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19 de setembro de 2011

Sala nova!

Faz hoje 8 dias que a Matilde mudou da sala dos bebés para a sala de 1 ano. A adaptação corre lindamente, tal como quando foi a primeira vez para o infantário (faz um ano dia vinte deste mês!). É uma menina que nunca chora quando a deixamos (aconteceu uma única vez) e assim que se apanha no colo das educadoras vira-nos as costas e nem um "adeuzinho, até mais logo". Por outro lado, quando ao fim do dia a vamos buscar é uma festa: desata a rir, a bater palmas e corre para nós toda contente, enquanto o nosso coração se desfaz em mel... A nossa bebé está a ficar crescida!

Adoro a carinha de contente dela :) (a contrastar com a minha carinha de deficiente... lol)

18 de setembro de 2011

Hoje:


18 meses de uma filha linda e mãezinha dedicada :)

20 de junho de 2011

Há 27 anos...


...num dia que ainda há-de ficar marcado na história (lol), nascia o meu fotógrafo preferido! :) Ao contrário de outros anos, hoje está aqui pertinho de nós e eu estou muito sentimentalona. Viva!

6 de maio de 2011

Dias do Pai e da Mãe

A cada data especial, seja o Natal, o Dia de Reis, a Páscoa, o Carnaval… a Matilde traz do infantário prendinhas para ela ou para os pais. Eu não sei como é nos outros sítios, mas fico sempre encantada com as coisinhas que ela traz para casa. Nota-se que são coisas pensadas e feitas com carinho. Coisas que não são para encostar, mas têm alguma utilidade e podem ser usadas no dia-a-dia. E, acima de tudo, têm sempre a “marca” dela. A mão, o pé ou então pintinhas de tinta feitas com os dedinhos.

Este é o primeiro ano que traz prendas do Dia do Pai e do Dia da Mãe. A do papá foi um pano para ter no carro com a mãozinha dela pintada, embrulhado numa caixinha de bolos decorada. Para mim foi um puxa-saco, também com as mãozinhas dela espalhadas a fazer de galinhas. Vinha embrulhado num saquinho amoroso, pintado com florzinhas. Não são de ficarmos deliciados?

Dia do Pai



Dia da Mãe



O Dia do Pai calhou no dia da festa da Matilde, por isso não foi só ela que recebeu prendas. Além do presente que ela trouxe da escolinha, comprei o livro Pê de Pai da editora Planeta Tangerina para ela lhe oferecer. O Bruno adorou, nem pensei que fosse gostar tanto! Claro está que, assim como quem não quer a coisa, lhe disse “sabes… também há um para a mãe!”. O totó passou semanas à procura de um livro que se chamasse “Mê de Mãe” (lol), mas depois lá acabou por encontrar o Coração de Mãe, que a Matilde me ofereceu no Domingo passado (acompanhado de um bilhetinho que “assinou” com o dedo molhado em polpa de tomate porque, disse ele, “não me lembrei de mais nada!”).

São dois livros mesmo amorosos que explicam em palavras simples e bonitas a relação entre pais e filhos e este turbilhão de sentimentos que há nos nossos corações a partir do momento em que eles nascem. Vale mesmo a pena comprar! Costumam ser usados em actividades didácticas, por isso podem ver (e fazer download) dos slides de cada um aqui e aqui.

24 de abril de 2011

Foi há 12 anos...

Vasco e mãe, 24 de Abril de 2007.
...que nasceu o meu tão desejado irmão, pelo qual chorei muitas noites, argumentando que nunca na vida iria ser tia. O meu pai acordou-me de noite, a dizer que ele iria nascer. Lembro-me de estarmos os dois cá fora e de vermos uma enfermeira passar com um bebé ao colo. Eu, que conhecia de cor e salteado todas as roupinhas dele soube logo "É este!" e fui a primeira a pegar-lhe. É um dos amores da minha vida e dói-me o coração por saber que está sempre tão longe. Restam-me oportunidades como estas férias da Páscoa, em que esteve aqui uma semana.

Parabéns maninho!

25 de março de 2011

Aprendam, que eu não duro sempre:

bufar
(origem onomatopaica)
v. intr.
1. Expirar com força inchando as bochechas.
2. Bazofiar.
v. tr.
3. Alardear.
v. pron.
4. Expelir bufas.

Daqui.

Tem que vir aqui a mulher do Norte para vos ensinar umas coisas, pá!

E agora vocês perguntam:
Débora, a Matilde apagou a vela??
E eu respondo:
Claro que não! Devia ter calculado que, mesmo depois de semanas de treino intensivo, a criança ia ficar a olhar para a vela com uma pinga gigante, como se nunca na vidinha tivesse visto semelhante. E eu de lágrima no olho: "Bufa filha, buuuuuufa! Tu sabes, vá láaaa... Faz a vontade à mãezinha, que és linda". Pois sim. Bufa tu e é se queres.

(Estou viva? Estou... ainda. Mas agora vou só ali dormir umas horinhas, que também faz falta. Assim que puder volto a dar sinal de vida.)

18 de março de 2011

Foi há um ano...


...que nasceu a nossa filha e que descobrimos um amor que não tem fim. Foi há um ano que aprendemos (e continuamos a aprender) como é sermos pais e termos alguém sob os nossos cuidados. Foi há um ano que deixámos de ser um casal e passámos a ser uma família. ♥

3 de março de 2011

Convites do 1º aniversário!

Imagem original do convite, com uma das fotografias dos 11 meses :)





São muito simples, fui eu que os fiz e já seguiram na semana passada. Não deram muito trabalho, à excepção de ter que imprimir um envelope de cada vez e, sobretudo, de ter de recortar algumas dezenas de coraçõezinhos. A sério, juro que não sei o que me passou pela cabeça. Ao fim de 3 ou 4 já estava possuída, a dizer mal da minha vida, mas também não me quis dar por vencida e recortei-os todos, todinhos. Já nos correios, a mulher ficou com uma pinga gigante quando lhe pedi selos. Selos daqueles que são tipo... SELOS? Até podiam ser dos autocolantes, à semelhança do que fiz com os postais de Natal, mas franquias é que não. Será que as pessoas já se esqueceram que existem selos? É uma pena, eu divirto-me imenso a colá-los nos envelopes (sou como as criancinhas, é verdade) e só não colei com cuspo porque tive vergonha, ali com tanta gente a olhar para mim, que usar daquela cola que tem uma esponja não dá jeito nenhum.

Nem dá para acreditar que já passou quase um ano.

15 de fevereiro de 2011

Black Swan


Fomos ver. Detestei.

Consigo perceber porque é que é um filme tão nomeado. É uma boa história e um filme poderoso, mesmo. E a Natalie Portman faz um papel que eu sei lá (quem me ler, até pensa que eu percebo imenso disto). Simplesmente, não é o género de filme que mais aprecie e percebi isso no momento em que o Bruno me mostrou o trailer há uns dias. Demasiado pesado, alucinado, deprimente e com muitas cenas perturbantes. A certa altura, eu já só queria que o filme acabasse.

8 de janeiro de 2011

Foi-se.

 

Foi-se o Natal, foi-se a passagem de ano, foi-se o Dia de Reis... e foi-se a nossa árvore de Natal e demais enfeites. Hoje, como quase toda a gente, tirámos as estrelinhas da nossa árvore, as velinhas da ocasião espalhadas pela casa e embrulhámos com cuidado o menino Jesus, a Maria, o José, os pastores e os 3 Reis Magos. Vão ficar ali sossegadinhos e lá para Dezembro voltam cá para fora.
Foi o 3º Natal que passamos juntos mas o primeiro em que montámos uma árvore de Natal e enfeitamos a casa. No primeiro não era a nossa casa e em Samora, além de nos termos acabado de mudar, faltava-nos o espaço. Foi bom, muito bom.

3 de janeiro de 2011

Ainda 2010.

 
Cá estamos. 2011 amanheceu connosco abracadinhos, pela 3ª vez. Foi o melhor fim de ano que eu poderia desejar, com as 4 pessoas mais importantes da minha vida. A minha mãe, o meu irmão e uma prima vieram ter connosco cá abaixo e passámos o ano rodeados de amigos e família, numa animação pegada. Mas o fim de ano passou tão depressa, tão atarefado, que nem tive tempo de parar e de me despedir de 2010. Por isso, cá vai:

- Tive uma filha. E com "ter" quero mesmo dizer "parir" (palavra feia...) ou passar pela dolorosa linda experiência do parto e pela ainda mais dolorosa maravilhosa experiência do pós-parto.
- Descobri o que é amar um ser incondicionalmente e a minha super-capacidade de pinchar da cama num segundo, apesar do frio, por causa de um gemido dela.
- Conheci a versão papá do homem que amo, e deliciei-me ao vê-lo completamente apaixonado pela nossa filha desde o segundo em que ela nasceu. Não esperava outra coisa, mas o amor foi (e é) tão intenso que até eu fiquei surpreendida e comovida.
- Descobri (e continuo a descobrir) o que é ver uma filha crescer, aprender pequenas coisas e o mundo que a rodeia.
- Passei cerca de 2 meses em casa da mamã, a matar saudades, enquanto o namorado esteve fora, em trabalho.
- Fiz o meu primeiro workshop de patchwork, que adorei.
- Recebi a minha primeira máquina de costura e iniciei-me no mundo dos trabalhos manuais, como há muito desejava.
- Mudámos (novamente) de casa e tem sido tão bom vê-la compor-se, aos bocadinhos.
- Restaurei, pela primeira vez, uma peça de mobiliário (algo que andava a querer experimentar há algum tempo) e percebi que, quando tentamos, as coisas podem correr bem.
- Regressei ao activo, depois de vários meses em casa e voltei a constatar o que já sabia: adoro sentir-me atarefada, com horários, e até mesmo stressada. No fundo, com desafios que vão mais além de manter a  casa arrumada e a roupa limpa, passada e arrumada. Apesar de não saber o que o futuro me reserva, acho que não seria capaz de estar em casa sempre (admiro quem é capaz e as pessoas, como conheço, que até o preferem) e os meses que assim estive senti-me demasiado sufocada. Talvez isso mude, embora ache que não. Sinto demasiada necessidade de estar com outras pessoas, de apanhar ar, de ter histórias para contar ao jantar.
- Dei formação pela primeira vez na vida e descobri que adoro.
- Os meus caracóis regressaram (que foi? é um acontecimento!), e parece que a fase caduca terminou. Agora tenho cabelos rebeldes a crescer em toda a testa :)
- Ao fim de mais um ano, continuo com a certeza que tenho na minha vida as melhores amigas que alguém poderia desejar. Para a vida... (mas isto eu já tinha dito).

2010 também trouxe coisas menos boas. Nenhuma muito dramática, pelo menos que me lembre. Felizmente, somos seres que esquecem com relativa facilidade os momentos maus e os momentos bons são os que nos ficam guardados na memória. 2010 foi um ano bom, mas já acabou. Venha 2011.

31 de dezembro de 2010

Até para o ano!

Falta-me a listinha com tudo o que 2010 me trouxe. Fica para um próximo post. Por hoje, chega dizer que foi o ano que me trouxe o melhor presente de sempre. O ano que me deu a conhecer o amor mais puro que existe. Um ano carregado de emoções, de novidades e novas experiências.

Óptimas entradas em 2011 a todos :)

20 de dezembro de 2010

Postais de Natal

Este ano, decidimos recuperar uma tradição em vias de extinção. Por isso, recolhemos moradas e enviámos postais de Boas Festas aos que nos são queridos. Soube mesmo bem escrever cada um deles e a Matilde até assinou, com o dedinho dela. O melhor de tudo, foram as mensagens, e-mails e telefonemas carinhosos de quase todos os que os receberam. Perceber como um pequeno gesto alegrou o seu dia ao chegar a casa e aqueceu o seu coração :) Com muita pena minha, não fotografei o conjunto de envelopes antes de partirem para os destinatários... Para o ano, há mais.

É tão bom, o Natal.

12 de dezembro de 2010

A nossa árvore de Natal...


...é pequenina, fofinha e cheia de cor. Gosto tanto dela!
Este Natal vai ser especial, pela primeira vez, a três :)
A vocês, que por aqui param, desejo-vos um Natal cheio de mimos!

27 de outubro de 2010

Um quarto de século.


Este aniversário não foi de certeza o mais feliz da minha vida. Faltou-me ter o coração descansado e em paz. A minha mãe foi internada este Domingo à noite porque chegou o aguardado fígado para que pudesse ser transplantada. A cirurgia decorreu durante o dia de 2ª feira e segundo os médicos correu bem. No entanto, à noite as coisas complicaram e teve de voltar ao bloco. Neste momento está estável mas ainda se encontra em coma induzido. Hoje foi mais uma vez para o bloco, mas para procedimentos normais e, se tudo correr bem, não volta lá. Amanhã talvez a acordem, resta saber como vai reagir. Eu, por motivos profissionais e porque sei que lá não posso fazer muito mais, continuo aqui, mas o meu coração está longe, mais ou menos a 300km. Hoje foi o primeiro ano da minha vida em que não recebi parabéns e miminhos da minha mãe. Espero que o último, por muitos anos, pelo menos.
Para ajudar, a Matilde tem estado bastante doente. Tem tido febre e muitas noites mal dormidas.  Há duas noites teve 40ºC, de maneira que ontem fui com ela para o Hospital de Vila Franca, onde lhe diagnosticaram uma otite. O mal de ter uma filha simpática e bem-disposta é que todos os médicos dizem - passo a citar - "de certeza que, com esta carinha, ela não está doente". E, mesmo depois de eu dizer que ela é sempre assim, acrescentam "não, quando estão doentes nunca têm este aspecto". Pois bem, afinal têm.
Foi um aniversário calmo, a três. Fomos aos pastéis de Belém, passeámos pelos jardins do CCB e depois fomos jantar fora. Hoje não me cantaram os parabéns e não soprei 25 velas, mas continuo a ter mais um aninho em cima. Venha o próximo, tão feliz como este último - não peço mais - mas com a minha mãe ao meu lado.

13 de setembro de 2010

Faz hoje 10 anos...

AVISO: Este post é tão lamechas que pode fazer mal à saúde.

...que conheci o amor da minha vida. (Eu avisei!) Foi nas férias de Verão, no Algarve. Escrevemos cartas um ao outro durante um ano inteiro e no ano seguinte, novamente em Setembro e novamente no mesmo sítio, voltamos a encontrar-nos. Depois disto ainda nos escrevemos mais uma ou duas vezes mas acabámos por nos afastar. O Bruno ainda tem todas as cartas que eu lhe escrevi (que me fazem rir de cada vez que as leio) e eu tenho tanta pena de já não ter as dele...
Depois de muitas voltas, voltámos a encontrar-nos 6 anos depois e a distância já não nos pregou uma partida. Em Setembro de 2008 fomos viver juntos e hoje temos uma filha linda que é nossa só nossa. Somos a prova de que não, os amores de Verão, não ficam enterrados na areia. Alguns, pelo menos, só ficam até um dia.
A ver se, depois da confusão das mudanças, encontro uma fotografia "mostrável" para publicar quando voltar a ter net :)

8 de julho de 2010

Há um ano atrás...


...estas duas risquinhas confirmavam o que no fundo eu já sabia: estava um bebé a crescer na minha barriga. No meio do medo do que estava para vir e das incertezas sobre se saberíamos cuidar de um ser tão pequenino, havia uma grande certeza: que este era um bebé muito desejado!
Hoje, um ano depois, temos uma Matilde linda nos nossos braços. Uma filha que é a simpatia em pessoa, que adora que conversem com ela e que se ri para toda a gente. Faz as delícias de qualquer um. É o amor da nossa vida.

Há um ano descobri que ia finalmente ser mãe! :')

22 de junho de 2010

O ramo que o Bruno me ofereceu...

...no nascimento da nossa filha, foi o ramo mais bonito que eu alguma vez já recebi. Exactamente como eu gosto: aqui e aqui.

E enquanto procurava os posts em que tinha falado de flores, reparei que foi escrito precisamente no dia 18 de Março, há dois anos atrás!

20 de junho de 2010

À conta da bola...

...é o segundo aniversário que ele passa longe de nós. E que saudades que nós temos!
Parabéns meu amor, que contes muitos e que estejamos os três (os quatro, os cinco...) juntinhos, para os comemorar a todos ao teu lado. Quando chegares, prepara-te. É que eu vou encher-te de mimos até caíres pró lado!

Amo-te, namorado. Infinitos e mais além!

24 de abril de 2010

11 anos

Faz hoje 11 anos que me tornei irmã. Lembro-me perfeitamente de estar com o meu pai no Hospital, à espera, de ver uma enfermeira passar com um bebé e de gritar "É este! É este!". Peguei-lhe primeiro até que o meu pai. Soube imediatamente que era ele, assim que vi o fatinho que vestia. Nas últimas semanas, ansiosa que ele nascesse, passava os dias a abrir e fechar as gavetas e a olhar para as roupinhas.
Fui filha única durante 13 anos e sentia-me a pessoa mais infeliz do mundo. Os meus pais queriam ter mais filhos, mas estavam à espera pela altura certa, à espera de ter a vida mais estabilizada. E enquanto esperaram, passaram 13 anos. Eu sonhava imensas vezes que a minha mãe estava grávida (tal como há um ano atrás sonhava imensas vezes que eu estava grávida) e adormecia outras tantas a chorar, porque não tinha um irmão. E quando já não sabia mais que argumento usar para os convencer, comecei a dizer que nunca na vida eu ia ser tia e ter sobrinhos a sério, porque não tinha nenhum irmão. Veio ao fim de 13 anos, mas veio e é, como lhe costumava dizer, o amor da minha vida.


É muito triste crescer sem irmãos. E eu sei que há filhos únicos que são felizes e não gostam que se diga isto, mas isso é porque nunca conheceram outra vida. Ter irmãos com quem partilhar momentos e histórias é das melhores coisas do mundo.

Parabéns maninho, um dia muito feliz!