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23 de setembro de 2012

Abastecer.



Em casa da minha mãe há gavetões assim. É natural que, para além de mim própria, os meus carrinhos de linhas também voltem mais gordinhos de cada vez que lá vão :)

31 de agosto de 2012

Da terra.

Os meus avós maternos sempre tiveram quintal e galinhas. Por isso, sempre que eu e os meus pais íamos à aldeia, vínhamos com o carro cheio. Desde que vim para baixo e desde que começámos a ir ao Porto de carro, volta e meia também trazíamos algumas coisas. É tão bom! Este ano, o meu pai mudou-se para uma casa com terreno e também cultivou uma horta. De maneira que, de ambos os lados, trouxemos o carro cheio com abóbora, courgette, batatas, cebolas, tomate, alface, pimento, penca e feijão verde. Ficámos com o frigorífico cheio, uma delícia!! Só tenho pena de não ir lá mais vezes, por este e por todos os motivos :)
A parte menos boa da história é que... vamos de férias amanhã e por isso as últimas horas têm sido a lavar, cortar e a escaldar grande parte dos legumes, para de seguida os congelar e evitar que se estragem! E já não cabe mais nada, nadinha na minha arca! Ufaaa!

6 de março de 2012

Descobri...

Fotografia daqui. Clicar para aumentar.

...que sou apaixonada por Magnólias e não sabia. Durante vários anos, por esta altura, no apartamento onde morei com os meus pais, vi florir as árvores ao longo de toda a avenida. Eu e a minha mãe apreciávamos o espectáculo que era primeiro ver os seus ramos vazios, após um longo Inverno, ficarem repletos de flores cor-de-rosa e só mais tarde, carregados de folhas verdes. Era como se, depois de vários meses cinzentos e antes de qualquer outra coisa, fosse necessário dar alguma cor aos nossos dias. Mas nunca me dei ao trabalho de procurar saber que árvores eram estas e os meus parcos conhecimentos de botânica também não ajudaram (sim, que a je só há coisa de uns dois anos é que soube que as lindas plantinhas que gostava eram, afinal, orquídeas). Até este ano, que calhámos de voltar ao Porto na altura em que a tal avenida está manchada de cor-de-rosa, cheia de árvores a florir. São ou não são deliciosas?

30 de abril de 2011

Coisas bonitas.

Já tinha dito aqui e aqui o quanto gosto de gerberas. Por isso, não deve ser difícil de imaginar a inveja que eu tenho (para além das restantes coisas bonitas que se vêm da janela da sala da minha mãe, cof cof...) deste vaso. Quando ela plantou era apenas uma flor, e a planta está a gostar tanto de estar aqui que já nasceram outras entretanto. Parecem artificiais, mas não são. Quero um vasinho assim!


16 de maio de 2010

Já estamos no Porto...

...e eu, não consigo explicar o quão feliz sou aqui. Falta-me um pedaço de mim, é certo... mas aqui até o ar que se respira me enche o ♥. É tão bom calcorrear estas ruas que conheço tão bem ou conduzir por sítios que me são tão familiares como a minha imagem no espelho. Não consigo explicar como fico contente pelo simples facto de ver passar na rua caras conhecidas, ainda que sejam apenas de clientes dos tempos em que eu trabalhava na pastelaria da zona. E talvez só quem já tenha, como eu, deixado a sua "terra" para ir para longe, saiba o que é procurar constantemente uma cara conhecida de cada vez que um estranho passa por nós... sem nunca encontrar. Tenho saudades, tantas saudades de viver aqui.

14 de novembro de 2009

Matar saudades...

...do que de bom se come por estas bandas.


Papas de Sarrabulho
(Quem nunca comeu está proibido de mandar palpites, lol)

21 de outubro de 2009

Porto

Custa estar longe. Não poder estar onde queremos, com quem queremos, quando queremos... Sempre que volto, há uma imensidão de coisas que planeio fazer. Ir a muitos sítios, estar com muitas pessoas. Saio sempre com a sensação de que fica a faltar algo... Desta vez, não deixámos escapar a oportunidade. Num dia de solinho entre alguns de chuva, fomos passear para a ribeira, comemos uma bela francesinha e acabamos a tarde no cais de Gaia. Levámos o bebé a conhecer um bocadinho da cidade da mãe. Ele gostou :)

6 de agosto de 2009

Regresso a casa...

...para quase duas semanas a matar saudades. Sinto falta das paredes, dos cheiros e dos sons desta casa, que me são tão familiares. Sinto falta do ar fresco e da luz desta cidade! Sinto falta da comidinha da mamã... ai! Querem mais cliché que isto?
Quem disse que sair de casa era maravilhoso e blá blá blá... enganou-se. Não são só rosas, sobretudo quando se sai de casa para ir viver a 300km de distância.

Duas semanas de regresso é tão pouco para quem já foi há quase um ano!... Agora desculpem, mas vou ali receber os miminhos que andam em atraso :)

14 de novembro de 2008

Porto Sentido

Sempre que ouço esta música, as lágrimas vêm-me aos olhos. Sempre que vou a casa, ela ecoa nos meus ouvidos... e nunca teve tanto significado para mim como agora.

Amanhã vou ao Porto. Não volto cá sem ir à baixa, sem me ter passeado mais uma vez pela Ribeira e de ir ao cais de Gaia, só para poder olhar para o lado de cá. Quem não conhece a cidade não sabe as maravilhas que ela tem para o oferecer e o quão nos pode ficar no coração. Não sei o que o futuro me reserva, mas sou e sempre serei do Porto... e em muitas daquelas ruas está um bocadinho de mim.

Estou cá há dois meses e de cada vez que vou a casa, o tempo parece ser sempre mais curto. Amanhã vou matar saudades de tudo e de todos, ainda que seja só por 3 dias.


Música e Letra
Rui Veloso / Carlos Tê

2 de outubro de 2008

"Sometimes, a hug is all we need..." Juan Mann



Eu sei que a maior parte já viu o filme... mas hoje calhou de o ver outra vez e fiquei assim um bocado sentimentalona... :)

Volta e meia dava por mim no autocarro (agora no comboio...) a pensar que às vezes temos dezenas de pessoas à nossa volta, no mesmo sítio e à mesma hora, cada uma delas com uma vida diferente, com os seus problemas, algumas delas se calhar a pensar em coisas muito más... e para nós... não passam de simples estranhos. Não é esquisito este "estar só, no meio da multidão"?

Acredito que haja por aí muitas pessoas angustiadas que neste momento desejem apenas "um abraço". E é tão bom um abraço apertado quando precisamos...


Aqui... a campanha "Abraços Grátis" também no meu (lindo, maravilhoso, fantástico) Porto. ;)

19 de junho de 2008

Campo ou Cidade?

Rio Tinto
Porto

Lisboa

Nova Iorque
(todos com o mesmo zoom)

Nova Iorque foi a primeira cidade que me veio à cabeça, como extremo de comparação. Achei que iria resultar e resultou. Muito mais do que estava à espera. É tudo tão cinzento! Assustador, não?

Pensava eu que vivia numa cidade. Vivo no campo e não sabia!... :)