tudo e tudo... é que o caldo está entornado.
4 de julho de 2008
Decorações.
Por incrível que pareça, só hoje me dei conta que as cores que escolhi para decorar o blog há umas semanas, são exactamente as mesmas que escolhi para decorar o meu cantinho, há uns meses.




Como se pode ver... ando muito rosinha e lilás! :)
Só é pena esta última foto ser pura ficção, porque as cortinas ainda não foram penduradas! Como se costuma dizer: "Casa de ferreiro, espeto de pau..."
Desde 1985...
...que o índice de felicidade dos Portugueses desce gradualmente.
Das duas uma: ou eu tenho feito muita gente infeliz, ou desde 1985 que ninguém fica tão feliz por alguém nascer! :)
Das duas uma: ou eu tenho feito muita gente infeliz, ou desde 1985 que ninguém fica tão feliz por alguém nascer! :)
Segundo fonte segura...
...estou a meio caminho entre santa e rebelde. Uhh!
Pode ainda dizer-se que sou casmurra, impulsiva e vingativa... e há dias em que sou louca!
Pode ainda dizer-se que sou casmurra, impulsiva e vingativa... e há dias em que sou louca!
Tenham medo, muito medo.
3 de julho de 2008
Hoje.
Hoje poderia escrever um daqueles textinhos poéticos para expressar o quão frustrada comigo própria me sinto. Porque insisto em repetir os mesmos erros vezes sem conta, ainda que todos à minha volta me chamem à razão.
Hoje poderia escrever de mil e uma formas diferentes, quiçá com algum floreado, o que na verdade se resume numa só palavra:
...estupidez.
2 de julho de 2008
Para vocês que duvidaram...
Sim, eu sei que estou um pouco atrasada, mas o suporte da máquina estava avariado... E sim, também sei que é impossível não reparar na bela da toalha lá atrás... :P
30 de junho de 2008
Não tivesse eu que poupar muito, muito, muito...
...e era menina para me meter numa coisinha destas.
Já há uns seis anos que digo que um dia vou aprender. Agora que surge a oportunidade ideal, morro de vontade... mas não vai passar disso. :(
Um dia olho para trás... e já não vou a tempo. Não dizem que burro velho não aprende línguas?
Já há uns seis anos que digo que um dia vou aprender. Agora que surge a oportunidade ideal, morro de vontade... mas não vai passar disso. :(
Um dia olho para trás... e já não vou a tempo. Não dizem que burro velho não aprende línguas?
Gosto, gosto, gosto!
Palavras para quê?! Gosto da letra, fica no ouvido... e já me deixou várias vezes no carro à espera que acabasse! :)
Natasha Bedingfield - Pocket Full of Sunshine
19 de junho de 2008
Campo ou Cidade?
Nova Iorque
Nova Iorque foi a primeira cidade que me veio à cabeça, como extremo de comparação. Achei que iria resultar e resultou. Muito mais do que estava à espera. É tudo tão cinzento! Assustador, não?
Pensava eu que vivia numa cidade. Vivo no campo e não sabia!... :)
17 de junho de 2008
14 de junho de 2008
Para ti, querido amigo.
Ainda não é hora. Talvez amanhã, talvez para o ano que vem. Talvez quando for demasiado tarde, talvez não. Quando o meu coração disser que sim... eu volto. Para já, vou continuar no meu cantinho.
Um beijinho, com saudades de verdade*
13 de junho de 2008
Hoje.
Adormeci. Não estudei nada do que queria. Almocei. Fui. Cheguei. Perdi-me. Esperei. Sim, vai ter que fazer um trabalho. Um resumo. Um livro pequenino. Perdi-me. Biblioteca. Perdi-me. Encontrei o livro pequenino... de 200 páginas. Não, não tem cartãozinho, não pode requisitar. Tem de tirar cópias. Não tem cartãozinho, também não pode levar para tirar cópias. Burocracias. O tempo a passar. Frustração. Só me quero ir embora, não pertenço aqui. Consegui o livro. Piso 1. Cópias? Para hoje já não dá. Piso -1. Perdi-me. Cópias? Só com o cartãozinho. Piso 1. Menina, faça-me esse favor... Cópias. Voltei.
Um trabalho e um exame, de uma cadeira "opcional" que não me vai servir de nada e que me obrigaram a fazer numa faculdade que não é a minha. As "cópias" estão ali. Os apontamentos também. O exame é amanhã de manhã. Se vou lá estar é que já não sei.
12 de junho de 2008
11 de junho de 2008
É hoje!
Amanhã vou ao dentista. Se hoje ganharmos, ponho elásticos verdes e vermelhos!
(Ou então não!)
(Ou então não!)
9 de junho de 2008
Home alone... again.
Hoje afogo as minhas mágoas numa bela lasanha do Lidl, enquanto vejo mais um episódio do brilhante House.
8 de junho de 2008
Why I Jumped
Nunca tinha ouvido falar desta história e confesso que fiquei um pouco perturbada. Sobretudo quando a meio do filme mostram as imagens reais de Tina Zahn a saltar da ponte. Ela não fez fita, não ameaçou. Simplesmente parou o carro... e saltou. Mas Deus estava ali e ela foi miraculosamente salva por um polícia que tinha acabado de parar o carro e que a conseguiu agarrar pelo pulso.
É real. Há mulheres que sofrem tanto depois de terem um bebé, que chegam a querer suicidar-se. Eu não sabia.
Do tal último dia.
Dias passadas a fazer análises estatísticas, gráficos e slides xpto para o trabalho final de Preparação para Estágio.
Horas (seis, 6) todos metidos non-stop num anfiteatro, para a apresentação de todos os (doze, 12) trabalhos.
No regresso a casa:
Luísa - Bem... os nossos gráficos eram os mais giros!
Eu (presunçosa) - Pois eram. Estás a ver, até aprendeste umas coisas comigo ao fim de tantos trabalhos juntas!
Luísa - Olha, olha... aprendi algumas coisas, nada de especial!
Eu (de beicinho) - Pois... não sirvo para nada!
Luísa - Oh... lá estás tu a tirar conclusões sem significado estatístico!
Este... vai ser um trauma difícil de ultrapassar!
7 de junho de 2008
Ok...
...confesso que já não me lembrava como era ver um jogo de Portugal, com o coração aos pulos por saber que até somos meninos para ir longe. Ao mesmo tempo que quero que o Europeu para nós acabe rápido, dou por mim a imaginar-nos na final. Hoje, senhores jogadores da Selecção Portuguesa, vocês baralharam-me o esquema todo!
Vá, gozem-me à vontadinha... eu hoje estou muito orgulhosa! :)
Vá, gozem-me à vontadinha... eu hoje estou muito orgulhosa! :)
Dolce fare niente
Hoje o meu trabalho esteve completamente às moscas durante 3 horas. Sentada ! a uma das mesas, saboreei o Portugal-Turquia do princípio ao fim, enquanto me pagavam para estar ali! :)
6 de junho de 2008
4 de junho de 2008
3 de junho de 2008
É um buraco, faxavor...
Há dias em que, definitivamente, mais valia nem sequer ter saído da cama.
Ontem ao início da tarde, ao chegar à faculdade, o meu carro ganhou vida própria, saiu do lugar onde o tinha estacionado, deu meia volta e foi bater de traseira num outro carro que estava a estacionar dois lugares ao lado. Tudo isto na minha ausência. Já eu estava a 30m de distância, quando o dono do outro carro vem ter comigo a correr esbaforido. Enquanto me aproximo do local só me sai um "Olhe que aquele não é o meu carro... que eu estacionei-o virado para o lado oposto!" Infelizmente era. Como senti que ainda não era emoção suficiente para o meu dia, consegui arranjar maneira de perder a chave do carro. Era meia-noite e estava eu a telefonar para me irem buscar com a chave suplente.
Como se pode ver... ando cheia de sorte.
Ontem ao início da tarde, ao chegar à faculdade, o meu carro ganhou vida própria, saiu do lugar onde o tinha estacionado, deu meia volta e foi bater de traseira num outro carro que estava a estacionar dois lugares ao lado. Tudo isto na minha ausência. Já eu estava a 30m de distância, quando o dono do outro carro vem ter comigo a correr esbaforido. Enquanto me aproximo do local só me sai um "Olhe que aquele não é o meu carro... que eu estacionei-o virado para o lado oposto!" Infelizmente era. Como senti que ainda não era emoção suficiente para o meu dia, consegui arranjar maneira de perder a chave do carro. Era meia-noite e estava eu a telefonar para me irem buscar com a chave suplente.
Como se pode ver... ando cheia de sorte.
29 de maio de 2008
Sentir o coração apertadinho...
...por saber que o dia começou tão perto e vai terminar a milhares de km de distância. Sentir o coração apertadinho por saber que pode ser por um mês inteiro.
Ultimamente...
...ando assim, sem saber bem como. Não sei se estou feliz, se estou triste, ou se estou só com medo. Ser crescida não tem piada nenhuma. E esta coisa de ter que tomar decisões importantes, daquelas que podem definir o meu futuro... tem muito que se lhe diga. Num dia sinto-me capaz de fazer mil e uma coisas e no dia seguinte sinto que nada vai dar certo. Num dia quero é desafios e no outro convenço-me que só vou ser uma desilusão, para mim e para os outros. Sinto-me pequenina e que não quero mais aventuras. Não sei o que me espera daqui a alguns meses. Ao mesmo tempo que o meu coração anseia que chegue a hora... dou por mim a chorar apavorada. Quero muito... e muito pouco.
Ultimamente ando assim. Indefinida.

13 de maio de 2008
Descobri...


Vira o disco e toca o mesmo.
Ainda agora o semestre começou e a época de exames (a minha última) já está aí à porta. Acumulam-se os trabalhos e outras coisinhas chatinhas para fazer. Começa o stress dos apontamentos que não estão em dia. É o pânico de não saber resolver os casos clínicos e as promessas do semestre passado que se ouvem ao longe "Ai...que eu p'ró próximo semestre vou resolver os casos todos a tempo e horas!" Começa o friozinho na barriga de quem sabe que, para não variar, se baldou demasiado.
É vira o disco e toca o mesmo. Agora é acelerar o passo, ou isto vai correr mal. Ai vai, vai.
É vira o disco e toca o mesmo. Agora é acelerar o passo, ou isto vai correr mal. Ai vai, vai.
12 de maio de 2008
30 de abril de 2008
Este post ainda não sabe se é triste ou feliz.

Só sou fitada por uma semana, porque no próximo domingo queimo as minhas fitas e imponho a roseta. Recebo a minha cartola e a bengala. Começa uma semana que vai ficar para sempre na minha memória. A minha Queima das Fitas. Porque, este ano, sou finalista.
Infelizmente, e graças a Bolonha, o meu ano é um ano de transição. O meu curso já não é de 5 anos, mas também ainda não é de 4. Não posso ser fitada em condições. Não posso ir no cortejo a abanar as minhas fitas. Não posso construir o carro, nem passar a tribuna em cima dele. Se para quem nunca viveu a praxe, nada disto faz sentido... para mim faz, e muito. Já chorei baba e ranho mas se é assim que tem que ser... seja. Resta-me aproveitar cada momento que falta... ainda que se me aperte o coração por saber que tudo está no fim. Ainda não me sinto uma finalista... restam uns dias para me habituar à ideia. :)
29 de abril de 2008
16 de abril de 2008
Do filme...

- Faltei ao nosso primeiro pôr-do-sol na varanda nova.
- Só isso?
- O pôr-do-sol não me diz nada!...
- É natural! O mundo divide-se entre aqueles que gostam do pôr-do-sol e aqueles que não gostam. As pessoas como tu nunca estão felizes. Tu és ansioso, um perfeccionista egocêntrico que não consegue estar quieto e que morrerá sozinho, com um milhão de dólares e mil mágoas. Mas os que conseguem descontrair-se e apreciar o pôr-do-sol, de mãos dadas, ao fim do dia... Esses sim, é que são felizes."
After the Sunset (Golpe no Paraíso)
Eu gosto! :)
Cinema em casa...
...com as amigas! :) Enroladas nas mantas, com conversas animadas, bolachas e muitas pipocas à mistura. Lá fora, o que era "um dia demasiado bom para ficar em casa a estudar" passou a um temporal. Com a chuva a bater na janela, ainda soube melhor ficar aqui no quentinho!
De repente...
...ficou tudo muito real. O que parecia muito distante e incerto, está agora ao alcance da minha mão. O que não passava de uma coisa que eu queria muito... é agora quase realidade. Tenho o coração aos pulos de felicidade, medo e ansiedade. Tudo misturado.
Está quase.
Está quase.
15 de abril de 2008
É quando o tempo aquece...
13 de abril de 2008
Post de gaja
Socorro! As minhas unhas estão a descascar como se não houvesse amanhã! Nunca me aconteceu tal coisa... :(
12 de abril de 2008
Meio-dia.
Entra a mãe, a filha e uma outra senhora que suponho ser amiga. Filha com cerca de 10 anos, com claro excesso de peso, talvez obesidade. Sentam-se. Eu aproximo-me da mesa, para que façam o pedido.

Guidinha - Não.
Mãe - Escolhe alguma coisa, Guidinha! Queres um leite achocolatado?
Guidinha - Não!
Mãe - E um bolinho? Escolhe umas miniaturas!
Guidinha - Oh mãe...
Mãe - (agarra a Guidinha pela mão) Anda cá comigo, que vamos ali ver!"
No final, a Guidinha acabou a mastigar uma pastilha elástica... Ainda que não quisesse nada. Custou, mas eu fui linda e até consegui não me meter na conversa!
8 de abril de 2008
Porque é que...
...os últimos vinte minutos de uma viagem de quase três horas demoram sempre mais a passar que os primeiros? :)
6 de abril de 2008
Digo constantemente a mim mesma...
...que o meu trabalho me está a ajudar a crescer. Que engolir sapos e calar mesmo quando dá muita vontade de responder só pode servir para moldar a minha personalidade. Que lidar com pessoas pequeninas, para as quais uma discussão é o momento alto do dia, só vai servir para me preparar. Que quando trabalhar "a sério" vou ter muito mais estofo para enfrentar as situações e os atritos que vão surgir. Que vou aprender a passar ao lado de quem diz mentiras sobre mim. Que um dia vai ser mais fácil porque vou saber lidar com os conflitos. Evitar discussões.
Acho que prefiro acreditar que sou eu. Que as pessoas não são assim tão más, eu é que não sei lidar com elas e tenho que mudar. Não queria ter que chegar a casa com a cabeça a latejar e com lágrimas nos olhos...
Acho que prefiro acreditar que sou eu. Que as pessoas não são assim tão más, eu é que não sei lidar com elas e tenho que mudar. Não queria ter que chegar a casa com a cabeça a latejar e com lágrimas nos olhos...
5 de abril de 2008
Sunscreen
Ver, ler e ouvir até ao fim. :)
Uma vez um professor disse-nos:
"Ao longo da vossa vida, vocês vão perceber que é sempre assim. É só na véspera do exame que achamos que devíamos ter de novo todas as aulas. É só quando começamos a trabalhar que descobrimos tudo o que deveríamos ter feito e aproveitado durante o curso. É só quando nos tornamos pais, que sabemos como deveríamos ter sido enquanto filhos. É só quando os nossos filhos saem de casa que nos sentimos preparados para ser pais."
Marcou-me, de tão verdade que é. Só nos sentimos preparados para as coisas... quando já passamos por elas. E não sabemos o que vai ser o dia de amanhã, nem o que vamos desejar ter feito hoje. Tenho medo disso. Tenho medo de um dia olhar para trás e achar que devia ter feito mais. Muito mais. Quero viver e aproveitar. Fazer algo de assustador todos os dias. Ser eu e mais ninguém. Fazer o que achar que devo fazer e deixar de adiar isto e aquilo. Dar valor ao que interessa e a quem interessa e deixar de me preocupar com coisas e pessoas pequeninas.
Hoje este filme deixou-me a pensar. Provavelmente até nem diz nada de novo, mas há dias em que tudo faz muito sentido... e percebemos que ainda há muito para fazer e muitas arestas a limar na nossa personalidade e no nosso dia-a-dia.
Amanhã vou comprar protector solar!
"Ao longo da vossa vida, vocês vão perceber que é sempre assim. É só na véspera do exame que achamos que devíamos ter de novo todas as aulas. É só quando começamos a trabalhar que descobrimos tudo o que deveríamos ter feito e aproveitado durante o curso. É só quando nos tornamos pais, que sabemos como deveríamos ter sido enquanto filhos. É só quando os nossos filhos saem de casa que nos sentimos preparados para ser pais."
Marcou-me, de tão verdade que é. Só nos sentimos preparados para as coisas... quando já passamos por elas. E não sabemos o que vai ser o dia de amanhã, nem o que vamos desejar ter feito hoje. Tenho medo disso. Tenho medo de um dia olhar para trás e achar que devia ter feito mais. Muito mais. Quero viver e aproveitar. Fazer algo de assustador todos os dias. Ser eu e mais ninguém. Fazer o que achar que devo fazer e deixar de adiar isto e aquilo. Dar valor ao que interessa e a quem interessa e deixar de me preocupar com coisas e pessoas pequeninas.
Hoje este filme deixou-me a pensar. Provavelmente até nem diz nada de novo, mas há dias em que tudo faz muito sentido... e percebemos que ainda há muito para fazer e muitas arestas a limar na nossa personalidade e no nosso dia-a-dia.
Amanhã vou comprar protector solar!
4 de abril de 2008
O cúmulo da distracção...
...é alguém levar o carro para a faculdade, apanhar dois autocarros para voltar para casa, chegar e pensar que a mãe foi querida e até pôs o carro na garagem... e só se lembrar quando está a meter a chave na fechadura.
3 de abril de 2008
Consultas animadas.
Ontem foi mais um dia de consultas no hospital. A primeira doente, uma senhora de 68 anos, ia acompanhada pelo marido. Eram um consolo. Rimos tanto... que eu fui buscar o caderno para apontar as coisas que eles diziam. Começou por se desculpar, dizendo à nutricionista que estava a fazer medicação:
"- Ó senhora doutora, olhe que eu estou a tomar antibióticos e vitaminas!
- Então, mas os antibióticos engordam, é?
- Não sei... mas as vitaminas sim!"
O marido ajudava-a no relato do que tinha comido no dia anterior e notava-se que eram unidos. Trabalhavam no campo, iam os dois ao fim da tarde fazer a caminhada recomendada, ele acompanhava-a na dieta e sabia o que ela ia comendo... faziam tudo juntos. Mais uma vez, fiquei deliciada! :) Ele acrescentava:
"Ó senhora doutora, ela agora não come isto e aquilo, e eu fico desconsolado, que também não posso comer!"
Ela dizia que tudo o que comia era "assim" (juntava o polegar ao indicador, formando um círculo pequenino) e repetia:
"Ó senhora doutora, eu tenho o poder de engordar!!" "Dê-me qualquer coisinha para me ajudaaaaarrr... é que eu esta semana estive quase quase para comprar aquela coisaaa que até dá na televisão!"
Para completar, o senhor ficou muito surpreendido quando lhe foi dito que o azeite tinha que ser pouquinho, porque apesar de ser uma gordura boa, não deixava de ser uma gordura:
"Ó senhora doutora, o azeite engorda?! É que eu gosto muito de batatinhas e elas têm que estar a navegar no azeite!"
Um dia escrevo um livro com estas coisas! :)
"- Ó senhora doutora, olhe que eu estou a tomar antibióticos e vitaminas!
- Então, mas os antibióticos engordam, é?
- Não sei... mas as vitaminas sim!"
O marido ajudava-a no relato do que tinha comido no dia anterior e notava-se que eram unidos. Trabalhavam no campo, iam os dois ao fim da tarde fazer a caminhada recomendada, ele acompanhava-a na dieta e sabia o que ela ia comendo... faziam tudo juntos. Mais uma vez, fiquei deliciada! :) Ele acrescentava:
"Ó senhora doutora, ela agora não come isto e aquilo, e eu fico desconsolado, que também não posso comer!"
Ela dizia que tudo o que comia era "assim" (juntava o polegar ao indicador, formando um círculo pequenino) e repetia:
"Ó senhora doutora, eu tenho o poder de engordar!!" "Dê-me qualquer coisinha para me ajudaaaaarrr... é que eu esta semana estive quase quase para comprar aquela coisaaa que até dá na televisão!"
Para completar, o senhor ficou muito surpreendido quando lhe foi dito que o azeite tinha que ser pouquinho, porque apesar de ser uma gordura boa, não deixava de ser uma gordura:
"Ó senhora doutora, o azeite engorda?! É que eu gosto muito de batatinhas e elas têm que estar a navegar no azeite!"
Um dia escrevo um livro com estas coisas! :)
1 de abril de 2008
"Não sou muito de doces!"

Estávamos todas na fila da cantina. O que eu realmente queria dizer (disso eu lembro-me) é que numa festa, por exemplo, entre os doces e os salgados, me inclinava mais para os salgados. Que pegava mais depressa num salgadinho que num pedaço de bolo... Mas pronto... não foi bem isso que disse. E agora, se não sou gozada todos os dias pelas minhas amigas, é quase! Elas contam as vezes que como lambarices ao longo do dia... e eu já penso duas vezes antes de tirar uma mousse ou uma gelatina na cantina como sobremesa, antes de ir à máquina buscar um chocolate ou um bolo cheio de creme, ou antes de tirar um chocolate quente... só para não as ter à perna! É que definitivamente... doces é comigo.
Como diria o Donald, "eu e o meu grande bico"!
30 de março de 2008
Ainda há crianças educadas.
Há crianças que sabem comportar-se melhor que muitos adultos. Crianças que sabem falar e me pedem direitinho o que querem, acrescentando se faz favor no final. Que sorriem e dizem obrigado quando pouso o pedido na mesa. Que voltam a sorrir e dizem que sim, quando passo por elas e pergunto se está bom. Que deixam o sítio onde comeram limpinho e dizem até amanhã quando vão embora.
Não é de ficar deliciada? :)
Não é de ficar deliciada? :)
De pequenino...
Já não é a primeira vez que calho de ir com o meu irmão comprar qualquer coisa para mim. E o mais incrível... é que gosto! Ele dá palpites e diz o que gosta e o que não gosta. "Essa fica-te bem." ou "Essa não, que está apertada." ou "Essas são giras, mas não gosto com essa camisola." ou "Não gostas mais desta?"... entre muitos comentários de gente crescida. No final, acabo sempre por concordar com ele. E quando pergunto opinião a mais alguém, recebo as mesmas respostas! O meu irmão vai ser o namorado que todas as mulheres sempre quiseram ter. Ou então não. Mas que o rapaz tem bom gosto... lá isso é verdade!
E não, não tem tendências duvidosas. Muito pelo contrário. E até namora com a Raquel Sofia. Ela é que ainda não sabe! :)
E não, não tem tendências duvidosas. Muito pelo contrário. E até namora com a Raquel Sofia. Ela é que ainda não sabe! :)
28 de março de 2008
Aqui, algures.
Um bocadinho de ti. A fingir que corres, a fingir que trabalhas. Ui, que profissional! :) E eu, posso puxar para trás e para a frente e ver-te as vezes que bem me apetecer.
26 de março de 2008
Não, claro que não me preocupo...
Ouvi, pela primeira vez, que tinha um quisto num ovário, por acaso, quando fui fazer uma ecografia por causa de uma infecção urinária. Disseram-mo como se fosse a coisa mais natural do mundo. Não me aconselharam nada nem me voltaram a falar no assunto. Não me preocupei.
Da segunda vez, passadas poucas semanas, e no mesmo contexto, a médica disse-me que o quisto tinha 7 por 8 centímetros. Perguntei se não seriam milímetros. Não. "Mas não se preocupe, que isto desaparece com a pílula." E eu também não me preocupei.
Hoje voltei a fazer uma ecografia. Porque me sentia esquisita e desconfortável e sentia que aquilo não estava nada a desaparecer. Porque me queixei à médica de família e ela não acreditava que eu tivesse um quisto daquele tamanho. "Não são 8 milímetros, Débora?" Não.
"Volumoso quisto bem delimitado com cerca de 8,3 x 9,7 cm de diâmetro no ovário esquerdo."
Voltaram com o mesmo discurso. "Pois... isto com a pílula não vai lá. Mas não se preocupe, que até fazem isso com cirurgia laparoscópica." É claro que não me preocupo. Tenho uma coisa maior que uma bola de ténis (e a aumentar de tamanho) presa a uma coisinha tão pequena como uma amêndoa, mas não há razões para me preocupar. Por este andar, daqui a mais umas semanas vão dizer-me que afinal vou ter que tirar o ovário esquerdo "mas não se preocupe, que a menina ainda tem o direito." Mas não me preocupo.
Ainda bem que me disseram para não me preocupar.
Da segunda vez, passadas poucas semanas, e no mesmo contexto, a médica disse-me que o quisto tinha 7 por 8 centímetros. Perguntei se não seriam milímetros. Não. "Mas não se preocupe, que isto desaparece com a pílula." E eu também não me preocupei.
Hoje voltei a fazer uma ecografia. Porque me sentia esquisita e desconfortável e sentia que aquilo não estava nada a desaparecer. Porque me queixei à médica de família e ela não acreditava que eu tivesse um quisto daquele tamanho. "Não são 8 milímetros, Débora?" Não.
"Volumoso quisto bem delimitado com cerca de 8,3 x 9,7 cm de diâmetro no ovário esquerdo."
Voltaram com o mesmo discurso. "Pois... isto com a pílula não vai lá. Mas não se preocupe, que até fazem isso com cirurgia laparoscópica." É claro que não me preocupo. Tenho uma coisa maior que uma bola de ténis (e a aumentar de tamanho) presa a uma coisinha tão pequena como uma amêndoa, mas não há razões para me preocupar. Por este andar, daqui a mais umas semanas vão dizer-me que afinal vou ter que tirar o ovário esquerdo "mas não se preocupe, que a menina ainda tem o direito." Mas não me preocupo.
Ainda bem que me disseram para não me preocupar.
August Rush
Para sorrir e para chorar.
Para ficar com um nervoso miudinho do princípio ao fim.
Vi e gostei. Muito.
Para ficar com um nervoso miudinho do princípio ao fim.
Vi e gostei. Muito.
25 de março de 2008
Saudades... de vestir preto.
Vesti-me e encontrei a custo umas meias pretas no fundo da gaveta. Calcei os sapatos que, contra a minha vontade, agora têm capas novas, porque as outras já tinham desaparecido. Os sapatos que até já andaram com um tacão colado com super cola 3! Apertei a gravata cujo nó nunca aprendi a fazer, vesti o casaco e tracei a capa que já fingiu ser veterana.
Olhei-me ao espelho e voltei a sentir aquele friozinho na barriga.
Relembrei o orgulho que sentia de cada vez que saía à rua de preto. O prazer que tinha quando notava as pessoas a olhar... e a vontade de dizer a toda a gente que tinha conseguido. Que estava ali. Relembrei semanas após semanas em que só vestia uma roupa diferente ao fim de semana... e nunca me cansava. Relembrei o ter que lavar as camisas de um dia para o outro, e esperar que secassem. Relembrei os dias de chuva em que chegava à faculdade molhadinha até à roupa interior... e ainda assim, no dia seguinte voltava a trajar. Relembrei que nunca foi demasiado quente nem demasiado frio. Nunca foi apertado nem largo e muito menos desconfortável. Para mim, o traje era perfeito... e havia dias em que não me sentiria melhor com nenhuma outra roupa.
Hoje vesti o traje e voltei a passear-me de preto nos corredores da faculdade. Tinha saudades. Decidi que vou aproveitar o pouco mais de dois meses de aulas que me restam, guardar o resto da roupinha no armário... e trajar até mais não.
24 de março de 2008
É favor...
É que, Carla, hoje foi mesmo uma daquelas "tardes passadas em casa, no quentinho, a vê-la pela janela"!
22 de março de 2008
Prinverno
Para receber a Primavera, ontem a chuva fez uma pausa e fingiu que não estava por perto. O Sol deu ares de sua graça e fez acreditar que vinha para ficar. E pela primeira vez no ano, até andei de manga curta. Pena... mas foi só mesmo um cheirinho. Acho que este Inverno horroroso ainda não acabou. :(
A Primavera ainda é de faz de conta...
A Primavera ainda é de faz de conta...
21 de março de 2008
20 de março de 2008
19 de março de 2008
Coração mole... até ver.
Tenho tentado. Acho que vou acabar por sair magoada outra vez... mas não queria um dia olhar para trás e perceber que já é tarde demais. Dói quando percebemos que já fomos muito magoados e que voltamos sempre ao mesmo. Mas há sempre a esperança que um dia as coisas sejam diferentes.
Hoje é dia do pai. Hoje telefonei-lhe.
Hoje é dia do pai. Hoje telefonei-lhe.
18 de março de 2008
Coisas simples...
Gosto muito de receber flores. E no entanto, dou mais valor a um ramo mais simples, que a um ramo que sei ter custado um balúrdio. E dou mais valor a um ramo daqueles cheiinhos de flores simples e cores do campo, que parecem ter sido escolhidas uma a uma, enquanto se passeia. Daqueles de encher os braços. Gosto das gerberas e dos girassóis. Dos lírios e das tulipas.
Mas isso sou eu, que gosto de coisas simples.
Lá no trabalho, decidiram fazer uma 'vaquinha' de quase 100€ para oferecer um arranjo de flores... É para uma pessoa de quem gosto muito, mas continuo a achar um exagero. As comprinhas que não se faziam com 100€...
Mas isso sou eu, que gosto de coisas simples.
Lá no trabalho, decidiram fazer uma 'vaquinha' de quase 100€ para oferecer um arranjo de flores... É para uma pessoa de quem gosto muito, mas continuo a achar um exagero. As comprinhas que não se faziam com 100€...
16 de março de 2008
Betty Feia
No espaço de uma semana...
...três pessoas diferentes que não se conhecem...
...em três circunstâncias diferentes...
Já me disseram que era mentira, mas acho que continuo com uma crise de identidade.
15 de março de 2008
"Obrigada, mas dispenso..."
Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez. Jean Cocteau
Li esta frase num blogue por aí, já não me lembro de quem. O certo é que ficou na memória. E neste momento, faz todo o sentido.
Será que as pessoas têm prazer em dizer aos outros que não vão conseguir fazer isto ou aquilo? Será que por não terem conseguido realizar os seus planos e terem posto de parte os seus sonhos, se sentem mais confortáveis por se certificarem que não serão os únicos?
Há três senhoras que quase todas as tardes vão à confeitaria onde trabalho comer o seu croissant e a sua 1/2 de leite. Há umas semanas, quando descobriram que estava a acabar o curso, fizeram questão de deixar claro que não iria arranjar trabalho. Há dois dias voltaram a perguntar: "És tu que estás a estudar, não és filha? Coitadinha... mais uma para o desemprego." Da primeira vez limitei-me ao silêncio, da segunda não ficaram sem resposta: "A senhora acha que isso se diz a alguém que está a acabar um curso? Tem mais é que dar ânimo e não deitar abaixo!" Foi a vez dela ficar em silêncio. Estou cansada destas pessoas. Até posso, de facto, ir para o desemprego... mas este tipo de comentários eu dispenso, obrigada.
Li esta frase num blogue por aí, já não me lembro de quem. O certo é que ficou na memória. E neste momento, faz todo o sentido.
Será que as pessoas têm prazer em dizer aos outros que não vão conseguir fazer isto ou aquilo? Será que por não terem conseguido realizar os seus planos e terem posto de parte os seus sonhos, se sentem mais confortáveis por se certificarem que não serão os únicos?
Há três senhoras que quase todas as tardes vão à confeitaria onde trabalho comer o seu croissant e a sua 1/2 de leite. Há umas semanas, quando descobriram que estava a acabar o curso, fizeram questão de deixar claro que não iria arranjar trabalho. Há dois dias voltaram a perguntar: "És tu que estás a estudar, não és filha? Coitadinha... mais uma para o desemprego." Da primeira vez limitei-me ao silêncio, da segunda não ficaram sem resposta: "A senhora acha que isso se diz a alguém que está a acabar um curso? Tem mais é que dar ânimo e não deitar abaixo!" Foi a vez dela ficar em silêncio. Estou cansada destas pessoas. Até posso, de facto, ir para o desemprego... mas este tipo de comentários eu dispenso, obrigada.
13 de março de 2008
Volta para trás, tempo... sim?
Há dias em que gostava de não ter crescido. Em que queria ser pequenina outra vez e deixar que os outros decidissem por mim. Em que dava de bom grado a autonomia que sempre quis em troca de alguma segurança. Em que queria não ter que me preocupar com o amanhã nem ter medo. Estou cansada. Neste momento nada é certo na minha vida... e não posso fazer planos com mais de umas semanas de avanço. Não sei o que fazer, o que querer, o que sentir... o que esperar de mim e dos outros. Sinto o peso de tantos problemas... e estou impotente. Gostava de confiar, mas não consigo.
Há dias em que as lágrimas são teimosas. Há dias em que me encolho e, com muita força, peço para desaparecer.
Há dias em que as lágrimas são teimosas. Há dias em que me encolho e, com muita força, peço para desaparecer.
Eles andem aí.

Quando estacionei, em frente ao S. João, o arrumador-jornaleiro quis impingir-me o Global, porque "então espere aí menina, que ainda não tem este!". Medo, muito medo.
Embora tenha começado por ser uma boa ideia, isto dos jornais gratuitos está-se a tornar um pandemónio. Não sei se lhe chame informação a mais, ou lixo a mais. Na verdade, dos que trago para casa, poucos são os que não vão directamente para o lixo depois de ficarem encostados um ou dois dias.
Acho que é a nova "publicidade não endereçada". Só não a põem na nossa caixa do correio - entregam-na directamente nas nossas mãos, o que não deixa de ser cómico.
10 de março de 2008
Começar bem o dia...
... é ir de autocarro para a baixa do Porto, a uma 2ª feira, às 9h da manhã, a chover a potes.
Como ele diria... the perfect storm. Paciência, muita paciência.
Como ele diria... the perfect storm. Paciência, muita paciência.
7 de março de 2008
Arrufos... de namorados.
À hora do jantar, sem tirar nem pôr:
"Então e a Raquel Sofia, está boa?
Vasco - Olha... foi-se!
Foi-se? Que aconteceu??
Vasco - Andam a dizer que eu gosto da Laura!!!
A sério??
Vasco - E ainda por cima, na festa de um amigo, ela e a namorada do Pedro viram-nos a brincar com a Laura... a BRINCAR, per-ce-bes?! Eu brinco com toda a gente!! E agora andam as duas cheias de ciúmes!!!"
Têm 8 anos. Eu com 8 anos era uma cocó... vocês não?!
"Então e a Raquel Sofia, está boa?
Vasco - Olha... foi-se!
Foi-se? Que aconteceu??
Vasco - Andam a dizer que eu gosto da Laura!!!
A sério??
Vasco - E ainda por cima, na festa de um amigo, ela e a namorada do Pedro viram-nos a brincar com a Laura... a BRINCAR, per-ce-bes?! Eu brinco com toda a gente!! E agora andam as duas cheias de ciúmes!!!"
Têm 8 anos. Eu com 8 anos era uma cocó... vocês não?!
O famigerado aipóde!

Hoje recebi um mail a felicitar-me! Adivinhem!! Ganhei um fantástico... íman decorativo!!!!! De facto, o prémio ficou por aqui perto (em Gaia), mas não foi comigo concerteza!
A todos os que ainda hoje vêm ter comigo (inclusivé na faculdade, que vergonha) a perguntar se ganhei o tal iPod... quero agradecer-vos e dizer que estou realmente muito feliz! Na verdade, o que eu queria era mesmo o tal íman... lol!
6 de março de 2008
5 de março de 2008
A arte de bem aparvalhar.
Há pessoas que são peritas na arte de aparvalhar. E vá-se lá saber porquê, eu tenho tendência a dar-me muito bem com esse tipo de pessoas. =) E olhem que quando duas pessoas assim se juntam, tudo pode acontecer!
As conversas com ele são, na maior parte das vezes, uma risota. Seja pelos assuntos estapafúrdios, pelos insultos com uma base de sentimento (hihi) ou mesmo pelas conversas ilógicas de puros "blás"... quando falamos há sempre umas boas gargalhadas à mistura. Merci por estes momentos Luisinho!
As conversas com ele são, na maior parte das vezes, uma risota. Seja pelos assuntos estapafúrdios, pelos insultos com uma base de sentimento (hihi) ou mesmo pelas conversas ilógicas de puros "blás"... quando falamos há sempre umas boas gargalhadas à mistura. Merci por estes momentos Luisinho!
4 de março de 2008
Quero partilhar...
...que falei hoje com o nutricionista do Centro de Saúde em que gostava de estagiar. Perguntei-lhe qual a disponibilidade dele para receber um estagiário e a resposta foi um "Disponibilidade total! O que nós queremos é gente para trabalhar!". Agora é tratar de burocracias e esperar que não haja entraves... É que mal posso esperar por ser "explorada"! :)
3 de março de 2008
Ironias
Começou o dia a ouvir dizer que tinha pouca lágrima e comprou um frasquinho de "lágrima artificial".
Acabou o dia a chorar.
Acabou o dia a chorar.
2 de março de 2008
World without glasses.

Vou ali fazer um peeling para tirar as rugas todas que ganhei... e já volto.
Mudança à força...
Já estava habituada aos olhares de esguelha para o meu velhinho siemens. E por muito que falassem, para mim não havia melhor. Qual topo de gama, qual quê! Nenhum outro resistia às quedas como ele... e há 5 anos que bato o pé e digo que não mudo!
Infelizmente... o desgraçado faleceu. Consegui inutilizá-lo da forma mais original de sempre. Primeiro perdeu uma tecla, que se separou do resto do teclado, numa das 500 quedas diárias. Depois... estragou-se o carregador. Incrível, ham?
A todos os que já torciam pela mudança de telemóvel, chegou finalmente o momento. Ainda estou de luto, mas se tem que ser... venha de lá o brinquedo novo.
Infelizmente... o desgraçado faleceu. Consegui inutilizá-lo da forma mais original de sempre. Primeiro perdeu uma tecla, que se separou do resto do teclado, numa das 500 quedas diárias. Depois... estragou-se o carregador. Incrível, ham?
A todos os que já torciam pela mudança de telemóvel, chegou finalmente o momento. Ainda estou de luto, mas se tem que ser... venha de lá o brinquedo novo.
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