...a Primavera já espreita :)
15 de março de 2010
13 de março de 2010
E quando fico mais ansiosa por o dia 10 já ter passado...
...ponho-me no lugar desta mãe e percebo o quão parva sou.
"I don't know how to be a good mother to a baby who I can only see a few hours a day. And I don't know how to cope with knowing that sometimes she lays there awake in her crib with no one to interact with her because there are other babies to feed and care for."
Deve doer tanto, tanto.
"I don't know how to be a good mother to a baby who I can only see a few hours a day. And I don't know how to cope with knowing that sometimes she lays there awake in her crib with no one to interact with her because there are other babies to feed and care for."
Deve doer tanto, tanto.
12 de março de 2010
37 semanas, aos olhos da Selma :)
Ser fotografada não é propriamente algo que aprecie. Gosto obviamente de ter fotografias minhas mas poses e sorrisos, ao fim de 5 minutos, começam a deixar qualquer um desconfortável. Com a Selma foi tudo muito espontâneo e natural e a maioria das fotos "distraída" são de facto distraída, descontraída, sem grande pressão por ter uma objectiva apontada à minha cara (e à minha barriga). E isso foi tão bom! Sem contar com o romantismo que está presente em todas as suas fotografias. Como diz o meu namorado, "as mulheres vêm as coisas com outros olhos, têm uma sensibilidade diferente para a fotografia".
11 de março de 2010
É oficial:
Matildezinha, eu sei que era muito giro nasceres no Dia do Pai. E também concordo que seria mais poético chegares com a Primavera... mas lamento. É que só pagaste a renda até ontem... e só te damos mais uma semana para arrumares as tuas coisinhas. Por isso aproveita o solinho que se faz sentir e anda cá para fora que está toda a gente à tua espera, sim? :)
9 de março de 2010
Precisar
Chegou!! :)


Tanto o cobicei, que me foi oferecido :) É lindo ou não é? Por aqui vou (vamos!) treinando, enquanto a Matilde não chega.
Obrigada pelas opiniões! A minha indecisão incluía tudo o que disseram, o dar para um futuro menino, o combinar com o máximo de roupa possível, o ser alegre e colorido... daí ter colocado os três. Mas no fundo, no fundo, sempre gostei mais deste e foi o que acabei por escolher :)
8 de março de 2010
Disseram-me para ir...
Saí de casa determinada a andar, a andar muito. Desde a semana passada que ando para ir dar umas voltas, a ver se a coisa acelera, mas a falta de companhia e este tempo que até irrita não têm ajudado. Eram 16h10 e chuviscava. Saí de casa e ri-me para a chuva: pensas que hoje eu não vou, estás enganadinha! [Que uma pessoa chega a um ponto e começa a falar sozinha: com a chuva, com o fogão, é uma verdade...] Munida de guarda-chuva e com uma garrafa de água na mala, meti pés ao caminho, decidida a ir pelo menos aos correios e ao supermercado. Quando saí dos correios já quase podia jurar que não estava assim tanto vento mas foi quando já ia a meio do caminho para o supermercado que a coisa complicou. Agora já estou aqui, pensei eu, não vou voltar para trás.
E pronto. Não vale a pena entrar em mais detalhes, já se adivinha como é que eu cheguei a casa. É que quando se vai a pé para algum lado, há uma parte da coisa que muitas vezes nos passa ao lado: é aquela parte em que temos que voltar... a pé.
Cheguei a casa às 18h10 (duas horas depois, e acreditem que eu tenho o passo rápido) molhadinha até aos ossos. Mala num ombro, guarda-chuva numa mão, 3 sacos na outra e a andar de pernas abertas, a tentar que as calças não me caíssem pelo rabo abaixo, tal era o peso da água. Até me podiam ter rebentado as águas naquele momento, que eu não conseguiria ficar mais molhada. E enquanto vinha para casa, a sentir as pernas a fraquejar e a barriga apertadinha, eu só pensava: Oupa Matilde (ler com pronúncia do norte), toca a sair daí, que desta semana não passas.
Amanhã, vou outra vez. Nem que seja de galochas.
E pronto. Não vale a pena entrar em mais detalhes, já se adivinha como é que eu cheguei a casa. É que quando se vai a pé para algum lado, há uma parte da coisa que muitas vezes nos passa ao lado: é aquela parte em que temos que voltar... a pé.
Cheguei a casa às 18h10 (duas horas depois, e acreditem que eu tenho o passo rápido) molhadinha até aos ossos. Mala num ombro, guarda-chuva numa mão, 3 sacos na outra e a andar de pernas abertas, a tentar que as calças não me caíssem pelo rabo abaixo, tal era o peso da água. Até me podiam ter rebentado as águas naquele momento, que eu não conseguiria ficar mais molhada. E enquanto vinha para casa, a sentir as pernas a fraquejar e a barriga apertadinha, eu só pensava: Oupa Matilde (ler com pronúncia do norte), toca a sair daí, que desta semana não passas.
Amanhã, vou outra vez. Nem que seja de galochas.
Do ter.
Posso não ter muitas coisas, mas tenho o mais importante. Tenho a melhor mãe do mundo, tenho o melhor namorado do mundo, tenho a melhor filha do mundo na barriga (pelo menos até virem os irmãos) e tenho as melhores amigas do mundo.
Estas amigas são daquelas que sabemos que vão lá estar, independentemente de tudo o que aconteça. Com quem nos podemos até chatear, mas que no minuto seguinte já está tudo bem outra vez. Conheci-as na faculdade e passamos 4 anos inteirinhos juntas. Partilhamos a praxe, as imposições, as queimas das fitas, os cortejos. Umas vezes mais sóbrias que outras, é certo. Fizemos jantaradas, dormimos juntas vezes sem conta. Partilhámos anseios, dúvidas e muitas épocas de exames. Partilhámos aniversários, jantares de Natal, troquinhas de presentes e conversas só nossas, muito nossas. Todas essas coisas pirosas que as miúdas fazem e muito mais. Quando chegámos ao fim do curso, estivemos todas na praça dos Leões a meio da noite para rasgar as capas umas das outras. Na minha eu sei exactamente que rasgão foi feito por quem. Quando chegou a hora do estágio, decidimos que teríamos de arranjar uma forma de nos mantermos em contacto, apesar da distância, e criámos um blogue. Um blogue privado ao qual só nós temos acesso. Onde escrevemos sobre tudo, desde tristezas e desabafos a parvoíces e banalidades. E se no início eu cheguei a pensar que seria apenas enquanto era novidade, hoje olho para o histórico e percebo que já existe desde 2008 e eu nem dei conta do tempo passar. Sou a que está mais longe das outras mas ainda assim, sinto que estão sempre presentes. Têm vibrado com a "nossa" primeira gravidez e auto-intitulam-se de tias babadas, com toda a razão. Nestes dias, vivem ansiosas por conhecer a Matilde, tal como eu, ansiosas por se meterem num comboio e por a ter nos braços. Sabemos umas das outras como se estivéssemos juntas todos os dias. E quanto de facto nos encontramos e trocamos abraços, eu sei que está tudo na mesma... e fico feliz.
Estas amigas são daquelas que sabemos que vão lá estar, independentemente de tudo o que aconteça. Com quem nos podemos até chatear, mas que no minuto seguinte já está tudo bem outra vez. Conheci-as na faculdade e passamos 4 anos inteirinhos juntas. Partilhamos a praxe, as imposições, as queimas das fitas, os cortejos. Umas vezes mais sóbrias que outras, é certo. Fizemos jantaradas, dormimos juntas vezes sem conta. Partilhámos anseios, dúvidas e muitas épocas de exames. Partilhámos aniversários, jantares de Natal, troquinhas de presentes e conversas só nossas, muito nossas. Todas essas coisas pirosas que as miúdas fazem e muito mais. Quando chegámos ao fim do curso, estivemos todas na praça dos Leões a meio da noite para rasgar as capas umas das outras. Na minha eu sei exactamente que rasgão foi feito por quem. Quando chegou a hora do estágio, decidimos que teríamos de arranjar uma forma de nos mantermos em contacto, apesar da distância, e criámos um blogue. Um blogue privado ao qual só nós temos acesso. Onde escrevemos sobre tudo, desde tristezas e desabafos a parvoíces e banalidades. E se no início eu cheguei a pensar que seria apenas enquanto era novidade, hoje olho para o histórico e percebo que já existe desde 2008 e eu nem dei conta do tempo passar. Sou a que está mais longe das outras mas ainda assim, sinto que estão sempre presentes. Têm vibrado com a "nossa" primeira gravidez e auto-intitulam-se de tias babadas, com toda a razão. Nestes dias, vivem ansiosas por conhecer a Matilde, tal como eu, ansiosas por se meterem num comboio e por a ter nos braços. Sabemos umas das outras como se estivéssemos juntas todos os dias. E quanto de facto nos encontramos e trocamos abraços, eu sei que está tudo na mesma... e fico feliz.
7 de março de 2010
Procrastinação.
Li, há dias, este post. Não percebi de que se tratava e escrevi, num post-it mental: ver significado. Passaram-se dias e hoje voltei lá, ainda sem saber o que raio aquilo quereria dizer. É que a minha vida é feita de post-its (mentais ou não) por concretizar. Não fui logo procurar o significado (que o google é uma ferramenta muito complicada de utilizar), primeiro decidi ler os comentários. Como continuei sem perceber, tentei visualizar o filme que uma das leitoras referia, acerca do assunto. E só quando percebi que não iria ver filme nenhum, uma vez que ele já não existia, é que me dei ao trabalho de ir pesquisar.
Surpresa das surpresas: sou uma procrastinadora. E a coisa é grave.
Surpresa das surpresas: sou uma procrastinadora. E a coisa é grave.
Eu sou do tempo... #3
...em que todos vibravam com o Festival Eurovisão da Canção. Destas vou lembrar-me até ser velhinha.
1992
Dina - Amor d'água fresca
1993
Anabela - A Cidade até ser dia
1992
Dina - Amor d'água fresca
1993
Anabela - A Cidade até ser dia
1994
Sara Tavares - Chamar a música
Sara Tavares - Chamar a música
6 de março de 2010
4 de março de 2010
Eu sou do tempo... #2
Tirando a parte em que ficam duras como calhaus ao fim de 5 minutos, eram as melhores chiclas (ou pastilhas, para as gentes do sul) do mundo!
Quantos?
A barra ali em cima diz que faltam 6 dias. Pois. Mas quem manda mesmo é ela e eu ando num estado que nem sei. Ontem, na maternidade, ouço um "uuuuiiii, isto ainda está muito fechado, tem que caminhar muito muito, para ver se aceleramos a coisa" seguindo-se as palavras "provocar" e "parto" na mesma frase. E que o fazem às 41 semanas, que é quando ainda estar na barriga traz mais riscos que benefícios. E eu tenho a minha cabeça a andar à roda. Esta noite foi das piores que tive nos últimos tempos. Dores no corpo todo, pesadelos com dilatações, caminhadas e partos provocados. Nariz entupido e muitas dores de cabeça. Dois ben-u-ron's já marcharam. Já não basta não saber o que me espera, nem quando... E ainda por cima aqui sozinha, que as desgraças vendem muitos jornais... e mal sabemos nós que há criaturas que podem ser pais a qualquer momento (ou então não, sei lá eu) e mesmo assim se metem num avião.
Este post não faz muito sentido pois não? Nem eu, mas também não importa.
Este post não faz muito sentido pois não? Nem eu, mas também não importa.
1 de março de 2010
19 de fevereiro de 2010
Elas já chegaram.
Ah, Dodot, muito obrigada pelA fraldA que enviaste e pelas 8 toalhitas.
A sério, sem isso não sei como seria!
A sério, sem isso não sei como seria!
Flickrzinho...
...a sério que eu estou a tentar, mas manter um blogue e um Facebook já é areia a mais para a minha camioneta!
18 de fevereiro de 2010
37 semanas
14 de fevereiro de 2010
13 de fevereiro de 2010
Já dizia o ditado...
12 de fevereiro de 2010
É lindo, é cor-de-rosa e é meu!
Viajar em trabalho...
...e deixar-me aqui alone, não tem jeito nenhum. A única coisa que me vai animando é saber que na mala vem qualquer coisinha aqui para a je :)
11 de fevereiro de 2010
Xira City
Quem é que, no seu perfeito juízo, põe uma mulher que não diz os éles a fazer um anúncio de rádio?! É que já não bastava ela brindar-nos com a palavra "mobiuiário" umas 6 vezes, ainda termina com um "Visite-nos em dabuiu, dabuiu, dabuiu ponto móveis xira ponto pt"! Paaleeeeease!
10 de fevereiro de 2010
Chorar.
Por tudo e por nada.
Porque está frio, porque está calor. Porque a roupa não seca, porque me esqueci de trazer cebolas. Porque pensava que havia cogumelos e afinal não e agora, o que é que eu faço? Qualquer coisa! - diz ele. Mas eu queria com cogumelos!
Porque ele sai cedo, porque chega tarde. Porque eu saio cedo, porque chego tarde. Porque ainda tenho de esperar, porque já estou atrasada e nunca tenho tempo para nada. Porque não tenho o que vestir. Porque tenho o que vestir, mas já estou enjoada. Porque durmo mal para a esquerda, porque durmo mal para a direita, porque a Matilde dorme mal de barriga para cima (ah pois, que ela já tem quereres).
Enfim. Tudo isto, entre outras coisas.
Espero bem que sejam mesmo as hormonas, que já ninguém me atura.
Porque está frio, porque está calor. Porque a roupa não seca, porque me esqueci de trazer cebolas. Porque pensava que havia cogumelos e afinal não e agora, o que é que eu faço? Qualquer coisa! - diz ele. Mas eu queria com cogumelos!
Porque ele sai cedo, porque chega tarde. Porque eu saio cedo, porque chego tarde. Porque ainda tenho de esperar, porque já estou atrasada e nunca tenho tempo para nada. Porque não tenho o que vestir. Porque tenho o que vestir, mas já estou enjoada. Porque durmo mal para a esquerda, porque durmo mal para a direita, porque a Matilde dorme mal de barriga para cima (ah pois, que ela já tem quereres).
- Estás a chorar porquê?
- Porque estou triste!
- Mas porquê??
- Não sei...
- Porque estou triste!
- Mas porquê??
- Não sei...
Enfim. Tudo isto, entre outras coisas.
Espero bem que sejam mesmo as hormonas, que já ninguém me atura.
1 mês, 4 semanas, 28 dias.
É o tempo que falta. Diga eu como disser, parece-me sempre pouco. Ouço, leio e vejo as grávidas à minha volta, desejosas que o tempo passe a voar e encolho-me. Ultimamente vivo num misto de sentimentos. Quero muito a Matilde nos braços, quero conhecer cada cm de pele, cada traço, argumentar que é com a mãe que ela é mais parecida. Quero vestir-lhe todas as roupinhas cheirosas que já estão à espera dela e passar horas a olhar para a carinha linda que sei que vai ter. Quero dar-lhe muitos beijinhos nas mãozinhas e nos pézinhos minúsculos. Quero encher a máquina de fotografias. Mas quando penso em todas as mudanças que estão para vir, estremeço. Tantos medos. Medo de não dar conta do recado, medo por saber que não volto a ser eu sozinha, nunca mais. Nem só nós os dois. Medo de ter alguém tão pequenino para cuidar e algo correr mal. Desejo de a ter aqui dentro da minha barriga, quentinha, protegida e poder senti-la a toda a hora. Para mim, esta gravidez passou a voar, rápido, muito rápido.
Quero conhecer esse amor de que tantas mães falam e que eu sei que já existe. Só tenho medo de não estar à altura.
Está quase.
Quero conhecer esse amor de que tantas mães falam e que eu sei que já existe. Só tenho medo de não estar à altura.
Está quase.
Menopausa precoce.
Adormeço quentinha, de pijama polar e meias até ao pescoço. Pela 2ª vez consecutiva, acordo só com camisola interior e não me lembro de nada, nadinha. Qual Inverno, qual quê, andamos cheias de calor por aqui!
Sorriso metálico... ainda.
Já vai fazer 3 anos em Maio. Toda a gente me pergunta quando é que tiro o aparelho e "ainda não está? Mas tens os dentes tão direitinhos!" O meu dentista não acha e no fundo eu também não, mas já estou tão fartinha disto que na última consulta estive mesmo para tirar isto fora, assim mesmo, de qualquer maneira. Depois penso que já está pago (uma fortuna!), que está quase e que podia ficar bem melhor... e acabo por tentar mais uma vez. O que está a dificultar todo este processo é o facto de estar longe e ser difícil conciliar as vagas no dentista com as minhas idas ao Porto. E muito tempo entre consultas acaba por anular os progressos...
Com tudo isto, no auge do desespero, só me lembro de dizer "Eu até já tenho saudades de isto me doer!" Assim como quem diz que o que eu queria mesmo era ver mudanças, tão a ver?... Vai daí, no fim da consulta ele diz-me que vou ter que usar outra vez uns elásticos durante a noite (a unir os dentes de cima aos dentes de baixo) o que não me preocupou muito... até à primeira noite em que os pus. É que os elásticos que eu tinha usado tinham uma tartaruga no saquinho... estes têm um elefante. Só para terem uma ideia da diferença de força que fazem. Durmo com dores e acordo a ver estrelinhas.
Agradecida.
Ainda do Natal.
Não recebi uma máquina de costura, recebi algo com muito mais valor. Um estojo de costura que era da minha mãe (provavelmente a melhor modista do mundo, claro), com tantos anos quanto eu, apetrechado com tudo o que faz falta. Mais uma vez, percebo o quanto gosto de surpresas.
E quanto uso tem tido cá em casa!
E quanto uso tem tido cá em casa!
1 de dezembro de 2009
24 de novembro de 2009
Decidi(mos)...
...que seria vacinada. Não tanto pelo risco que corro se ficar doente estando grávida, mas por esta ser a única forma de a Matilde ter alguma imunidade à gripe até aos 6 meses, uma vez que só nessa altura poderá ser vacinada e até lá está protegida pelos anticorpos do leitinho (que só existirão se eu estiver vacinada). O meu desejo é que de facto tudo seja um grande drama da comunicação social e que esta seja a decisão mais acertada.
E a propósito disto:
Ele (enquanto me conta que foi fotografar o ministro-não-sei-quantos a ser vacinado): Txi, havias de ver a agulha que é! Ui! E aquilo entra tudo, é intramuscular! Ele nem conseguiu olhar, fez cá uma cara...
Eu: (silêncio)
Ele: Ah!... Mas não te preocupes, que aquilo não dói nada!
Pois claro.
E a propósito disto:
Ele (enquanto me conta que foi fotografar o ministro-não-sei-quantos a ser vacinado): Txi, havias de ver a agulha que é! Ui! E aquilo entra tudo, é intramuscular! Ele nem conseguiu olhar, fez cá uma cara...
Eu: (silêncio)
Ele: Ah!... Mas não te preocupes, que aquilo não dói nada!
Pois claro.
23 de novembro de 2009
Eu sou do tempo... #1
E assim se inicia uma espécie rúbrica por estes lados.
Porque há coisas que têm cheirinho a saudade e são boas recordar!
20 de novembro de 2009
Ali em cima...
...o número de semanas vai aumentando. E com ele, o nervoso miudinho. Ainda no outro dia dizia que já estava com 16 semanas, ai tão rápido. Pois é. Entretanto já passaram mais 8.
Um misto de "anda Matilde, para te conhecermos" com "deixa-te estar aí, que ainda falta tanta coisa!".
Um misto de "anda Matilde, para te conhecermos" com "deixa-te estar aí, que ainda falta tanta coisa!".
18 de novembro de 2009
17 de novembro de 2009
Não gosto de pessoas cuscas.
Opá, revira-se uma coisa cá dentro de mim, que só consigo ficar com cara de poucos amigos e calar-me, para não ser mal-educada. No rés-do-chão da casa para onde vamos morar vive uma senhora tão cusca, mas tão cusca que eu acho que até deve ser proibido por lei.
Sempre que chegamos, ela faz questão (mesmo que esteja dentro de casa, ou a uma janela que não dê para o lado em que estacionamos o carro) de se vir por à janela a ver o que se passa. Mas, imaginem, não se põe simplesmente à janela, não! Ela afasta a cortina com a mão e fica a olhar, descaradamente, como se nós fôssemos ceguinhos e não déssemos por nada! Outra ocasião, estando uma amiga nossa à entrada do prédio, ela lembrou-se que tinha que ir limpar o chão debaixo do tapete, na mesma entrada... só para tentar perceber quem era! Não, é que não foi de propósito, o tapete é que tinha mesmo muito pó e tinha que ser naquele exacto momento! E isto são só alguns exemplos.
Hoje, estando os homens das obras (aka trolhas, ou pedreiros, que cá em baixo é tudo mais chiqueza) a fazer estardalhaço lá em casa, aquela alma, que já não devia caber em si de curiosidade, decide ir ao andar de cima queixar-se de uns pontinhos de humidade que tinha no tecto dela (coisa que já foi resolvida há anos) e, surpresa das surpresas, quando demos por ela, já ela estava dentro de casa!!! E enquanto falava com o Bruno ia espreitando por cima do ombro para se certificar que via todas as divisões...
1... 2... 3... 4... 5... 6....... inspira, expira.
Sempre que chegamos, ela faz questão (mesmo que esteja dentro de casa, ou a uma janela que não dê para o lado em que estacionamos o carro) de se vir por à janela a ver o que se passa. Mas, imaginem, não se põe simplesmente à janela, não! Ela afasta a cortina com a mão e fica a olhar, descaradamente, como se nós fôssemos ceguinhos e não déssemos por nada! Outra ocasião, estando uma amiga nossa à entrada do prédio, ela lembrou-se que tinha que ir limpar o chão debaixo do tapete, na mesma entrada... só para tentar perceber quem era! Não, é que não foi de propósito, o tapete é que tinha mesmo muito pó e tinha que ser naquele exacto momento! E isto são só alguns exemplos.
Hoje, estando os homens das obras (aka trolhas, ou pedreiros, que cá em baixo é tudo mais chiqueza) a fazer estardalhaço lá em casa, aquela alma, que já não devia caber em si de curiosidade, decide ir ao andar de cima queixar-se de uns pontinhos de humidade que tinha no tecto dela (coisa que já foi resolvida há anos) e, surpresa das surpresas, quando demos por ela, já ela estava dentro de casa!!! E enquanto falava com o Bruno ia espreitando por cima do ombro para se certificar que via todas as divisões...
1... 2... 3... 4... 5... 6....... inspira, expira.
14 de novembro de 2009
Matar saudades...
13 de novembro de 2009
Quem tem uma mãe assim tem tudo.
9 de novembro de 2009
8 de novembro de 2009
6 de novembro de 2009
Pobre que é pobre...
...vai à MaxMat comprar um móvel de casa-de-banho e, na hora de pagar, saca de um saquinho de plástico transparente do bolso de trás das calças, com notas.
O que eu desejei um buraquinho para me meter! lol
O que eu desejei um buraquinho para me meter! lol
5 de novembro de 2009
Anteontem.
Eu: Ó Bruno, o que aconteceu à marmelada?? A tijela está vazia e ia a meio!
Ele: Pfff... estas moscas!...
Ele: Pfff... estas moscas!...
O frio chegou...
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