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5 de abril de 2013

Quase.

2 de abril de 2013

Olá Primavera!





A minha orquídea está novamente a florir, embora o pé já esteja enorme e cheio de botões desde o ano passado. Ao que parece estou a cuidar dela suficientemente bem para que continue a dar flor, mas não o suficiente para que o processo seja rápido.
O "ramo" que é como quem diz "os jacintos" que o meu afilhado me ofereceu antecipadamente quando cá veio já floriram, já encheram a minha sala de perfume e já murcharam, embora aqui o cor-de-rosa ainda estivesse escondidinho. E a propósito de afilhados, na vossa terra os afilhados não têm o costume de ir levar um miminho aos padrinhos no Domingo que precede a Páscoa? É que os padrinhos dos nossos filhos que são de cá ficam sempre muito surpreendidos!
Quanto ao cacto... Vá, ao contrário do que aconteceu quando o meu falecido manjericão floriu, eu sabia que os cactos dão flor. Só não estava à espera que este cacto pequenino e aparentemente estático (mas não são todos?) me presenteasse com dois pés cheios de florinhas :) Ainda hoje o Bruno comentou que era mesmo estranho vê-lo assim. E é isto. Chegou finalmente a estação do ano que me deixa mais feliz, ainda que os dias continuem muito cinzentos por estes lados. Boa Primavera! :)

11 de junho de 2012

Hello, darling.

 


 

7 de junho de 2012

Quase.



Perdoem-me a falta de originalidade, mas não consigo deixar de ficar fascinada com o que acontece na minha própria casa, sem às vezes eu dar por ela. A minha orquídea está de novo a dar flor. Tendo em conta a pouca atenção que dedico às minhas plantas (shame on me) e o que ouço dizer por aí ("ah e tal, são muito bonitas nas lojas, mas depois flor nunca mais"), estava convencida que não voltaria a florir. Enganei-me. As primeiras fotografias foram tiradas uns dias depois de descobrir o pézinho a nascer e entretanto já tinha duplicado de tamanho. Como é que o descobri? Estava a regá-la e a ajeitar as folhas, enquanto tentava desviar-me de "qualquer coisa" que estava no caminho. Essa "qualquer coisa" era o novo pézinho :)
Entretanto, tem crescido de dia para dia e está assim. Todas as manhãs entro na cozinha à espera de ver uma flor já aberta. Está quase :)





7 de abril de 2012

Renascer, novamente*

Para além de tudo o resto, voltei a ter tempo para me demorar a observar as plantas. O que não significa, necessariamente, que agora elas estejam de boa saúde, mas estão certamente melhores (até porque entretanto chegou estação mais melhor linda e boa do ano). A minha estrela de Natal, que estava on fire em Dezembro ficou sem uma única folha durante o mês de Janeiro. Uma a uma, caíram todas e ficaram só os caules. Não a deitei fora mas, pelo contrário, coloquei-a junto à janela da cozinha e continuei a regá-la, sempre que regava todas as outras. De há umas semanas para cá, voltou a dar sinais de vida (eu disse que ficou sem uma única folha?) e em quase todos os nós estão a nascer novas e minúsculas folhas. É tão, mas tão bom, vê-las nascer, crescer e mudar de cor. A ver vamos se este ano não preciso de comprar outra para enfeitar a casa :)






*não, o título não é uma redundância. "novamente" porque também esta renasceu, aqui há tempos ;)

6 de setembro de 2011

Renascer.

Pensei que tinha aprendido a lição aqui, mas pelos vistos não. Quando a linda lantana que comprei há pouco mais de um mês (eu não digo que elas até tremem quando sabem que vêm viver cá para casa?) começou a secar e a secar... decidi, com muita pena, deitá-la fora. Mas adiei a tarefa e há uns dias, quando fui à varanda, tive esta boa surpresa:



À primeira vista até pensei que fossem ervas daninhas, mas não! Nos ramos aparentemente secos, começaram a brotar novas folhinhas :) Agora o que é que eu faço aos restantes ramos? Corto tudo? Deito os pés fora e transplanto apenas aquele que tem folhinhas novas? Isto das plantas tem que se lhe diga... como é que sabemos quando elas estão realmente mortas ou não? Ajuda precisa-se :)

2 de agosto de 2011

Quem resiste...


...a uma plantinha cor-de-rosa? ♥

(eu acho que é uma variedade de Coleus, mas não tenho a certeza... se alguém me souber dizer, agradeço!)

25 de julho de 2011

♥ Tomate Cherry

Há coisa de 2 semanas fomos jantar a casa de um casal de amigos recém-casados e conhecer o seu novo lar. Depois de vermos a cozinha, passámos à varanda onde nos mostraram o seu mini-quintal, onde figurava nada mais nada menos que um lindo vasinho com tomate cherry/cereja! Eu a-do-ro tomate cereja. Em saladas, em pizzas, em entradas... sou completamente fã! E não sabia que se podia ter num vasinho, em casa! Alguns já estavam prontos a colher, outros estavam ainda a ficar maduros, fantástico! De maneira que... eu não quero, eu preciso de um vasinho destes!


23 de julho de 2011

Temos novas hóspedes cá em casa.



Hoje fomos visitar um horto que há ali perto de Benavente. Foi a primeira vez na vida (!) que entrei num horto, e saí de lá maravilhada. Juro que me apeteceu ter um carrinho das compras e ir metendo vasinhos lá para dentro. Os preços são muito em conta e não se comparam aos das floristas, dos supermercados ou mesmo do Ikea. Garantidamente, hei-de lá voltar, que ficaram lá muitas plantinhas a olhar para mim e eu a olhar para elas! :)
A boa surpresa foi ter encontrado, logo à entrada, muitas variedades destas flores! Descobri que se chamam Lantanas e escolhi uma das que achei mais bonitas para trazer (confesso que já andei a ver no parque aqui das traseiras se conseguia tirar uns pézinhos, mas os arbustos são muito grandes e os caules muito rijos). Vieram também uma Azálea e uma Peperomia, segundo me informou a senhora que me atendeu. Ainda hei-de saber os nomes delas todas!

6 de julho de 2011

Flores




São muito comuns aqui na zona e também já as vi no Algarve (nestas cores ou só em tons de lilás), a caminho da praia que frequentávamos. Não sei como se chamam mas, apesar de ao longe parecerem apenas arbustos, acho-as mesmo muito bonitas. Cada "flor" é composta por outras flores pequeninas (se alguém entendido no assunto me ler vai pensar que não percebo nada disto, o que é inteiramente verdade) que começam por nascer no centro amarelas, passam a cor-de-laranja e depois ficam cor-de-rosa, à medida que vão avançando para a periferia e vão nascendo florinhas novas no meio.

21 de maio de 2011

Será um pássaro? Será um avião?

 

Não! É o único pé de manjericão que sobrou deste vasinho que comprei em Outubro! Contado ninguém acredita, mas ainda há umas semanas era um terço do tamanho e sem uma única folhinha, completamente raquítico (depois de umas semanas na varanda das traseiras, que é agreste). Estive mesmo para o deitar fora, mas como o pé ainda estava verde, deduzi que estivesse vivo e tive pena dele. Quando mudei as plantas todas para a varanda da frente, começou a crescer, a crescer... e agora está assim!! Aos 25 anos, descubro que o manjericão dá flor (óbvio, eu sei). Eu, que há bem pouco tempo nem sabia que o manjericao existia.

 

9 de maio de 2011

Dias.

Há dias em que não vale a pena. Não vale! São aqueles em que o melhor seria nem sequer tirar o pijama e deixar-me estar encostada a um canto quieta e calada. E isto se me puder dar ao luxo de fazer isso, porque quando o trabalho chama... nem assim a coisa resulta.

Ontem o Bruno trabalhou e eu fiquei de ir ter com ele ao Oriente ao fim do dia, para darmos um passeio pelo Parque das Nações e para eu ir matar saudades da maravilhosa retrosaria que há no Vasco da Gama. Acabei de passar a ferro a pouca roupa que tinha, a Matilde acordou da sesta, lanchou e saímos de casa para apanhar o comboio. Até aqui tudo perfeito. Lembrei-me que ainda tinha que pôr gasolina e dirigi-me às bombas aqui ao pé de casa, que estavam todas fora de serviço. Segui caminho e parei alguns km à frente. Quando saio do carro, vejo um dos pneus completamente em baixo. Depois de meter gasolina vou até à zona da água/ar que estava também fora de serviço. Toca de andar mais uns km até à próxima bomba, para encher o pneu. Finalmente chego à estação, atrasada para apanhar o comboio. Para não ter que atravessar a linha pela ponte aérea para carregar o bilhete (faltavam poucos minutos) lembro-me que ainda devia ter uma viagem num dos cartões viva espalhados na carteira. Não estava enganada, mas sem querer validei também uma viagem para outro lado. Irritada, lá acabo por atravessar a linha até à bilheteira, na esperança de me reembolsarem o valor da viagem validada em vão. Claro que não reembolsaram coisa nenhuma. Ou seja, fiquei sem o dinheiro e perdi o comboio na mesma. Sento-me à espera, convencida que havia outro comboio em poucos minutos. Crente. Só havia passado quase uma hora. Quando ligo ao Bruno (que já estava à minha espera na estação), a coisa termina em grande: fico sem bateria, sem ter como o avisar que chegaria muito mais tarde que o combinado.

Fiquei tão danada que, a conter as lágrimas e com umas trombas até aos joelhos, peguei nas coisas e na Matilde e voltei para casa. Coisas mínimas, sem importância, mas que em determinados momentos nos fazem acreditar que o mundo inteiro conspira contra nós e tudo de mau acontece, por muito que nos esforcemos para fazer com que as coisas corram bem.

Tudo isto, para dizer que o meu irmão mais novo e afilhado me ofereceu uma orquídea no Domingo de Ramos e que o único pézinho que sobreviveu à viagem do Porto para cá está a crescer de dia para dia e não tarda nascem novas flores. E que, quando cheguei a casa, por estranho que pareça, foram os minutos que passei a olhar para ela e a apreciar como cresceu desde há uns dias, que me deixaram mais serena. Tenho descoberto o prazer que é esperar que as flores nasçam e desabrochem, a pouco e pouco. Apesar de o meu único contributo ser regar, elas lá sabem o que hão de fazer e eu fico sempre maravilhada com a perfeição com que tudo foi criado à nossa volta. Acho que tenho que aprender também a esperar por dias melhores, a ter calma e paciência, a não fazer de tudo um drama e um cavalo de batalha. As melhores coisas precisam de tempo e não surgem de um dia para o outro, não é? Não sei se assim escrito faz algum sentido, mas ontem, para mim, fez.

Do lado esquerdo também tinha um pézinho a nascer, que se partiu na viagem de comboio :(
Os quatro botões sobreviventes, que a Matilde achou-lhes piada e tratou de arrancar o que falta ali (vá lá, não o comeu!).
A flor que está a nascer do lado direito ainda há coisa de uma semana era só uma bolinha como as da fotografia anterior.

30 de abril de 2011

Coisas bonitas.

Já tinha dito aqui e aqui o quanto gosto de gerberas. Por isso, não deve ser difícil de imaginar a inveja que eu tenho (para além das restantes coisas bonitas que se vêm da janela da sala da minha mãe, cof cof...) deste vaso. Quando ela plantou era apenas uma flor, e a planta está a gostar tanto de estar aqui que já nasceram outras entretanto. Parecem artificiais, mas não são. Quero um vasinho assim!


7 de março de 2011

O que eu gostava mesmo...


...era que as fotografias guardassem cheiros. Para mais tarde recordar e para vocês cheirarem este perfume :)
(não era suposto primeiro o jacinto crescer e só depois as flores desabrocharem? Hum?)

6 de março de 2011

Isto...


...são estrelícias bem jovens (sobretudo a da direita), num jardim em Alenquer. Ainda falta muito para darem flor e já estão deste tamanho. De 0 a 10, quão naif sou eu, ao achar que a minha estrelícia vai crescer neste vasinho? Humpf.

1 de março de 2011

Progressos.


É bom chegar a casa e ter novidades :) Já se nota a cor, mas ainda não se sente o cheiro maravilhoso que lhes é característico. Está quase.

26 de fevereiro de 2011

Detalhes


Sou apaixonada por tulipas. Dos 7 bolbos que plantei, restam apenas 5 mas mesmo que só venha a nascer uma, eu já fico feliz. Estou ansiosa. Se um dia me casasse, gostava de levar um ramo de tulipas, à semelhança da minha mãe, no casamento dela. Até lá posso mudar de ideias, mas penso que não. Esta é linda e foi oferecida no restaurante onde fomos jantar no passado dia 14, ainda fechadinha e um pouco verde. O Lucky bamboo foi oferecido pelo namorado e as jarrinhas compradas nos chinocas. Tudo colocado a uma distância estratégica, fora do alcance da minúscula. Gosto tanto, que tive que guardar, para a posteridade :)

25 de fevereiro de 2011

Esperar


Há umas 2-3 semanas plantei jacintos e tulipas. Ontem semeei coentros, salsa, morangos (!), lavanda/alfazema (desta vez tenho a certeza!) e uma outra planta, com florzinhas vermelhas. Estou em pulgas para que tudo comece a florir e a dar sinais de vida, mas para já apenas os jacintos estão cheios de coragem para vir cá para fora. Crescem de dia para dia! Eram 3, mas um apodreceu, desconfio que por excesso de zelo, que é como quem diz... rega. Deixo aqui a fotografia dos que ficaram e continuam a crescer. Estou mesmo ansiosa que nasça a flor :)

(alguns bolbos das tulipas já têm qualquer coisita a sair, mas coisa pouca...)

25 de novembro de 2010

Brigada do Reumático


Está cada uma pior que a outra, coitadas. Mas não têm culpa, eu é que não tenho muito jeito para a coisa e elas, infelizmente, não sabem falar. Se calhar ponho água a mais, ou a menos, ora têm muita luz, ora estão às escuras... Bem ou mal, são as sobreviventes cá do sítio. Lembrei-me entretanto que ainda tenho mais uma no corredor, tipo palmeira, que é uma santa (há umas semanas que não lhe tiro folhas mortas, o que só pode ser bom sinal). Estas ponho-as aqui ao pé da porta da varanda da sala e de dia abro os cortinados, diz que as plantas gostam de luz.

1- Alive desde a Páscoa, esteve quase quase a falecer durante as mudanças, mas agora está assim a modos que a ressuscitar, tem umas lindas folhinhas verdes novinhas em cima. Nas outras (as poucas que não secaram e não cortei) podem ver-se pintas brancas de tinta da cozinha (somos muito jeitosos nas pinturas).

2 - É nada mais nada menos que esta estrelícia-to-be. Agora que reli o post que escrevi em Abril até me deu vontade de rir. Um ano até nascer a dita?! Ahahahah... Deve ser mais uma década, ao ritmo que a coisa vai.

3 - A outrora linda plantinha que recebemos no casamento da Selma. Raquítica que só ela, não sei mais que lhe faça. Eu bem lhe tiro as folhinhas mortas e ponho água, mas ela em vez de crescer, diminui.

4 - O manjericão! Dos três vasinhos que comprei, só o manjericão sobreviveu e está cada vez maior. A salsa e os coentros quinaram logo após 2 dias.

5 - Esta só cá está há uma semana, ainda não sabe muito bem o prazer que é viver nesta casa e ser cuidada por mim :) Vamos ver quanto tempo aguenta.

Percebemos que a coisa é séria quando damos por nós a escrever um post sobre as plantas. Por isso, se não ouvirem de mim nos próximos dias, já sabem: fui internada.

21 de abril de 2010

Jardinar - uma tentativa.

Gosto muito de flores, mas nunca tive grande jeito para estas coisas. E o grande motivo, agora que penso nisto, deve ser a jardinagem implicar mexer em terra. É que a terra tem bichos e eu tenho fobia a tudo o que é bicharada. Logo, tenho assim a modos que um certo respeito à terra e ao que está nela e me pode aparecer/tocar/saltar/ferrar a qualquer momento. Lembro-me de já ter plantado tulipas e um jacinto, que tinha um cheirinho maravilhoso e perfumava a casa toda, mas acabaram por morrer.

Desta vez, ele não me trouxe chocolates. Como não podia deixar de ser, da Festa da Flor, veio uma estrelícia, uma das flores típicas da Madeira. Ou melhor, veio um projecto de estrelícia. E lá fui eu, moça prendada, comprar um vasinho e um saco de terra e meti mãos à obra. Fiquei com terra até na cara e a minha cozinha com terra espalhada por todo o lado, mas após algumas tentativas lá consegui meter a planta dentro do vaso, mais ou menos a meio. Não parece, mas a sério que isto tem que se lhe diga. E eu sou muito entendida nestas coisas. Tanto, que vi a raiz da plantinha pensei: "Olha, que engraçado, isto tem aqui uma coisa de plástico, terá água?..." :) Missão cumprida, vá lá. Daqui a um ano, mais coisa menos coisa, terei a minha estrelícia. Pelo menos, assim espero!