Desde pequena que deliro com camas de dossel. Gosto ao ponto de ficar especada a olhar e a pensar em como são bonitas. N'a loja do gato preto costuma haver uma cama destas lá para o meio, que geralmente usam para expor um dos edredons que vendem. Nem sei se está à venda, nunca me atrevi a perguntar, até porque o preço dos móveis lá é de caro para cima. Sempre que passo por ela (tristemente nunca as vejo com cortinas) penso no quanto um dia gostava de ter uma cama destas. São românticas que eu sei lá e fazem-me lembrar histórias de princesas. Deliciosas são também as camas de ferro antigas, pintadinhas de branco... ai.
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4 de julho de 2010
Camas de dossel.
Desde pequena que deliro com camas de dossel. Gosto ao ponto de ficar especada a olhar e a pensar em como são bonitas. N'a loja do gato preto costuma haver uma cama destas lá para o meio, que geralmente usam para expor um dos edredons que vendem. Nem sei se está à venda, nunca me atrevi a perguntar, até porque o preço dos móveis lá é de caro para cima. Sempre que passo por ela (tristemente nunca as vejo com cortinas) penso no quanto um dia gostava de ter uma cama destas. São românticas que eu sei lá e fazem-me lembrar histórias de princesas. Deliciosas são também as camas de ferro antigas, pintadinhas de branco... ai.20 de maio de 2010
Lado a Lado (Stepmom)
Vai fazer umas 3 semanas que este filme voltou a passar na televisão nacional. Um dos filmes mais bonitos que já vi e que, sim, me fez chorar a valer. O dia de Natal, em que a mãe (Susan Sarandon) se despede dos filhos e lhes explica que terão de ser fortes... é qualquer coisa.
Mas o que eu mais gostei neste filme, o que nunca mais me saiu da cabeça desde que o vi pela primeira vez (e que há tempos me fez andar na net a tentar lembrar o título do filme, sem sucesso) foi a manta, o quilt, que a mãe faz e oferece à filha, neste dia de Natal em que se despede. Assim que a vi, ainda nem eu sabia que gostava de patchwork, fiquei em êxtase. Fartei-me de pedir uma à minha mãe na altura, mas não tive sorte. Sonho um dia ter uma igual, quem sabe feita por mim, com fotografias dos momentos mais importantes da
Quero uma assim, mesmo mesmo.
17 de maio de 2010
Vamos combinar o seguinte:
E pronto, fica o desabafo e os preços também, sim? Qualquer coisinha é só pedir que eu dou a morada para o envio! :)
LOL
19 de abril de 2010
As (tristes) novas famílias.
Sou filha de pais separados e o Bruno também. Tenho um irmão menor que vive com a minha mãe e passa um fim-de-semana no meu pai de 15 em 15 dias. Os Natais e as passagens de ano são alternados. O mesmo para a Páscoa e aniversários. E mais 1001 coisas, tudo escrito num acordo que nem sempre é lido e/ou cumprido.
A Matilde tem os 2 avôs e as 2 avós, um em cada lado. E se alternarmos as festas para podermos estar um ano em casa de cada um, só poderemos estar com cada um deles de 4 em 4 anos. E se vou ao Porto, tenho de organizar muito bem o meu tempo, estabelecer prioridades e tentar agradar a gregos e troianos. E quando há zangas e problemas, um liga de um lado, outro liga do outro. Porque ela é que tem culpa, porque ele é que fez assim e assado. E tenho que tentar ver o lado da razão o que implica que um deles vai ficar chateado. Porque quando acabei o curso a minha mãe não foi almoçar comigo para não se verem. Porque quando a Matilde nasceu, ainda eu estava na maternidade e queriam que eu decidisse quem iria ter em casa para me visitar. Porque não se queriam cruzar. Como se eu tivesse alguma coisa a ver com isso, ou paciência para resolver o assunto. Que se entendam e não me chateiem, é o que me apetece dizer. E pergunto-me como será em festas futuras. Os "adultos" são piores que as crianças.
Isto é tudo uma grande trapalhada. E não me venham dizer que as crianças entendem, que para eles é tudo normal, que estão mais que habituados. Se a mim me faz confusão, se me custam certas situações, se sofro em certos momentos... numa criança tudo isto deve ser a dobrar ou triplicar. E sabe Deus as vezes que eu já chorei por saber que o meu irmão não teve nem vai ter metade do que eu tive. E que não presenciou os momentos de felicidade que eu presenciei. E que nunca vai olhar para os dois juntos e felizes com admiração e acreditar (como eu acreditava) que os pais se amam a sério e que são os mais felizes do mundo e arredores.
Aquilo que eu mais desejo para a minha vida não tem a ver com realização profissional ou com o ter uma grande moradia ao pé da praia, com piscina e uns 10 empregados. Não tem a ver com roupas caras, sapatos xpto e maquilhagem. Nem tampouco com viagens pelo mundo fora, sem ter nada que me prenda a casa. O sonho que eu mais gostava de realizar, era o velho cliché: os dois velhinhos (ainda felizes, ainda apaixonados), lado a lado, a ver o pôr-do-sol com um rancho de filhos, netos e bisnetos. O que eu menos quero é que a Matilde cresça com o coração dividido, e viva como se fosse uma bolinha de ping-pong. Não sei se é o que vai acontecer e sei que é o que quase todos sonham e muito poucos realizam. Mas acredito que pode ser possível, se se quiser com muita, muita força.

Isto é tudo uma grande trapalhada. E não me venham dizer que as crianças entendem, que para eles é tudo normal, que estão mais que habituados. Se a mim me faz confusão, se me custam certas situações, se sofro em certos momentos... numa criança tudo isto deve ser a dobrar ou triplicar. E sabe Deus as vezes que eu já chorei por saber que o meu irmão não teve nem vai ter metade do que eu tive. E que não presenciou os momentos de felicidade que eu presenciei. E que nunca vai olhar para os dois juntos e felizes com admiração e acreditar (como eu acreditava) que os pais se amam a sério e que são os mais felizes do mundo e arredores.
Aquilo que eu mais desejo para a minha vida não tem a ver com realização profissional ou com o ter uma grande moradia ao pé da praia, com piscina e uns 10 empregados. Não tem a ver com roupas caras, sapatos xpto e maquilhagem. Nem tampouco com viagens pelo mundo fora, sem ter nada que me prenda a casa. O sonho que eu mais gostava de realizar, era o velho cliché: os dois velhinhos (ainda felizes, ainda apaixonados), lado a lado, a ver o pôr-do-sol com um rancho de filhos, netos e bisnetos. O que eu menos quero é que a Matilde cresça com o coração dividido, e viva como se fosse uma bolinha de ping-pong. Não sei se é o que vai acontecer e sei que é o que quase todos sonham e muito poucos realizam. Mas acredito que pode ser possível, se se quiser com muita, muita força.
1 de dezembro de 2009
20 de fevereiro de 2009
Pandora
Desde que vi uma Pandora pela primeira vez que quero uma. Mas o meu lado racional diz-me sempre que é um luxo, e que ainda por cima está sobrevalorizado, porque é prata... e não vale o que vale. E assim fico, durante mais algumas semanas, enquanto não volto a ver publicidade ou a passar por uma loja. Ai, que no Vasco da Gama tem uma com tantas peças lindas e fofinhas!
Enquanto me vou convencendo que não quero, que é só impressão minha, descubro que no Centro de Saúde onde estou a dar consultas toda a gente anda de roda da Pandora. E repito para comigo... "Débora, pensa lá... não vale o que vale...". E a vida continua, sem a Pandora.
Mas de repente, na blogosfera, dou de caras com isto! E tenho estado aqui nas últimas horas, a escolher, a pôr e a tirar, a puxar para aqui e para acolá... Não resisti e construí a minha pulseira virtual. Cada pecinha tem o seu significado (como é suposto). Se fosse real, custaria a módica quantia de 417€. Mas o orçamento não dá para mais e por enquanto é virtual... que já dá para adoçar o bico. Para sonhar ainda não se paga, né? ;)

Enquanto me vou convencendo que não quero, que é só impressão minha, descubro que no Centro de Saúde onde estou a dar consultas toda a gente anda de roda da Pandora. E repito para comigo... "Débora, pensa lá... não vale o que vale...". E a vida continua, sem a Pandora.
Mas de repente, na blogosfera, dou de caras com isto! E tenho estado aqui nas últimas horas, a escolher, a pôr e a tirar, a puxar para aqui e para acolá... Não resisti e construí a minha pulseira virtual. Cada pecinha tem o seu significado (como é suposto). Se fosse real, custaria a módica quantia de 417€. Mas o orçamento não dá para mais e por enquanto é virtual... que já dá para adoçar o bico. Para sonhar ainda não se paga, né? ;)

9 de janeiro de 2009
Estou chateada.
Mesmo chateada. E com razão! Vivi 23 anos na Invicta e, acreditem ou não, nunca vi neve! Lá nunca nevou... e também nunca fui à Serra da Estrela ou a outro sítio que costume ter neve. Quer dizer... quando eu digo isto a minha mãe olha para mim indignadíssima e sai-se com um "ENTÃO NÃO FOMOS?! TU NÃO TE LEMBRAS??" Devia ter aí uns dois anos. Pois... Isso não conta!
Agora que mudei de terra, hoje nevou todo o dia no Porto!!!!!!!!!! Não tenho razões para estar chateada??
Humpf.
Agora que mudei de terra, hoje nevou todo o dia no Porto!!!!!!!!!! Não tenho razões para estar chateada??
Humpf.
8 de janeiro de 2009
Dois, no mínimo.
Três era o ideal.
Quatro também não era má ideia... um para cada estação do ano.
Mas pensando bem, ficamo-nos só pelos meses da Primavera.
Abril, Maio e Junho é que era.

Ele vai-me ouvindo e diz-me que sim, com um sorriso de quem quer dizer "quando chegares lá mudas de ideias".
Enquanto isso, eu vou sonhando (literalmente) e desejando que a hora chegue rápido. Porque sonhar não paga imposto. Ainda.
Quatro também não era má ideia... um para cada estação do ano.
Mas pensando bem, ficamo-nos só pelos meses da Primavera.
Abril, Maio e Junho é que era.

Ele vai-me ouvindo e diz-me que sim, com um sorriso de quem quer dizer "quando chegares lá mudas de ideias".
Enquanto isso, eu vou sonhando (literalmente) e desejando que a hora chegue rápido. Porque sonhar não paga imposto. Ainda.
11 de julho de 2008
30 de junho de 2008
Não tivesse eu que poupar muito, muito, muito...
...e era menina para me meter numa coisinha destas.
Já há uns seis anos que digo que um dia vou aprender. Agora que surge a oportunidade ideal, morro de vontade... mas não vai passar disso. :(
Um dia olho para trás... e já não vou a tempo. Não dizem que burro velho não aprende línguas?
Já há uns seis anos que digo que um dia vou aprender. Agora que surge a oportunidade ideal, morro de vontade... mas não vai passar disso. :(
Um dia olho para trás... e já não vou a tempo. Não dizem que burro velho não aprende línguas?
12 de maio de 2008
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