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25 de setembro de 2012

"Estou no lodo!"

Aqui há tempos fomos ao cinema ao Dolce Vita Tejo. Bilhetes comprados, decidimos ir buscar pipocas (mandem-se ao ar, atirem pedras, cinema para mim é com pipocas, ainda que o pacote fique praticamente vazio ainda antes de começar o filme) e lá estava uma rapariguita sozinha ao balcão, com 1976355 pessoas na fila, a suar por todos os poros. Quando finalmente chegou a colega para a ajudar, comentou: "Txi, estás no lodo?!" e eu não consegui deixar de sorrir :)
A expressão não é propriamente bonita, mas não podia ser mais apropriada e trouxe boas recordações de outros tempos. Enquanto andava na faculdade trabalhei em restauração, primeiro num centro comercial, naqueles quiosques de café que estão por lá espalhados e depois numa pastelaria. Ainda hoje, às vezes, sinto saudades do ambiente e do ritmo, sobretudo deste último sítio onde estive. Adorava servir à mesa. Mesmo!
Foi nessa altura que ouvi a expressão a primeira vez. Lembro-me de ficar a olhar com uma pinga, de pensar "estás onde?" e de me explicarem, como quem transmite toda a sua sabedoria: "estás no lodo quando tens louça por todo o lado, imensa coisa por fazer, clientes sempre a chegar... e não sabes para onde te hás-de virar primeiro!" Não tardou muito a experimentar a sensação ;)

Tudo isto para dizer que... neste momento eu também estou no lodo! O que não é necessariamente mau :)

29 de fevereiro de 2012

Pérolas.

Corrigir testes é uma seca, mas às vezes ainda proporciona bons momentos :) Estas respostas são de alunos entre os 16 e os 25 anos, mas nos cursos dos adultos também se encontram umas pérolas jeitosas :)

Módulo: HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR
Pergunta: Existem situações de doença que podem implicar a não permanência no local de trabalho. Diz 3 dos principais sintomas que podem levar a tal situação.
Resposta brilhante: Ataque cardíaco.
De facto, assim não trabalha, mesmo que queira!

Módulo: PROMOÇÃO DA SAÚDE
Pergunta: Porque é que o tratamento para uma doença sexualmente transmissível deve ser feito pelo casal e não só por quem manifesta os sintomas?
Resposta brilhante: Deve ser feito pelo casal, porque se forem os dois ao tratamento é mais fácil e melhor porque se só for um é mais desgastante, tanto o tratamento como a solidão.
Sim, é isso, a solidão é complicada!

Pergunta: Indica 3 regras para uma alimentação saudável.
Resposta brilhante: Ter bons hábitos alimentares.
Pois, obrigada!

...and the winner is:

Módulo: NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO

24 de fevereiro de 2012

Dramas.

Ontem tive uma senhora na consulta que se queixou que era muito difícil cumprir um plano alimentar para perder peso quando fazia os seus cruzeiros (sim, no plural). E que nos hotéis havia sempre demasiadas coisas boas para comer. E que não sabia quando podia marcar nova consulta porque não sabia se ia estar cá. Há por aí vidas realmente complicadas! lol

13 de outubro de 2011

Vai ser bonito.

É já no próximo mês que vou voltar a dar formação. Desta vez, para além de um módulo de Nutrição e Alimentação, foi-me atribuído um módulo intitulado "Promoção da Saúde". Dos conteúdos deste módulo fazem parte diversos temas, tais como doenças do comportamento alimentar, drogas, álcool, planeamento familiar, doenças sexualmente transmissíveis, etc. Agora pensem comigo: se os meus alunos (personagens entre os 16 e os 23 aninhos), na aula sobre aleitamento materno, desataram às bocas e aos segredinhos quando eu disse a palavra "mamada", como é que vai ser quando eu falar de homossexualidade ou, melhor ainda, quando chegar àquela parte gira em que ensino como é que se coloca correctamente o preservativo masculino?

Pois. Mal posso esperar.

(vá, confesso que até estou animadita por ter estas aulas para preparar, mas que vai ser assim um nadinha de nada constrangedor... lá isso vai!)

Olhá batatinha!

Ontem tive uma senhora na consulta que era fã de batatas fritas. Comia-as como acompanhamento pelo menos 3x por semana, em casa ou no restaurante. Na semana passada tive uma outra que me dizia que as batatas fritas eram sagradas ao Domingo. Nas consultas de Obesidade Infantil, era sagradinho: o prato preferido de 90% dos miúdos eram as batatas fritas com ovo estrelado. Depois do "sermão" habitual, quando vejo que a probabilidade de elas excluirem as batatinhas da alimentação é quase zero, acabo por sugerir uma alternativa: fazer as batatas no forno. Sugiro que comprem as batatas congeladas e que as deixem no forno por cerca de 15-20min, ligando o grill no final para ficarem mais douradinhas. Às vezes, em casa, quando dá aquela vontade, também fazemos assim e ficam deliciosas. Sequinhas e estaladiças... nham! Sei que algumas pessoas untam o tabuleiro com óleo, eu acho que é desnecessário. Espalho as batatas directamente no tabuleiro ou sobre uma folha de papel vegetal e já está. Continuam a ser batatas fritas e continua a ser um alimento a evitar, mas quando apetece mesmo ou quando os miúdos pedem muito, acaba por ser uma alternativa mais saudável.

As batatas congeladas são ligeiramente pré-fritas, ou seja, ficam com uma fina camada de gordura que permite que depois sejam cozinhadas no forno. No entanto, há relativamente pouco tempo, surgiram versões como esta e esta, de batatas congeladas para o forno. Eu desaconselho: são pré-fritas por muito mais tempo (nota-se que estão gordurosas e mais escuras), logo têm uma maior quantidade de gordura!

Fica a sugestão :)

12 de outubro de 2011

"Eu nunca na vida comerei tomate!"


Já foi há algum tempo que a Karla falou neste livro. Desde então, o título não me saiu da cabeça e como na semana passada encomendei um livro na wook, aproveitei os portes e mandei vir este também. Felizmente, a Matilde adora tomate e come todo o tipo de vegetais, mas como já é um clássico que os miúdos não gostem destes alimentos e já lidei com isso tanta vez no meu trabalho... não resisti :)

O livro conta a história da Lola, uma menina de 4 anos, e do Charlie, o seu irmão mais velho. A Lola diz: "Eu não como ervilhas, nem cenouras, nem batatas, nem cogumelos, nem esparguete, nem ovos, nem salsichas. Eu não como couve flor, nem repolho, nem feijões, nem bananas, nem laranjas. Eu, definitivamente nunca na vida comerei tomate!"

E o Charlie vai tentando dar-lhe a volta:

"A Lola não come cenouras, claro. Diz que as cenouras são para os coelhos.
- Eu nunca na vida comerei cenouras.
E eu digo:
- Oh, tu pensas que são cenouras! Mas não são cenouras. São gomas de laranja vindas de Júpiter.
- A mim parecem-me cenouras - diz a Lola.
- Mas como é que podem ser cenouras - digo eu, - se em Júpiter não há cenouras?
- Lá isso é verdade - diz Lola. - Bom, já que fizeram todo esse caminho desde Júpiter vou provar ao menos uma. Humm, nada má. - diz ela, servindo-se de mais."

Ou então, são as ervilhas que são rebuçados verdes da Verdelândia, que são feitos de clorofila, caem do céu e são extremamente raros:


Outros títulos ficam ainda na lista de espera, para um dia fazerem parte da colecção da Matilde. O primeiro é sobre o que é e porque temos umbigo (já estive com ele na mão numa feira do livro, há uns tempos, e fiquei encantada!) e o segundo é sobre como nascem e são feitos os bebés (tenho em versão power point). Aceitam-se mais sugestões!



3 de outubro de 2011

A pedido...

...de muitas famílias da Raquel, tenho a comunicar que o trabalhinho está a correr bem. Como todos os trabalhos, traz vantagens e desvantagens... Para além da vantagem óbvia que é ter um ordenado ao fim do mês (ainda que a recibos verdes), voltar às consultas tem-me mostrado o quão desactualizada estou e a pesquisa tem-me dado bastante prazer. Depois, todos os dias da semana trabalho num sítio diferente, com colegas diferentes e realidades diferentes, o que também é óptimo e faz com que as semanas passem mais depressa :) Trabalhar em Lisboa não é fácil, mas constantemente repito para mim mesma que há quem não tenha trabalho sequer e me obrigo valorizar o que tenho. Passo uma média de 3h por dia em transportes (ou seja, trabalho 40h semanais mas, na prática e contando com a hora de almoço, estou fora de casa 60h), mas também sei que há quem sofra mais que eu (só que a mim a infelicidade dos outros não me anima!). Fico com o coração apertado quando, dois dias por semana, chego a casa e a minha filha já está a dormir, mas finalmente tenho um trabalho (a tempo inteiro, na área para a qual estudei e que vai de encontro àquilo em que acredito) que me permite ir buscá-la à escola nos outros três dias (ainda que em cima da hora) e passar todos os fins-de-semana e feriados com ela. Estamos a habituar-nos, a ganhar rotinas e a aprender a aproveitar cada bocadinho que temos juntos. Vai correr bem. É acreditar e fazer por isso :)

15 de setembro de 2011

Tão bom...

...que é pagar 80€ de passe de comboio + metro! Mas ainda melhor é (conseguir) entrar em S. Sebastião, num metro apinhado de benfiquistas e fazer o caminho todo até ao Colégio Militar como uma sardinha em lata. Ah, doce Lisboa!

Do exercício.

Ainda não tinha dito, mas vou/estou a trabalhar num grupo de ginásios. Como tal, ando a experimentar os treinos que por lá se fazem. E só vos tenho a dizer que estou toda doridinha. Como dizia a outra "não há um ossinho deste meu corpinho que não esteja todo partidinho". Pareço uma velha a mexer-me, a conter os ais e uis para não parecer mal. Mas não desisto! Se não é agora que eu risco o ponto 8 não é nunca!

6 de setembro de 2011

Maria Desconto... será?

Quando andava na escola primária tinha o hábito de andar sempre com uma menina com quem ninguém queria brincar. Chamava-se Rita, andava sempre cheia de piolhos e tinha os dentes todos podres. A Rita era pobre mas, nunca me esqueci até hoje, quando estava constipada, usava lenços renova com cheiro a lavanda e assoava-se apenas uma vez a cada um deles. Como a Rita (ou, neste caso, os pais dela), há milhares de pessoas pouco sensatas na hora de fazer as suas compras. Ainda há uns tempos conversávamos com um casal amigo que contava uma história semelhante, de como conhecidos com um orçamento muito limitado colocavam, invariavelmente, produtos de marcas mais caras no carrinho, simplesmente porque não se convencem que a marca branca é uma opção mais económica ou nem sequer se davam ao trabalho de comparar preços. É um facto que, em alguns produtos e quando o orçamento me permite, também gosto de escolher marcas específicas. Mas no geral, quando olho para o tapete na caixa do supermercado, destacam-se os rótulos vermelhos, já que quase tudo é marca branca.

Esta tarde, lembrei-me da Rita. Agora dá um programa que se chama "Maria Desconto" em que uma senhora vai ao supermercado com uma outra (que se inscreve para participar no programa), com uma lista de compras e um limite no orçamento. Supostamente, para ensinar a fazer escolhas mais económicas. Qual o meu espanto quando, no item "bolachas" ela recomenda escolher umas simples (até aqui tudo bem) e depois pega num pacote de bolachas Maria, do Ruca, em pacotinhos individuais, que custava 1,79€. Ora, se fossem umas bolachas xpto, ainda vá, mas eram bolachas Maria, tinham que ser estas? É que se ela comprasse um pack de 4 pacotes grandes, marca branca, e os dividisse em porções em casa (para levar para a escola, por exemplo), o mesmo peso em bolachas ficaria por 0,28€, ou seja menos 1,51€!! Ou então podemos comparar pelo preço por kg: as de marca branca custam 0,93€/kg e as primeiras custam 5,97€/kg! É uma grande diferença, ou não? É nestes pequenos gestos que se nota a diferença na despesa total do supermercado e acho ridículo que num programa que aparentemente pretende ensinar a poupar se vejam estes exemplos. Porque cada vez mais as pessoas se convencem que não podem comer bem e barato, quando podem! É certo que as frutas e legumes estão cada vez mais caros, mas há muitas alternativas a serem exploradas e muitas formas de poupar na alimentação sem poupar na qualidade. O que dizer quando se começa a defender a fast-food como sendo a única alternativa para muitos portugueses comerem de forma mais económica? Eu quando vou ao McDonald's não como por menos de 5€... e por este preço consigo fazer uma refeição em casa para 4 pessoas! É pena que as coisas estejam neste ponto e que se vejam tantas pessoas sem querer saber como fazer melhor...

27 de agosto de 2011

:D

Uma semana, três entrevistas, um telefonema:

"gostaríamos que viesse trabalhar connosco"

YES!

(agora vou só ali beber um copinho de água com açúcar e convencer-me de que vai correr tudo bem e que vou corresponder às expectativas e coiso-e-tal e assim-assim)

12 de agosto de 2011

A vida às vezes merecia um par de estalos.

Esta mania que ela tem, de nos mostrar coisas nos momentos em que mais precisamos de as ver, já me enerva. Porque depois fico assim, de lágrimas a escorrer pela cara abaixo, porque justamente quando decido desistir de tudo, algo me diz que não e eu volto à estaca zero, que é como quem diz, fico sem saber o que fazer.
Hoje, enquanto respondia a um anúncio, procurava alguma notícia sobre os Cursos de Culinária Saudável que fiz há quase 2 anos. Encontrei uma que ainda não tinha visto, escrita por alguém que frequentou o 3º curso, que pertencia à Câmara Municipal e andou sempre de câmara em punho. E bateu uma saudade... pareço certos clubes de futebol, que vivem das vitórias passadas, falam falam e não os vemos a fazer nada. Eu ultimamente só recordo, porque de resto... Tenho tantas ideias e tanta vontade de as pôr em prática que me dói o coração perceber que neste país só há espaço para o voluntariado e toda a gente acredita que as pessoas andam a trabalhar com ar e vento na barriga.

Clicar na imagem para ler a notícia completa e depois clicar em + fotos para ver algumas fotografias.

Estas palavras bonitas vieram remexer na ferida que teima em não sarar. Estou tão farta e cansada...

6 de agosto de 2011

Gosto muito de...

Esta é uma colecção cujo objectivo é promover a adopção de hábitos alimentares mais saudáveis entre as crianças. É composta por 5 livros diferentes e faz parte do programa PASSE - Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar. São histórias interactivas, nas quais o adulto lê a narrativa e cada criança, quando chegar a um buraco na história, tem que escolher uma entre duas propostas. Estas actividades resultam melhor, se depois as crianças forem provar os alimentos sugeridos nas histórias!

Para fazerem download dos livros basta clicar em cada imagem. Se gostarem, toca a comprar para usar aí em casa! :)





21 de julho de 2011

Já perdi a conta...

...ao número de anúncios de emprego a que já respondi. São poucas as vezes que obtenho resposta. Como vão sendo 2 ou 3 de cada vez (e muito raramente, que os anúncios não abundam) até acabo por nem ficar muito ansiosa por causa disso. Mas, na semana passada, para além de 4 respostas a anúncios, mandei 24 e-mails com propostas de colaboração, para empresas de consultoria e formação. Recebi uma resposta. E sei que já estou cheia de sorte, que o mais provável é todos os outros terem sido imediatamente apagados.
Já disse que já fui a entrevistas para trabalhar em lojas de roupa (de realçar que só fui chamada às entrevistas porque retirei a licenciatura do meu currículo) e mandaram-me dar meia volta quando souberam? "Olhe, desculpe lá, não me leve a mal e desejo-lhe toda a sorte do mundo, mas não queremos licenciadas". Bitch.

3 de março de 2011

Inexperiência é...

...começar um módulo de 25 horas em pânico, por achar que não há "matéria" suficiente para tanta hora, passar algumas horas a encher chouriços e depois acabar esse mesmo módulo em pânico porque faziam falta mais umas horinhas. Pelo menos, agora já sei.

(sim, porque não há cá matrizes, nem conteúdos, nem objectivos, nem na-da... deram-me o título do módulo e não digas que vais daqui)

Auto-avaliações

Na semana passada passei algumas horas a fazer a avaliação do módulo do primeiro módulo em que estou a dar formação, que já acabou em ambas as turmas que tenho. Digo-vos, é uma coisa mesmo, mesmo chata e eu não sabia. Não fazia ideia que os meus professores tinham tanto trabalho só para dizerem "fulano vai ter x e beltrano vai ter y". E o mais frustrante é que a avaliação contínua só vale 20%, por isso, mesmo que queiramos subir ou descer a nota mais marcadamente, não dá, que a base de dados faz as contas sozinha e uma pessoa está ali "puxa daqui, puxa dali" e no final das contas estamos sempre no mesmo sítio.
Adiante.
O que eu queria mesmo dizer é que os meus alunos (formandos, vá) são as pessoas mais engraçadas que existem (às vezes, só às vezes): uns começam o texto com um valente "Olá!" (assusto-me sempre, fico à espera que se siga um "'tá tudo?") e outros são exageradamente formais "Venho por este meio pedir um...". Depois há os que nos abrem o coração: "Muito sinceramente, gostaria do fundo do meu coração de ter um 20, mas como sei que não vou ter quero imenso ter um 19..." e ainda os coitadinhos: "Eu sei que chego algumas vezes atrasado... mas não é por mal!!!"

Assim até dá mais gozo fazer avaliações! :)

13 de fevereiro de 2011

Dos rótulos.

Não sei se já provaram os novos iogurtes Gregos da Danone. Bom, quem já provou sabe que são absolutamente deliciosos. É que são mesmo bons, pá. Acabei de comer um e a minha vontade é comer outro. No entanto, devo avisar os mais distraídos que cada boiãozinho daqueles, com o seu ar inocente... tem quase 200kcal. Quando vi o rótulo ontem nem quis acreditar. Duzentas, pessoas. São 5 iogurtes naturais magros. E é quase compreensível no que tem compota e pedaços de morango, mas podiam ao menos ter inventado um natural NÃO açucarado, só que não tiveram esse cuidado. É por isso que é tão importante darmos sempre uma vista de olhos aos rótulos do que compramos, só naquela de sabermos o que estamos a deitar cá para dentro :)

2 de fevereiro de 2011

Está cientificamente comprovado:

Não há fome que não dê em fartura.

E depois, as pessoas têm que escolher. E escolher é chato. Porque às vezes as coisas dão para o torto e ficamos a remoer as nossas decisões porque "eu devia era ter escolhido x em vez de y". É a vidinha.

Queridos alunos:

Lamento ser portadora de más notícias, mas -0ºC não existe. Zero é zero. Não tem sinal de menos, nem de mais. É assim a modos que... zero. Ok? Era só para vos avisar.

13 de janeiro de 2011

Ser pirosa é...

...corrigir com caneta cor-de-rosa. Não há salvação para mim, está mais que visto.