São 7h da manhã, estou acordada desde as... humm... ainda não eram 6, deitei-me à uma, dormi com os costados ao frio, estou cheia de dores de garganta e acordei com as unhas dos pés da minha filha (que o pai deitou sem meias e que a meio da noite - que é como quem diz, algures entre a uma e as 5h30 - veio ter connosco à cama) a arranhar-me as costas (não estão por cortar, mas são fininhas como agulhas!). E para completar, tenho a música "Oh Joana" do Marco Paulo, a passar em loop na minha cabeça. Oh, joy!
2 de novembro de 2012
31 de outubro de 2012
Verbo "perder a cabeça".
Eu fui ao site da Vertbaudet com o intuito de aproveitar uma promoção e comprar umas camisolas pré-mamã para mim. A sério que fui. Diz que era o presente de aniversário do Bruno para mim. Mas depois uma pessoa tropeça em coisas destas e fica assim a modos que a babar em frente ao monitor!... Ter uma menina é uma tortura para quem não pode simplesmente clicar em "adicionar ao carrinho" indefinidamente. Contentei-me com duas camisolinhas para mim e estas 3 peças para ela. Amanhã lá vamos nós ter que aproveitar o feriado para passear a roupinha nova... que chatice. Ai, se eu tivesse muito dinheiro!! :)
Da sensibilidade masculina.
(atenção! contém spoiler)
Lady Edith afundada em baba e ranho, acabadinha de ser abandonada no altar, os preparativos para o casamento a serem desfeitos e ele: "Xi, e agora?... já viste a fortuna que eles gastaram??"
29 de outubro de 2012
25s e 4d
É tão, mas tão bom, estar grávida :)
(por favor relembrem-me estas palavras quando eu entrar na recta final, sim?)
(por favor relembrem-me estas palavras quando eu entrar na recta final, sim?)
26 de outubro de 2012
25 de outubro de 2012
Do parto (que está para vir).
Completo hoje as 25 semanas e ultimamente dou comigo a pensar cada vez
mais no nascimento do bebé que trago cá dentro. Nesta segunda gravidez,
olho para tudo de maneira diferente. Penso um bocadinho menos no facto
de estar grávida e, por isso mesmo, o tempo passa (ainda) mais depressa. Mas acho que penso mais no parto. Vou com a vantagem de saber o que me espera. Mas lá está - já sei o que me espera. E isso não é necessariamente reconfortante :) Apesar de o meu primeiro parto ter durado 5 horinhas, são momentos só nossos, momentos em que o nosso corpo assume o controlo, dores que ninguém sente por nós e que, felizmente, a nossa mente tem a habilidade de apagar da nossa memória! Caso contrário ninguém repetia a dose de livre vontade ;)
Relembro o parto da Matilde e imagino que gostava que desta vez "a coisa" se processasse de forma mais espontânea. Apesar de nunca me ter arrependido de ter avançado para o parto induzido assim que completei as 41 semanas (por mim até tinha sido antes, tal era o meu cansaço e a minha ansiedade), há coisas que não vivi e que gostava que fizessem parte desta experiência única que é trazer um filho ao mundo. Coisas pequenas, talvez até parvas, mas que eu gostava de conhecer. O "rebentar" das águas, por exemplo, não sei o que é, porque foram as enfermeiras que o fizeram. Sei que é uma coisa sem importância e que na maioria das vezes as águas não rebentam antes, mas mesmo assim! Também não sei o que é começar com contracções de um momento para o outro, sem estar à espera. Por muitas tentativas que tenha feito para provocar o parto da Matilde de forma natural... a primeira contracção que senti na vida foi depois da indução. Não sei o que é ter o Bruno ao meu lado durante este início do trabalho de parto, porque no parto da Matilde ele foi mandado para casa enquanto aguardávamos e foi tudo tão rápido que quando chegou já eu estava com a dilatação quase feita, a implorar pela epidural. E convenhamos que, qualquer grávida que se preze, quando pensa no parto se imagina a correr para o hospital, a arfar dentro do carro, com o marido ao lado a buzinar para que abram caminho, ou sou só eu?? :)
Por estes dias li este artigo da Pais & Filhos e gostei muito. Apesar de ter tido uma primeira experiência, a meu ver, muito boa e de ter sentido tudinho (mesmo com epidural sabia exactamente quando tinha que fazer força, ao contrário de alguns destes relatos), tenho ponderado se realmente terá sido um procedimento necessário. Afinal de contas, veio tarde e a más horas, já eu estava quase em ponto rebuçado... mas também é verdade que quando ela finalmente chegou eu já jurava a mim mesma que não resistiria a nem mais uma contracção e que não seria capaz de ir até ao fim. Fiquei com a pulga atrás da orelha. Há uma pequena parte do meu (nosso) parto, que eu saltei. Que não sei como é. Será que não seria mesmo capaz? Ou será que estava mesmo quase e eu desisti? Logo descubro como canto quando chegar a hora de o Gonçalo vir cá para fora. Mas estou certa de que desta vez vejo as coisas de forma um bocadinho diferente... e me sinto capaz de um pouco mais.
Relembro o parto da Matilde e imagino que gostava que desta vez "a coisa" se processasse de forma mais espontânea. Apesar de nunca me ter arrependido de ter avançado para o parto induzido assim que completei as 41 semanas (por mim até tinha sido antes, tal era o meu cansaço e a minha ansiedade), há coisas que não vivi e que gostava que fizessem parte desta experiência única que é trazer um filho ao mundo. Coisas pequenas, talvez até parvas, mas que eu gostava de conhecer. O "rebentar" das águas, por exemplo, não sei o que é, porque foram as enfermeiras que o fizeram. Sei que é uma coisa sem importância e que na maioria das vezes as águas não rebentam antes, mas mesmo assim! Também não sei o que é começar com contracções de um momento para o outro, sem estar à espera. Por muitas tentativas que tenha feito para provocar o parto da Matilde de forma natural... a primeira contracção que senti na vida foi depois da indução. Não sei o que é ter o Bruno ao meu lado durante este início do trabalho de parto, porque no parto da Matilde ele foi mandado para casa enquanto aguardávamos e foi tudo tão rápido que quando chegou já eu estava com a dilatação quase feita, a implorar pela epidural. E convenhamos que, qualquer grávida que se preze, quando pensa no parto se imagina a correr para o hospital, a arfar dentro do carro, com o marido ao lado a buzinar para que abram caminho, ou sou só eu?? :)
Por estes dias li este artigo da Pais & Filhos e gostei muito. Apesar de ter tido uma primeira experiência, a meu ver, muito boa e de ter sentido tudinho (mesmo com epidural sabia exactamente quando tinha que fazer força, ao contrário de alguns destes relatos), tenho ponderado se realmente terá sido um procedimento necessário. Afinal de contas, veio tarde e a más horas, já eu estava quase em ponto rebuçado... mas também é verdade que quando ela finalmente chegou eu já jurava a mim mesma que não resistiria a nem mais uma contracção e que não seria capaz de ir até ao fim. Fiquei com a pulga atrás da orelha. Há uma pequena parte do meu (nosso) parto, que eu saltei. Que não sei como é. Será que não seria mesmo capaz? Ou será que estava mesmo quase e eu desisti? Logo descubro como canto quando chegar a hora de o Gonçalo vir cá para fora. Mas estou certa de que desta vez vejo as coisas de forma um bocadinho diferente... e me sinto capaz de um pouco mais.
24 de outubro de 2012
Fita de viés.
Não deixa de ser curioso como todos os posts sobre costura que aqui coloco parecem invisíveis. Juro que às vezes venho confirmar se ficaram mesmo publicados, tal é o silêncio! :) Serei eu que ando muito chata? Acredito que sim e lamento se é o caso... mas a verdade é que fica difícil variar muito nos temas, quando o tempo escasseia e quase todos os meus dias são passados no meio dos trapos! ;)
Anyway... hoje, enquanto fazia esta fita de viés, pensava que é uma coisa um bocadinho aborrecida de fazer, sobretudo para quem, como eu, não tem nem material de corte, nem fazedor de viés (ou faz viés ou passa viés... como lhe quiserem chamar). Porque ninguém nasce ensinado, já "perdi" algumas horas à procura da forma mais rápida e eficaz de fazer esta fita e, tirando uma ideia daqui e outra dali, consegui dar com aquela que me permite fazer viés de forma a que fique perfeitinha, sem esfrangalhar o tecido todo, queimar os dedinhos ou chorar de desespero ;) Por isso, lembrei-me de me estrear nos tutoriais, mostrando como faço. O que não faltam por essas internetes fora, são posts sobre o assunto, mas sem ambos os utensílios não me lembro de ter visto algum - serei a única pessoa no mundo? :) Por isso (e porque um tutorial dá uma trabalheira), ficam as questões, para as meninas que costuram:
Já experimentaram fazer fita de viés ou já compram feita? Acham fácil ou dá-vos algumas dores de cabeça? Têm fazedor de viés? E como cortam as tirinhas perfeitinhas? Seria útil um tutorial ou mais vale estar quietinha? :)
Anyway... hoje, enquanto fazia esta fita de viés, pensava que é uma coisa um bocadinho aborrecida de fazer, sobretudo para quem, como eu, não tem nem material de corte, nem fazedor de viés (ou faz viés ou passa viés... como lhe quiserem chamar). Porque ninguém nasce ensinado, já "perdi" algumas horas à procura da forma mais rápida e eficaz de fazer esta fita e, tirando uma ideia daqui e outra dali, consegui dar com aquela que me permite fazer viés de forma a que fique perfeitinha, sem esfrangalhar o tecido todo, queimar os dedinhos ou chorar de desespero ;) Por isso, lembrei-me de me estrear nos tutoriais, mostrando como faço. O que não faltam por essas internetes fora, são posts sobre o assunto, mas sem ambos os utensílios não me lembro de ter visto algum - serei a única pessoa no mundo? :) Por isso (e porque um tutorial dá uma trabalheira), ficam as questões, para as meninas que costuram:
Já experimentaram fazer fita de viés ou já compram feita? Acham fácil ou dá-vos algumas dores de cabeça? Têm fazedor de viés? E como cortam as tirinhas perfeitinhas? Seria útil um tutorial ou mais vale estar quietinha? :)
♡
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| Conjunto de bebé com porta-fraldas + muda-fraldas (interior impermeável, dobra-se de forma a ficar em formato de bolsa) + bolsa de documentos + babete reversível. |
Gosto tanto, mas tanto do tecido que deu origem a este conjunto, que quase consigo ter pena de não estar à espera de outra menina, só para poder ficar com ele para mim :)
19 de outubro de 2012
13 de outubro de 2012
12 de outubro de 2012
6 meses, meio ano.
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| https://www.facebook.com/pages/Mimices/349113818473039 |
Faz hoje 6 meses que lançámos o site e a página do Facebook das Mimices onde, curiosamente, também hoje atingimos os 1000 likes. Para muitos pode parecer pouco, para mim é uma imensidão. Às vezes ainda acho que é areia a mais para a minha camioneta, mas devagarinho (vá lá que as clientes são pacientes!) vou continuando ao sabor da maré, para onde ela me levar. É bom, mas tão bom, ir recebendo as muitas palavras carinhosas de incentivo!... A propósito, espreitem aqui mais um post, desta vez da Joana, aqui sobre o estaminé. Obrigada! ♡
9 de outubro de 2012
Olhem só...
...estes passarinhos amorosos! Supostamente a ideia é construir este lindo mobile (móvil?) mas eu mal posso esperar para experimentar fazer alguns soltos para espalhar pela casa :) Tutorial (gratuito!) aqui.
29 de setembro de 2012
28 de setembro de 2012
26 de setembro de 2012
♡
É o meu bebé.
Chama-se Gonçalo e é um pedaço de mau caminho :)
p.s. para quem está pouco habituado a ver ecografias, a imagem mostra um bebé de perfil, a chuchar no dedo! vê-se bem o bracinho dele levantado e a mão fechada ;)
25 de setembro de 2012
"Estou no lodo!"
Aqui há tempos fomos ao cinema ao Dolce Vita Tejo. Bilhetes comprados, decidimos ir buscar pipocas (mandem-se ao ar, atirem pedras, cinema para mim é com pipocas, ainda que o pacote fique praticamente vazio ainda antes de começar o filme) e lá estava uma rapariguita sozinha ao balcão, com 1976355 pessoas na fila, a suar por todos os poros. Quando finalmente chegou a colega para a ajudar, comentou: "Txi, estás no lodo?!" e eu não consegui deixar de sorrir :)
A expressão não é propriamente bonita, mas não podia ser mais apropriada e trouxe boas recordações de outros tempos. Enquanto andava na faculdade trabalhei em restauração, primeiro num centro comercial, naqueles quiosques de café que estão por lá espalhados e depois numa pastelaria. Ainda hoje, às vezes, sinto saudades do ambiente e do ritmo, sobretudo deste último sítio onde estive. Adorava servir à mesa. Mesmo!
Foi nessa altura que ouvi a expressão a primeira vez. Lembro-me de ficar a olhar com uma pinga, de pensar "estás onde?" e de me explicarem, como quem transmite toda a sua sabedoria: "estás no lodo quando tens louça por todo o lado, imensa coisa por fazer, clientes sempre a chegar... e não sabes para onde te hás-de virar primeiro!" Não tardou muito a experimentar a sensação ;)
Tudo isto para dizer que... neste momento eu também estou no lodo! O que não é necessariamente mau :)
A expressão não é propriamente bonita, mas não podia ser mais apropriada e trouxe boas recordações de outros tempos. Enquanto andava na faculdade trabalhei em restauração, primeiro num centro comercial, naqueles quiosques de café que estão por lá espalhados e depois numa pastelaria. Ainda hoje, às vezes, sinto saudades do ambiente e do ritmo, sobretudo deste último sítio onde estive. Adorava servir à mesa. Mesmo!
Foi nessa altura que ouvi a expressão a primeira vez. Lembro-me de ficar a olhar com uma pinga, de pensar "estás onde?" e de me explicarem, como quem transmite toda a sua sabedoria: "estás no lodo quando tens louça por todo o lado, imensa coisa por fazer, clientes sempre a chegar... e não sabes para onde te hás-de virar primeiro!" Não tardou muito a experimentar a sensação ;)
Tudo isto para dizer que... neste momento eu também estou no lodo! O que não é necessariamente mau :)
24 de setembro de 2012
Gosto tanto, mas tanto...
... da nossa "sala nova"! É que não me canso de olhar para a tão aguardada estante :) Agora só me resta uma questão mais que pertinente: e agora quem vai limpar o pó a esta tralha toda?
23 de setembro de 2012
Ainda do Verão que agora termina.
Foram oferecidos à Matilde e vinham num cartãozinho que dizia "Little Girls". Ora, com 1,62m eu também não sou propriamente grande, não é verdade? :)
Abastecer.
Em casa da minha mãe há gavetões assim. É natural que, para além de mim própria, os meus carrinhos de linhas também voltem mais gordinhos de cada vez que lá vão :)
22 de setembro de 2012
20 semanas.
Estas 20 semanas parecem-me (e estão!) bem mais volumosas que na gravidez da Matilde. Desde que passou o tormento de aguardar pelas 12 semanas, tem sido uma gravidez muito serena. As semanas passam sem eu dar conta e acho que foi preciso, há coisa de duas semanas, sentirmos os dois (pai e mãe) os primeiros pontapés oficiais para eu me sentir realmente a carregar um bebé na barriga... e mexe tanto! Diz que é para a semana que sabemos se cá dentro está um crianço ou uma criança :)
21 de setembro de 2012
Aproveitar o que não presta.
Este ano, assim que começaram a aparecer as primeiras cerejas, lembrei-me que há algum tempo que pensava em fazer almofadinhas de caroços de cerejas. Para quem não sabe, estas almofadinhas, à semelhança das almofadinhas de cereais (que também estão nos meus planos), servem como almofadas térmicas, óptimas para substituir, consoante a situação, o saco de água quente (colocando no microondas uns minutos) ou o gelo (colocando no congelador umas horas). Podem ser usadas também para aquecer a caminha dos bebés antes de os deitar, agora que o frio se está a aproximar!
De maneiras que, nessa altura, decidi enviar sms a alguns amigos a pedir um pequeno favor: que quando comessem cerejas, colocassem os caroços à parte e que fossem colocando esse recipiente ao sol, para secar. A minha mãe tinha-me dito uma vez que este processo era suficiente. Eu achei estranho e mais tarde percebi que não. Muitos caroços ganham bolor e não é nada higiénico deixar aqueles bocadinhos de cereja agarrados que mais tarde acabariam por absorver humidade novamente e... blhac.
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| Caroços secos ao sol, antes de serem lavados. |
Descobri que os caroços devem ser então submetidos a um processo de lavagem. É um processo muito simples mas, confesso, bastante demorado e... nojento! lol Basicamente consiste apenas em colocar os caroços num recipiente com água e, de x em x tempo (eu era quando ia à cozinha e me lembrava e calçava umas luvas de latex para o efeito) ir esfregando uns nos outros e mudar a água, repetindo até se soltarem todos os resíduos. Depois, aí sim, colocar ao sol uns dias até secar.
Eu quase não comi cerejas, mas tenho amigas queridas que se lembraram do meu pedido e me trouxeram grandes caixas e sacos cheios de caroços :) a primeira leva já está lavadinha. Às vezes há uns caroços que ainda parecem ter restinhos, mas são apenas manchas mais escuras. Agora é tratar da segunda e creio que terei caroços suficientes para fazer algumas almofadinhas para oferecer no Natal!!
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| Lavadinhos e prontos para encher as almofadas! |
19 de setembro de 2012
❤
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| O meu Bob, o Construtor :) |
Passados 2 anos, a casa toda do avesso e uma sala a ficar finalmente pronta!
Ela já cá está :)
31 de agosto de 2012
Da terra.
Os meus avós maternos sempre tiveram quintal e galinhas. Por isso,
sempre que eu e os meus pais íamos à aldeia, vínhamos com o carro cheio. Desde que vim
para baixo e desde que começámos a ir ao Porto de carro, volta e meia
também trazíamos algumas coisas. É tão bom! Este ano, o meu pai mudou-se
para uma casa com terreno e também cultivou uma horta. De maneira que,
de ambos os lados, trouxemos o carro cheio com abóbora, courgette,
batatas, cebolas, tomate, alface, pimento, penca e feijão verde. Ficámos
com o frigorífico cheio, uma delícia!! Só tenho pena de não ir lá mais
vezes, por este e por todos os motivos :)
A parte menos boa da história é que... vamos de férias amanhã e por isso
as últimas horas têm sido a lavar, cortar e a escaldar grande parte dos
legumes, para de seguida os congelar e evitar que se estragem! E já não
cabe mais nada, nadinha na minha arca! Ufaaa!
27 de agosto de 2012
Depois de quase uma década...
![]() |
| Imagens retiradas da net. |
...parece que é este ano que voltamos ao sítio onde nos conhecemos e onde passei as férias durante grande parte da minha infância e adolescência (no tempo em que eu, o meu irmão, o meu pai e a minha mãe ainda éramos uma família). Ainda não estou bem em mim, acho que só acredito quando pousar os meus ricos pezinhos em Pedras del Rei. Diz que é já para a semana :)
13 de agosto de 2012
Curtas.
Estes "terrible two" têm trazido algumas lágrimas (minhas e dela) mas também muitas gargalhadas. Está a entrar naquela fase gira em que começa a pôr o mundo por palavras dela e constrói frases compridas e com sentido. Dispensavam-se bem as birras sucessivas, mas ainda assim, tem sido muito bom! :) Dois episódios, dos muitos que vão acontecendo:
De madrugada, Matilde Colaço em pé encostada à nossa cama:
- Mamã?
- (...)
- Mamã?
- (...)
- Mano??
(só lhe faltava mesmo um "oláaaa?? está aí alguém?")
Eu e a Matilde, a vermos num dos seus livros preferidos (sobre a quinta), a imagem de uma porca a amamentar os porquinhos:
Eu: Vês, é a mamã porca a dar leitinho aos porquinhos.
Ela: Tem maminhas!
Eu: Tem.
Ela (a apontar): A mamã também tem maminhas!!
Eu: Pois tenho... é para dar leitinho ao...??
Ela: PORCO!!
De madrugada, Matilde Colaço em pé encostada à nossa cama:
- Mamã?
- (...)
- Mamã?
- (...)
- Mano??
(só lhe faltava mesmo um "oláaaa?? está aí alguém?")
Eu e a Matilde, a vermos num dos seus livros preferidos (sobre a quinta), a imagem de uma porca a amamentar os porquinhos:
Eu: Vês, é a mamã porca a dar leitinho aos porquinhos.
Ela: Tem maminhas!
Eu: Tem.
Ela (a apontar): A mamã também tem maminhas!!
Eu: Pois tenho... é para dar leitinho ao...??
Ela: PORCO!!
31 de julho de 2012
28 de julho de 2012
E agora A notícia :)
A minha barriga está habitada mais uma vez! A Matilde vai ter um mano ou uma mana :) Surpreendo-me com esta gravidez que ainda vai no início, mas segue a passo rápido. As semanas passam a correr e a roupa começa a apertar desde cedo. E pensar que na gravidez da Matilde às 20 semanas ainda vestia as calças habituais! Tão bom ♥
Dos "estranhos".
Quando escrevi este texto, não foi minha intenção melindrar ninguém, muito menos as pessoas que estavam longe de mim e pouco ou nada poderiam ter feito. Também não o escrevi a apelar ao sentimento, como quem diz "ai, coitadinha de mim" porque não faz parte do meu feitio. Não queria fazer ninguém sentir-se mal, não queria compaixão, não queria dar azo a grandes desenvolvimentos sobre o assunto, daí também ter desactivado os comentários. Simplesmente senti necessidade de partilhar o que tinha sido aquele último mês que terminava e achei que não fazia sentido continuar a escrever no blog omitindo aquelas semanas que tinham sido tão difíceis.
No entanto, esta blogosfera surpreende-me sempre e, desta vez, foi pela positiva (embora eu saiba que também há pessoas más a ler o que escrevo). Recebi vários e-mails e mensagens pelo facebook, de pessoas que queriam deixar uma palavra (muitas!) de carinho. Não foram mensagens de censura ou de crítica, nem mensagens de piedade, foram simplesmente mensagens de força, de ânimo! Algumas porque se identificaram em parte com a situação, outras porque quiseram dar algum alento, outras a lamentar não terem estado mais presentes (embora, como disse, o meu objectivo não tenha sido fazer ninguém sentir-se mal).
No entanto, esta blogosfera surpreende-me sempre e, desta vez, foi pela positiva (embora eu saiba que também há pessoas más a ler o que escrevo). Recebi vários e-mails e mensagens pelo facebook, de pessoas que queriam deixar uma palavra (muitas!) de carinho. Não foram mensagens de censura ou de crítica, nem mensagens de piedade, foram simplesmente mensagens de força, de ânimo! Algumas porque se identificaram em parte com a situação, outras porque quiseram dar algum alento, outras a lamentar não terem estado mais presentes (embora, como disse, o meu objectivo não tenha sido fazer ninguém sentir-se mal).
Grande parte dessas pessoas não me conhecem pessoalmente, nem eu a elas. Lemos os blogues umas das outras e na maior parte dos casos nem temos o hábito de comentar, mas vamos acompanhando estas vidas. Sabemos dos dias, sabemos dos filhos, sabemos de pequenos altos e baixos e chega uma certa altura em que sentimos que conhecemos um bocadinho aquela pessoa sem, no entanto, nunca a termos visto. E quando a vemos numa situação menos agradável sentimos necessidade de dar uma palavra de carinho. E é isto que eu acho bonito. Tenho amigas a quem faz muita confusão eu ter um blog e mostrar pedaços da minha vida a estranhos. Mas a ironia é que não são os "estranhos" que me incomodam, antes pelo contrário. Se já várias vezes tive vontade de privatizar este bocadinho, não foi por causa dos "estranhos", mas por causa de determinados conhecidos. Porque esses sim, são maldosos. Mas é porque gosto que, volta e meia, novos "estranhos" passem por cá que não privatizo o estaminé. Por isso, queridos "estranhos", gosto muito de vocês. Mesmo que não comente os vossos blogues, mesmo que nem sempre responda atempadamente, é muito bom ter-vos por cá! Obrigada por todo esse carinho anónimo :)
22 de julho de 2012
♡
Ia adorar que os interruptores cá de casa fossem antigos e velhos, só para lhes poder fazer este serviço:
19 de julho de 2012
Ana Oliveira ♥ Mimices
Os meus conhecimentos sobre ilustradores não são vastos, mas há uma ilustradora pela qual sou apaixonada há alguns anos e que muitos de vocês já devem conhecer - a Ana Oliveira :) A quem ainda não teve o prazer de conhecer os seus trabalhos, convido a visitar o blog ou a página do Facebook e a espreitar as lindas ilustrações que por lá moram. Há ainda uma lojinha na Etsy, que vale a pena ver!
Vão gostar ;)
Quanto a mim, estou muito, muito contente :) Dois meses e muitos e-mails depois do primeiro contacto... eis que tenho o prazer de ter ilustrações da querida Ana nos meus marcadores. Obrigada! É um privilégio tão grande estou de coração cheio. Espero que vocês gostem tanto quanto eu do resultado. Não me canso de olhar para eles! ♥
É uma colecção de 6 marcadores com temas diferentes, ilustrados pela Ana Oliveira e estampados e costurados por mim. Custam (1) 5,90€ ou (2ou+) 5€ cada. Os tecidos do verso podem variar, bem como as fitas e as cores dos pespontos. Mais fotos, aqui.
Quanto a mim, estou muito, muito contente :) Dois meses e muitos e-mails depois do primeiro contacto... eis que tenho o prazer de ter ilustrações da querida Ana nos meus marcadores. Obrigada! É um privilégio tão grande estou de coração cheio. Espero que vocês gostem tanto quanto eu do resultado. Não me canso de olhar para eles! ♥
É uma colecção de 6 marcadores com temas diferentes, ilustrados pela Ana Oliveira e estampados e costurados por mim. Custam (1) 5,90€ ou (2ou+) 5€ cada. Os tecidos do verso podem variar, bem como as fitas e as cores dos pespontos. Mais fotos, aqui.
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