Há muito tempo que o meu congelador precisava de ser descongelado e anteontem foi o dia. Acho que nunca o tinha feito, a não ser quando mudámos para esta casa e desligámos o frigorífico. Digo-vos uma coisa: mesmo estando as 3 gavetas quase cheias, aquele congelador conseguia ter mais gelo que comida!! Tirei tudo para fora e usei a técnica da panela de água a ferver, mas mesmo assim tive que repetir o processo umas 4x e surpreendia-me sempre com a quantidade de calhaus que tirava de lá de dentro de cada vez que abria a porta. Qual degelo, qual quê! Afinal o gelo dos pólos está é a vir todo cá para casa!... Mas bom, missão cumprida. Já conseguimos abrir e fechar as gavetas novamente :)
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2 de fevereiro de 2013
10 de novembro de 2012
Coisas de gente crescida.
Eu, que sou uma rapariguita muito bem comportada (cof cof...) não costumo falar destas coisas aqui no blog, mas isto é tão giro, tão bom e cheira tão bem, que não podia deixar de partilhar!
Um dos meus presentes de aniversário, este ano, foi esta vela. E vocês perguntam "uma vela??" Sim, uma vela! Mas esta é uma vela especial de corrida! Depois de arder uns 15, 20 minutos, a "cera" transforma-se num... óleo de massagem!! Uuhhh :) Ou seja, basicamente a vela cria ambiente e espalha um cheirinho bom (a minha é a tropical, apetece comer!) e quando já está tudo a postos, verte-se a "cera" derretida nas costas ou em qualquer outra zona a massajar. Mas calma, a melhor parte é que... não queima!! Nadinha nadinha. Aliás, é super agradável sentir o óleo quentinho na pele, ao contrário do que acontece com outros produtos de massagem que estão à temperatura ambiente e têm que se aquecer minimamente nas mãos para não ser desconfortável (e devo dizer que, quando experimentei, foi hilariante o ar de pânico dele, assim que me viu a pegar na vela e ainda antes de começar a barafustar, já eu lia nos olhos dele "pronto, ficou doida de vez!" lol).
E pronto! Uma massagem (muitas! que não parece, mas gasta-se pouco de cada vez) 5 estrelas para vocês ou para o vosso mais que tudo. Ou para a vossa avó, claro! ;) Depois não digam que eu não sou amiguinha!
8 de março de 2012
6 de março de 2012
Sheet!
Este tutorial irritante faz com que pareça a coisa mais fácil do mundo, mas pior que dobrar este tipo de lençóis, só mesmo ter de os passar a ferro. Juro. Alguém me explica como se conseguem aqueles cantos assim perfeitos, sem vincos?! É que eu passo de um lado, engelho do outro... e assim sucessivamente até desistir.
17 de outubro de 2011
Camisas.
Até as passo a ferro relativamente rápido (não me ponho cá com muitas
esquisitices) mas odeio-as solenemente. E descobri que quanto mais
depressa as passar, mais depressa ele as usa e mais depressa tenho que as
lavar e passar novamente. Tudo isto para dizer que ultimamente me tenho esquecido
delas no monte da roupa por tempo indeterminado (que é como quem diz:
até me apetecer passá-las outra vez) e tem resultado! A quantidade de
camisas para passar diminuiu substancialmente. As t-shirts não são TÃO mais práticas?
5 de julho de 2011
Comer peixe ou não comer: eis a questão.
O almoço de hoje foi dourada grelhada com arrozinho de bróculos e cenoura. Uma dourada média, a dividir pelos dois, que
4 de julho de 2011
Hoje...
...já estendi quatro máquinas de roupa e estou prestes a pôr uma quinta a lavar. A roupa das férias, toalhas de banho, lençóis... enfim: tudo o que não foi lavado ao longo de uma semana, acumulado. Entretanto, já apanhei a roupa que secou durante o início da tarde, caso contrário não teria onde estender tanta coisa. De facto, no que toca a lavar e secar roupa, não há como o Verão!
12 de março de 2011
Nódoas.
Tenho ali 18 babetes cheias de nódoas (dei-me ao trabalho de as contar) que já foram à máquina umas 4 vezes. Já esfreguei as zonas críticas com detergente da loiça e com oxi action e também já as lavei com lixívia delicada. Já ficaram de molho em água quente horas e horas com cada um destes produtos "milagrosos" que, de facto, o costumam ser. Agora, estou a chegar ao ponto de saturação. Se eu vejo agora o anúncio do Skip com o seu belo slogan "é bom sujar-se" sou bem capaz de ligar para lá e mandá-los àquela parte que nós sabemos. Daqui a pouco, perco o amor aos bordados e debruados bonitos e ao nome "Matilde" bordado em muitas delas e meto-as a todas na lixívia com uma pinta do carago (à boa moda do norte). Mas algo me diz que, se o fizer, se vão os bordados e cores bonitas e as nódoas ficam na mesma, a rir-se na minha cara. Enfim... dramas de uma mãe.
Adenda: Acabo de pesquisar na net e encontrei uma sugestão de usar vinagre. Será? Nada como experimentar. Uma última tentativa, uma última oportunidade, nódoas! lol
8 de janeiro de 2011
Everest
É certo que não passo a ferro todos os dias. Também é certo que não vou a correr passar a roupa assim que ela está seca. Mas mesmo assim... ninguém devia ter que começar o fim de semana com um montão destes à espera!
4 de janeiro de 2011
Caso sério.
É urgente riscar o ponto 15 da lista, por pouco que lhe agrade. Tenho 3 máquinas de roupa estendidas desde o ano passado e algumas peças ainda estão tão molhadas que parece só estarem lá desde há bocado. Na cozinha tenho mais um alguidar (na minha terra é uma bacia) cheio de roupa molhada à espera de um lugar nos estendais (que com esta chuva nem vale a pena usar a corda) e a máquina está a lavar. Dá para entender o meu sofrimento ou sou eu que estou a dramatizar?
22 de dezembro de 2010
Crescer
Lembro-me de ver os meus primos, em pequenos (agora estão uns matulões, giros que eu sei lá), a abrir os presentes de Natal. A alegria de receber um presente era rapidamente substituída pela ansiedade de abrir o próximo. Um e outro e mais outro, todos seguidos, sem respirar. Quando os embrulhos continham roupa, eram olhados com desdém e literalmente atirados para tras das costas ou para o colo dos pais seguido de um "oh, é roupa" com desprezo, como quem diz "eia, que nojo". Lembro-me desse Natal como se fosse hoje, de ficar assustada com o número de presentes que eles já tinham aberto e que ainda iam abrir e, sobretudo, das suas caras de desprezo para com alguns deles.
E esta conversa dava pano para mangas mas vem a propósito de um presente que eu e o Bruno recebemos ontem de uma tia. Um capaz de Natal. Cheio de coisas boas e de coisas que são essenciais. É quando crescemos que entramos no mundo das pessoas que não se importam e até gostam de receber um capaz de Natal. Já não ligamos a brinquedos e quem nos dera 1000 embrulhos cheios de roupa mas abdicamos daquele casaco fashion ou daquele vestido lindo e aquelas botas fantásticas, para comprar outras coisas que são mais importantes ou, sei lá, talvez acabar de pagar uma cozinha. Acontece mais ou menos pela mesma altura em que quando pensamos em ir ao cinema somamos o gasóleo, os bilhetes e as pipocas e, contas feitas, decidimos que preferimos comprar umas mesinhas de cabeceira. Quando nos tornamos pessoas que têm contas e mais contas para pagar. Quando nos tornamos pessoas aborrecidas que gastam mais de uma centena de euros de cada vez que vão ao supermercado (e somos só três!!)... começamos a gostar de receber cabazes de Natal :)
E não, não estamos a passar fome! Graças a Deus não nos falta nada. Esta casa até pode fazer eco pelas divisões que ainda estão vazias, mas não há nem um cm2 que não esteja cheiinho de amor. Simplesmente, gostámos mesmo! Ainda por cima vinha numa cesta tão bonita :)
10 de maio de 2010
Temos finalmente...
19 de fevereiro de 2009
Drama...
...é dar por mim em frente a uma prateleira do supermercado, a tentar decidir que embalagem de papel higiénico trazer, indecisa entre os rolos triplos 'será que compensa?' 'será que duram mesmo mais tempo?' e os mais baratos.
2 de dezembro de 2008
20 de novembro de 2008
Ainda sobre e-mails...
Ultimamente tenho recebido alguns avisos de contactos de que mudaram o e-mail para um com um ar mais... profissional, digamos. E-mails mais ou menos espalhafatosos são agora trocados por outros só com o primeiro e ultimo nomes, quiçá com algumas iniciais pelo meio.
Não deixa de ser engraçado... agora que estamos (eu e a maior parte das pessoas que conheço) prestes a acabar o curso e a tornar-nos gente grande, certos e-mails já nos começam a soar um tanto ou quanto a teenager... Ou isso ou é o medo de não se ser levado a sério! :)
Não deixa de ser engraçado... agora que estamos (eu e a maior parte das pessoas que conheço) prestes a acabar o curso e a tornar-nos gente grande, certos e-mails já nos começam a soar um tanto ou quanto a teenager... Ou isso ou é o medo de não se ser levado a sério! :)
20 de setembro de 2008
Estar por cá...
Ainda me estou a habituar a estar por minha conta. É que sair das saias da mamã não é lá muito fácil. E as coisas ainda nem sequer aqueceram, porque lá virão os dias em que não vou ter tempo para respirar. Já comecei o estágio, embora ainda não tenha feito mais que assistir a consultas... Já stressei algumas vezes, sobretudo quando quero tratar de alguma coisa (como papeladas e burocracias...) e parece que tudo corre mal. O que me vale é que tenho alguém muito calmo ao meu lado... às vezes tão calmo que ainda me enerva mais!
Já disse que é muito chato ser crescida, não já?
Já disse que é muito chato ser crescida, não já?
13 de março de 2008
Volta para trás, tempo... sim?
Há dias em que gostava de não ter crescido. Em que queria ser pequenina outra vez e deixar que os outros decidissem por mim. Em que dava de bom grado a autonomia que sempre quis em troca de alguma segurança. Em que queria não ter que me preocupar com o amanhã nem ter medo. Estou cansada. Neste momento nada é certo na minha vida... e não posso fazer planos com mais de umas semanas de avanço. Não sei o que fazer, o que querer, o que sentir... o que esperar de mim e dos outros. Sinto o peso de tantos problemas... e estou impotente. Gostava de confiar, mas não consigo.
Há dias em que as lágrimas são teimosas. Há dias em que me encolho e, com muita força, peço para desaparecer.
Há dias em que as lágrimas são teimosas. Há dias em que me encolho e, com muita força, peço para desaparecer.
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