Lilypie Third Birthday tickers
Lilypie First Birthday tickers


19 de março de 2008

Coração mole... até ver.

Tenho tentado. Acho que vou acabar por sair magoada outra vez... mas não queria um dia olhar para trás e perceber que já é tarde demais. Dói quando percebemos que já fomos muito magoados e que voltamos sempre ao mesmo. Mas há sempre a esperança que um dia as coisas sejam diferentes.

Hoje é dia do pai. Hoje telefonei-lhe.

18 de março de 2008

...assim.

Coisas simples...

Gosto muito de receber flores. E no entanto, dou mais valor a um ramo mais simples, que a um ramo que sei ter custado um balúrdio. E dou mais valor a um ramo daqueles cheiinhos de flores simples e cores do campo, que parecem ter sido escolhidas uma a uma, enquanto se passeia. Daqueles de encher os braços. Gosto das gerberas e dos girassóis. Dos lírios e das tulipas.

Mas isso sou eu, que gosto de coisas simples.

Lá no trabalho, decidiram fazer uma 'vaquinha' de quase 100€ para oferecer um arranjo de flores... É para uma pessoa de quem gosto muito, mas continuo a achar um exagero. As comprinhas que não se faziam com 100€...

16 de março de 2008

Betty Feia

No espaço de uma semana...

...três pessoas diferentes que não se conhecem...

...em três circunstâncias diferentes...

...acharam que parecia uma certa e determinada personagem.

Já me disseram que era mentira, mas acho que continuo com uma crise de identidade.

15 de março de 2008

"Obrigada, mas dispenso..."

Ele não sabia que era impossível. Foi lá e fez. Jean Cocteau

Li esta frase num blogue por aí, já não me lembro de quem. O certo é que ficou na memória. E neste momento, faz todo o sentido.

Será que as pessoas têm prazer em dizer aos outros que não vão conseguir fazer isto ou aquilo? Será que por não terem conseguido realizar os seus planos e terem posto de parte os seus sonhos, se sentem mais confortáveis por se certificarem que não serão os únicos?

Há três senhoras que quase todas as tardes vão à confeitaria onde trabalho comer o seu croissant e a sua 1/2 de leite. Há umas semanas, quando descobriram que estava a acabar o curso, fizeram questão de deixar claro que não iria arranjar trabalho. Há dois dias voltaram a perguntar: "És tu que estás a estudar, não és filha? Coitadinha... mais uma para o desemprego." Da primeira vez limitei-me ao silêncio, da segunda não ficaram sem resposta: "A senhora acha que isso se diz a alguém que está a acabar um curso? Tem mais é que dar ânimo e não deitar abaixo!" Foi a vez dela ficar em silêncio. Estou cansada destas pessoas. Até posso, de facto, ir para o desemprego... mas este tipo de comentários eu dispenso, obrigada.

Mais uma moedinha...

... mais uma voltinha. E mais uma caixa de antibiótico para animar a malta.

Hoje acordei assim...




Gosto tanto, que não sabia se havia de sorrir, ou chorar.
Na dúvida, sorri.


Letra Carlos Tê / Rui Veloso
(clicar para ampliar)

13 de março de 2008

Volta para trás, tempo... sim?

Há dias em que gostava de não ter crescido. Em que queria ser pequenina outra vez e deixar que os outros decidissem por mim. Em que dava de bom grado a autonomia que sempre quis em troca de alguma segurança. Em que queria não ter que me preocupar com o amanhã nem ter medo. Estou cansada. Neste momento nada é certo na minha vida... e não posso fazer planos com mais de umas semanas de avanço. Não sei o que fazer, o que querer, o que sentir... o que esperar de mim e dos outros. Sinto o peso de tantos problemas... e estou impotente. Gostava de confiar, mas não consigo.

Há dias em que as lágrimas são teimosas. Há dias em que me encolho e, com muita força, peço para desaparecer.

Eles andem aí.

Hoje, a caminho da faculdade, parei nos semáforos da Areosa (quem conhece sabe do que falo) com o vidro aberto. Veio a primeira rapariga, entregou-me o Meia Hora. A seguir veio outra e deixou-me o Destak. Logo depois vieram mais duas - uma enfiou pela frincha o Metro e a outra uma caixinha de Trident Splash.
Quando estacionei, em frente ao S. João, o arrumador-jornaleiro quis impingir-me o Global, porque "então espere aí menina, que ainda não tem este!". Medo, muito medo.

Embora tenha começado por ser uma boa ideia, isto dos jornais gratuitos está-se a tornar um pandemónio. Não sei se lhe chame informação a mais, ou lixo a mais. Na verdade, dos que trago para casa, poucos são os que não vão directamente para o lixo depois de ficarem encostados um ou dois dias.
Acho que é a nova "publicidade não endereçada". Só não a põem na nossa caixa do correio - entregam-na directamente nas nossas mãos, o que não deixa de ser cómico.

10 de março de 2008

Chuva

Gosto muito. Mas só do lado de cá da janela.

Começar bem o dia...

... é ir de autocarro para a baixa do Porto, a uma 2ª feira, às 9h da manhã, a chover a potes.

Como ele diria... the perfect storm. Paciência, muita paciência.

7 de março de 2008

Magic



Colbie Caillat

Ainda que quisesse... não conseguiria explicar o quanto gosto desta música.

Arrufos... de namorados.

À hora do jantar, sem tirar nem pôr:

"Então e a Raquel Sofia, está boa?
Vasco - Olha... foi-se!
Foi-se? Que aconteceu??
Vasco - Andam a dizer que eu gosto da Laura!!!
A sério??
Vasco - E ainda por cima, na festa de um amigo, ela e a namorada do Pedro viram-nos a brincar com a Laura... a BRINCAR, per-ce-bes?! Eu brinco com toda a gente!! E agora andam as duas cheias de ciúmes!!!"

Têm 8 anos. Eu com 8 anos era uma cocó... vocês não?!

O famigerado aipóde!

Passei uma tarde inteira (chicoteiem-me, por favor) a convencer a malta a registar-se no site aqui perto (um site de pesquisa de restaurantes) para tentar ganhar um iPod Nano. Depois de 38 registos angariados, 9 novos restaurantes inseridos e comentários até nos que nunca sequer ouvi falar, cheguei ao 14º lugar e acabei em 18º.

Hoje recebi um mail a felicitar-me! Adivinhem!! Ganhei um fantástico... íman decorativo!!!!! De facto, o prémio ficou por aqui perto (em Gaia), mas não foi comigo concerteza!

A todos os que ainda hoje vêm ter comigo (inclusivé na faculdade, que vergonha) a perguntar se ganhei o tal iPod... quero agradecer-vos e dizer que estou realmente muito feliz! Na verdade, o que eu queria era mesmo o tal íman... lol!

6 de março de 2008

A discrição...

... é o mais importante, quando se usa aparelho aos 22 anos.

Este mês é azul e verde.

5 de março de 2008

A arte de bem aparvalhar.

Há pessoas que são peritas na arte de aparvalhar. E vá-se lá saber porquê, eu tenho tendência a dar-me muito bem com esse tipo de pessoas. =) E olhem que quando duas pessoas assim se juntam, tudo pode acontecer!

As conversas com ele são, na maior parte das vezes, uma risota. Seja pelos assuntos estapafúrdios, pelos insultos com uma base de sentimento (hihi) ou mesmo pelas conversas ilógicas de puros "blás"... quando falamos há sempre umas boas gargalhadas à mistura. Merci por estes momentos Luisinho!

to do list...

... para o novo melhor dia da semana! =)

Para contrastar com o resto dos dias, hoje estou atarefada, como se pode ver.

4 de março de 2008

Quero partilhar...

...que falei hoje com o nutricionista do Centro de Saúde em que gostava de estagiar. Perguntei-lhe qual a disponibilidade dele para receber um estagiário e a resposta foi um "Disponibilidade total! O que nós queremos é gente para trabalhar!". Agora é tratar de burocracias e esperar que não haja entraves... É que mal posso esperar por ser "explorada"! :)

E daqui a uns meses... lembrem-me estas palavras, sim?

3 de março de 2008

Ironias

Começou o dia a ouvir dizer que tinha pouca lágrima e comprou um frasquinho de "lágrima artificial".

Acabou o dia a chorar.

2 de março de 2008

World without glasses.

Estou em maré de azar. Não bastava o siemens, também os meus óculos tiveram um acidente de percurso: partiu-se uma lente. E venho por este meio confessar... que sem óculos não vejo um palmo à frente do nariz. É que não vejo mesmo. Agora imaginem como foi um fim-de-semana inteirinho a trabalhar sem óculos. Acho que nunca fiz tanta cara feia como ontem e hoje. E acho que também nunca se riram tanto às minhas custas.

Vou ali fazer um peeling para tirar as rugas todas que ganhei... e já volto.

Mudança à força...

Já estava habituada aos olhares de esguelha para o meu velhinho siemens. E por muito que falassem, para mim não havia melhor. Qual topo de gama, qual quê! Nenhum outro resistia às quedas como ele... e há 5 anos que bato o pé e digo que não mudo!

Infelizmente... o desgraçado faleceu. Consegui inutilizá-lo da forma mais original de sempre. Primeiro perdeu uma tecla, que se separou do resto do teclado, numa das 500 quedas diárias. Depois... estragou-se o carregador. Incrível, ham?

A todos os que já torciam pela mudança de telemóvel, chegou finalmente o momento. Ainda estou de luto, mas se tem que ser... venha de lá o brinquedo novo.

28 de fevereiro de 2008

... do cansaço.

Ela expressa (aqui, e aqui também), o que volta e meia me passa pela alma. E como ela... também eu me sinto por vezes.

Quando comecei a trabalhar, há cerca de um ano e meio, estudava de dia e trabalhava das 18h às 00h30, 5 dias por semana. Durante o primeiro mês, as ditas folgas eram para ir ao Hospital tratar um corte que fiz no dito emprego, logo na primeira semana.... E inevitavelmente, ao fim de algum tempo, chegou um ponto em que já não tinha uma vida. Sentar-me no autocarro era sinónimo de adormecer. Não tinha paciência para falar com ninguém e muito menos para ouvir. Só discutia com os que me rodeavam... e chorava. Por tudo e por nada.

Desisti... e comecei a trabalhar apenas ao fim-de-semana. Mais fácil, sim... mas implica estar sempre ali. Dispor de um fim-de-semana livre é um luxo ao qual só me posso dar para me enfiar no meio dos livros, e muito raramente. Limito-me aceitar que enquanto não começar a fazer aquilo que realmente quero (e para o qual estou a trabalhar) é assim que vai ser.

Entretanto, enquanto todos anseiam pelas sextas… eu anseio pelas segundas. E custa… quando na rádio não se calam com o "é sexta-feira!"… quando vamos todas “de fim-de-semana”, sabendo que para mim essas palavras têm um significado muito diferente. Custa ter de abdicar de pessoas e passeios. Custa ver combinar fins-de-semana todos xpto e ter que relembrar "não posso... estou a trabalhar". Custa não poder “desperdiçar” uma tarde de sábado inteirinha a ver os filmes manhosos que passam na TV... ou saborear um fim-de-semana enrolada na manta e enfiada no quarto a devorar um ou dois romances. Custa muito, muitas coisas.

E não me canso de dizer... "quando for grande, quero ter um emprego em que não trabalhe aos fins-de-semana. E aí, vou fazer tudinho e mais alguma coisa e estar com quem bem me apetecer!”


Queria ter comentado, mas não deixas. Um e-mail era estranho e no msn... não estavas. Fica um beijinho. Um dia vamos poder mandar no tempo. Pelo menos mais e melhor que agora. Agora, resta-nos saber aproveitar os bocadinhos. É que assim, ainda são mais preciosos. =)

26 de fevereiro de 2008

Done

Era um anfiteatro inteirinho só para mim.
Era eu sozinha com um professor a andar para trás e para a frente.
Era uma disciplina que com Bolonha deixou de existir...
... e um exame que só aconteceu por minha causa.
Era.

Assunto arrumado! =)

25 de fevereiro de 2008

...e assim também.


Definitivamente... isto hoje promete!

Hoje acordei assim...



"Abre a tua porta
Não tenhas medo
Tens o mundo inteiro
À espera para entrar
De sorriso no rosto
Talvez o segredo
Alguém te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem,
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja o sinal que não podes parar
Estás de passagem, só de passagem...

...
estou de passagem para outro lugar."

Ontem...

...desejaram-me uma semana profícua. Fiquei com uma pinga* gigante, mas retribuí. Vindo de quem veio, só podia ser uma coisa boa. Hoje achei por bem ver no dicionário o significado.

Profícuo - proveitoso; útil.

Para vocês, uma semana proficuíssima! lol

* Para quem não sabe o que é ficar com uma pinga, três palavras: Navegantes da Lua!

22 de fevereiro de 2008

Contente!

E agora, depois de semanas enfiada no meio dos livros, digo-vos que nunca estive tão satisfeita por ter que ir trabalhar!...

Há coisas... que não têm uma segunda chamada.

Finalmente acabou a minha temporada de exames. Fiz hoje o último, Patologia, e despachei em menos de uma hora o que andei a adiar durante dois anos. 5 chamadas e eu não fui a nenhuma delas, pelos motivos do costume. "Ah e tal... não estou preparada o suficiente, faço em recurso...", "Ah... fica então para Setembro...", "Ah... ainda tenho o próximo ano...". E desculpa após desculpa, fiz no 4º ano uma cadeira que devia ter arrumado no 2º. Mas mais do que trazer stress e cansaço... este fugir-sempre-de-tudo-porque-tenho-medo fez com que perdesse um momento importante para uma das minhas melhores amigas... Estavam lá todas, menos eu. Todas aplaudiram, todas gritaram o nome dela, todas tiveram o seu coração aos pulos, enquanto aguardavam os resultados do concurso. E aposto que todas ficaram com a lagrimazinha no canto do olho quando souberam que ela era a vencedora. Eu ficaria, se lá estivesse. Mas não estive. E isso, não me vou perdoar. Agora resta-me esperar por segunda feira para lhe dar o abraço apertadinho que fiquei a dever.

Acho que aprendi a lição.

21 de fevereiro de 2008

O lápis que queria ser anónimo.

Era uma vez um lápis que, como todos os lápis, tinha nascido para escrever. Como queria escrever o que bem lhe apetecesse sem dar satisfações a ninguém, este dizia que não queria ser conhecido, ao contrário dos lápis mais ambiciosos. "Quero ser anónimo!", dizia ele. Dizia!...

Porque neste momento, o Grande Lápis Morto, é tudo menos anónimo. Mas continua a acreditar que sim... :) Abram lá o caderno e deem uma espreitadela!

20 de fevereiro de 2008

Casos (in)felizes...

Começámos hoje a assistir às consultas de nutrição no hospital. Três horas de consultas, todas as quartas de manhã.
Uma obesa, uma diabética tipo I, um diabético tipo II, uma doente com dislipidemia... Tudo casos que pareciam estar a correr bem! Os doentes eram interessados e as análises mostravam que realmente estavam a melhorar. Nós, surpresas e entusiasmadas (ingénuas...), repetíamos "Mais um caso feliz!" à medida que cada doente saía do consultório.
Pela altura em que se aproximava a hora de irmos embora, entrou a quinta doente. Ainda não tinham passado 5 minutos, já ela estava a chorar convulsivamente... Porquê? Não sei, mas imagino.

As consultas por hoje terminaram com um delicado convite a sair.

17 de fevereiro de 2008

E já agora...



Deliciem-se. É que a Katie tem destas coisas... :)

feeling 22, acting 17

Há momentos em que me sinto adulta, mas me comporto como uma adolescente. Em que a cabeça quer mandar, mas é o coração que está no controle. Momentos em que sei o que deveria fazer, mas simplesmente não me importo. Sigo o coração e vou agindo sem pensar e sem medir as consequências. E digo tudo o que penso e sinto, só porque sim.

Há momentos em que me sinto uma adolescente... e são sempre doces de recordar.

15 de fevereiro de 2008

De hoje...

... ficou a surpresa chegada fora de horas. =)

14 de fevereiro de 2008

Ansiosa!

Uma ansiedade boa veio substituir o medo que há meses me atormentava. Medo de iniciar uma fase nova da minha vida para a qual não sabia se estava preparada. Medo de entrar num mundo cheio de coisas novas e de não estar à altura. Medo das críticas e das responsabilidades.

E bastou uma conversa, há dois dias, com uma amiga. Uma conversa em que me atrevi (nos atrevemos!) a sonhar um bocadinho e a fazer alguns planos. A imaginar o quão bom seria finalmente por em prática 4 anos de teoria! Uma conversa em que mais uma vez percebi que não vale a pena fugir, só porque tenho medo que tudo corra errado. Estou aqui agora, se não tentar nunca saberei do que sou capaz.

Uma ansiedade boa veio substituir o tal medo. Veio como quem não quer a coisa... e cheira-me que é para ficar!

Aprendo...

Não importa a minha idade, as experiências que já vivi nem o quão 'madura' me possa julgar - nunca vou estar preparada para as surpresas que a vida me trará. Ainda me faltam muitos obstáculos, muitas quedas... resta-me aprender! Levantar-me e começar de novo! E ainda que por vezes não me sinta capaz... sei que tudo passa. E de uma forma ou de outra, vou aprendendo a lidar com os problemas e as situações que me rodeiam... e com as pessoas que fazem parte da minha vida. Vou aprendendo a dar valor a quem tenho e ao que tenho. Vou descobrindo o que quero e o que não quero e, acima de tudo, quem sou. Suponho que seja a isto que se chama crescer! =)

Ensina-me...

...a empreender um novo início, a destruir os esquemas de ontem, a deixar de dizer «não posso» quando posso, «não sou» quando sou, «estou bloqueado» quando estou totalmente livre.

Rabi Nachman de Braslav (1772-1810)