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8 de abril de 2012

Era uma vez...

...the end.

6 de setembro de 2011

Maria Desconto... será?

Quando andava na escola primária tinha o hábito de andar sempre com uma menina com quem ninguém queria brincar. Chamava-se Rita, andava sempre cheia de piolhos e tinha os dentes todos podres. A Rita era pobre mas, nunca me esqueci até hoje, quando estava constipada, usava lenços renova com cheiro a lavanda e assoava-se apenas uma vez a cada um deles. Como a Rita (ou, neste caso, os pais dela), há milhares de pessoas pouco sensatas na hora de fazer as suas compras. Ainda há uns tempos conversávamos com um casal amigo que contava uma história semelhante, de como conhecidos com um orçamento muito limitado colocavam, invariavelmente, produtos de marcas mais caras no carrinho, simplesmente porque não se convencem que a marca branca é uma opção mais económica ou nem sequer se davam ao trabalho de comparar preços. É um facto que, em alguns produtos e quando o orçamento me permite, também gosto de escolher marcas específicas. Mas no geral, quando olho para o tapete na caixa do supermercado, destacam-se os rótulos vermelhos, já que quase tudo é marca branca.

Esta tarde, lembrei-me da Rita. Agora dá um programa que se chama "Maria Desconto" em que uma senhora vai ao supermercado com uma outra (que se inscreve para participar no programa), com uma lista de compras e um limite no orçamento. Supostamente, para ensinar a fazer escolhas mais económicas. Qual o meu espanto quando, no item "bolachas" ela recomenda escolher umas simples (até aqui tudo bem) e depois pega num pacote de bolachas Maria, do Ruca, em pacotinhos individuais, que custava 1,79€. Ora, se fossem umas bolachas xpto, ainda vá, mas eram bolachas Maria, tinham que ser estas? É que se ela comprasse um pack de 4 pacotes grandes, marca branca, e os dividisse em porções em casa (para levar para a escola, por exemplo), o mesmo peso em bolachas ficaria por 0,28€, ou seja menos 1,51€!! Ou então podemos comparar pelo preço por kg: as de marca branca custam 0,93€/kg e as primeiras custam 5,97€/kg! É uma grande diferença, ou não? É nestes pequenos gestos que se nota a diferença na despesa total do supermercado e acho ridículo que num programa que aparentemente pretende ensinar a poupar se vejam estes exemplos. Porque cada vez mais as pessoas se convencem que não podem comer bem e barato, quando podem! É certo que as frutas e legumes estão cada vez mais caros, mas há muitas alternativas a serem exploradas e muitas formas de poupar na alimentação sem poupar na qualidade. O que dizer quando se começa a defender a fast-food como sendo a única alternativa para muitos portugueses comerem de forma mais económica? Eu quando vou ao McDonald's não como por menos de 5€... e por este preço consigo fazer uma refeição em casa para 4 pessoas! É pena que as coisas estejam neste ponto e que se vejam tantas pessoas sem querer saber como fazer melhor...

11 de julho de 2011

Do princípio ao fim.

Dos maiores defeitos que tenho, é a minha imensa dificuldade em começar e acabar coisas. Tenho projectos a meio, coisas para fazer "um dia" e tópicos nas minhas to do lists que nunca chegam a ser riscados e estão condenados a ficar inacabados para todo o sempre. Irrita-me, isto. Começar uma coisa, passar para outra e outra e outra... e não acabar nada. Irrita-me solenemente e são muitas as vezes que me chateio comigo própria por não mudar.
(era só isto, obrigada)

15 de fevereiro de 2011

Ser do contra.

Todos os anos, no dia dos namorados, é a mesma conversa. Às vezes até chateia. Eu não sou fundamentalista (gosto de fazer algo diferente, só porque sim, mas se não o fizer não me incomodo), mas acho feio as pessoas que são do contra só porque têm que ser diferentes da maioria. Que até gostam, mas como já há muitos a gostar, preferem dizer que não, para ser mais giro. Quem fala do dia dos namorados fala de 1001 outras coisas. Pessoas que só gostam do que quase ninguém conhece, porque assim é mais in e são mais intelectuais. Pessoas que fogem dos clichés como o diabo da cruz. Eu gosto de clichés! Adoro! Se calhar sou eu que sou diferente! lol
Quanto a nós, aproveitamos todas as datas e mais algumas para fazer algo especial. Qualquer pretexto serve. Assinalamos estas datas, como assinalamos o dia em que nos conhecemos, o início do namoro... e muitas outras mariquices. Sem consumismos (eu ofereci um postal e ele um "lucky bamboo") e sem extravagâncias. Simplesmente um bom tempo, passado a dois. Não sentimos que damos demasiada importância a um dia porque sabemos que, na verdade, aproveitamos todos os bocadinhos que temos a dois e a três. Ou será que por se ir jantar fora (ou fazer outra coisa qualquer) no dia dos namorados significa que não se faz isso também noutros dias? Então porque é que se festejam os aniversários? Mas que cliché!  Não devíamos também celebrar a vida todos os dias do ano? Já não há pachorra.

27 de janeiro de 2011

Pequenas desilusões.

Há umas semanas, ligou-me para me picar. Sabes onde estou? Oi? Na retrosaria da Rosa. Tinha ido fotografar a feira que ela organizou, a propósito do Natal (o artigo em questão saiu um destes Domingos na revista do Correio da Manhã). Fiquei cheiinha de inveja, claro está, e quando ele chegou quis saber tudo, tudo. Mas, ao ficar a conhecer alguns detalhes dos poucos minutos em que ela esteve presente (depois de tudo fotografado, presentes entrevistadas, muita espera e a postos para ir embora), tenho de confessar que desceu um bocadinho do pedestal em que a colocava.

Infelizmente, hoje em dia a humildade é um valor subestimado.

28 de dezembro de 2010

Graxistas (que é para não ser um nome feio).

Depois de dizerem que os tarifários vão ter um aumento de 2,5% e de nos contemplarem com um aumento de 25% na mensalidade do Extravaganza e depois das críticas e protestos dos clientes (que, burros como eu, deviam era mudar de operadora em vez de protestar sequer), os queridos da Vodafone não cobraram as sms, mms e chamadas nos dias 23, 24 e 25 nem vão cobrar nos dias 30, 31 e 1. Grande coisa. Por mim bem podiam cobrar à vontade. É que este dinheiro seria devolvido em Janeiro e os 2,5€ mensais a mais que vou pagar a partir do próximo mês, esses nunca mais os vejo.

17 de dezembro de 2010

Odeio

que me tratem por tu, sem me conhecerem de lado nenhum. Sou assim, uma pessoa cheia de não-me-toques.

Não falo em situações de trabalho que têm acontecido nos últimos dias, em que me confundem com aluna, tratam-me tu-cá-tu-lá e perguntam-me várias vezes se sou mesmo a formadora - isso é o menos e começa a não me afectar assim tanto. Falo mesmo de situações como aconteceu ainda há bocado, numa loja em nem sequer sou cliente habitual, e a dona da loja se dirigiu a mim por uma mão-cheia de vezes (ou duas) com tiradas como "tens de esperar um bocado", "já tinhas cá vindo hoje?" "estás de carro, não estás?", "levas na mão, ou queres um saco?" entre outras. E a cada uma delas, um grunhido meu.

15 de dezembro de 2010

Vizinhança.

Moramos no 3º de um prédio com 12 andares. Vivem cá portugueses, na sua maioria, e há 3 ou 4 apartamentos que estão alugados. Acontece que a nossa varanda da sala dá para o terraço das traseiras do vizinho do 2º andar, que por sua vez da para o terraço (ainda maior) do vizinho do 1º. Como o vizinho do 2º cobriu o terraço dele, logo abaixo da nossa varanda temos um telhado de chapa. Eu, que toda a vida vivi em apartamentos, tenho um enorme respeito pelos vizinhos, sobretudo no que toca a mandar coisas lá para os pisos de baixo, seja sacudir toalhas ou tapetes, seja beatas dos cigarros, por exemplo. Os nossos amigos que fumam sabem que o fazem na varanda mas que as beatas são para pôr no caixote do lixo. Mas há pessoas que não têm noção!!!! Acho que, não sei, só sabem viver na badalhoquice... Desde que começamos as obras cá em casa, que eu tinha reparado que o telhado estava cheio de cotonetes usadas. Tudo mais ou menos bem, até entrar na varanda para ir estender roupa e dar com uma cotonete no chão, toda nojenta. Ai. Fiquei logo possuída, com vontade de ir tocar às campaínhas todas, a perguntar pelo/a porcalhão/ona que não tinha caixote do lixo em casa. Aguentei e escrevi um recado que coloquei no placar da entrada do prédio a pedir cordialmente que colocassem as cotonetes usadas no lixo e não as mandassem pela janela fora (bom, na verdade primeiro escrevi um menos cordial, assim mais pró insultuoso, mas depois reformulei). Passou.


Há dias fui à varanda e agora o telhado está cheio de... adivinhem... lenços de papel sujos!!! Fiquei super-irritada, mas aguentei, até ontem. Não é que agora há lenços dentro da minha varanda?? Não sei o que fazer, só me apetece apanhá-los todos e ir pô-los à porta do vizinho que suponho que seja. Alguma sugestão? Como lidavam vocês com uma situação destas? Outro recado no placar? Para fazerem ainda pior? Reunião do condomínio? Se é quem eu penso que seja, a casa é alugada e o dono nem cá põe os pés...

Enfim.

20 de novembro de 2010

Porque hoje estou constipada e mal-humorada.

Sou daquelas pessoas irritantes que não conseguem ver um erro ortográfico/gramatical ou ouvir uma palavra mal dita sem falar. Epá, não dá. Revolve-se cá dentro uma coisa e eu não consigo estar calada, que é o que devia fazer na maior parte das situações. Não quero com isto dizer que sou perfeita e nunca dou erros, porque isso não existe. Mas agradeço com sinceridade que me apontem o dedo quando acontece, ao contrário de algumas pessoas, para evitar fazer figuras tristes como se lê e ouve por aí.

Abomino confusões entre "comeste" e "comes-te", "arranjamos" e "arranja-mos"... o clássico "hás-de" pelo "hádes", o "há um ano" pelo "à um ano" ou, pior ainda, "á um ano". Acentos em advérbios de modo (rápidamente, psicológicamente...) são um fartote e frases de 3876290 palavras sem uma única vírgula ou ponto final (ou vírgulas entre o sujeito e o predicado) também. Quem diz estes, diz 1001 outros exemplos que me dão uma comichão que só acaba quando falo.

MAS até consigo tolerar (pronto, não é bem tolerar... é mais... deixa para lá) este tipo de erros. Nem toda a gente é observadora ao ponto de reparar como se escrevem e dizem certas coisas, nem toda a gente  gosta  de ler, nem toda a gente teve a oportunidade de estudar... Agora, erros como "inrrequieto", "sinseramente" e "biberãos" todos juntinhos, uns atrás dos outros, na mesma página... PLEEEEAAASE! Ó pessoas, para o caso de o vosso browser não fazer isso automaticamente (porque se faz, então só pode ser falta de óculos) existe um botaozinho milagroso no blogger que se chama... verificar ortografia!! Não é fantástico? Tipo... vocês clicam aí e... tchanan!... os erros aparecem vindos do nada (sacanas!) e depois é só clicar nas palavrinhas assinaladas e corrigir! Não sou amiga, não?

Pronto, já tive o meu momento deves-ter-a-mania de hoje, já posso dormir descansada.

23 de junho de 2010

Do preconceito.

Há um blogue que em tempos já esteve na minha lista de blogues e que já deixou de estar. Cansou-me, pronto. Ele foi à vidinha dele, que amigo não empata amigo, e eu fui à minha. E gostos são gostos, ninguém tem nada a ver com isso. Mas agora, sempre que começo a ler um blogue que não conheço, olho para a lista de blogues e vejo o dito (o que não é difícil, uma vez que está quase sempre em primeiro na lista de actualizações), perco logo a pica toda e não consigo deixar de pensar "oh, não... olha outra".

Olá, o meu nome é Débora e esta é a minha história.

20 de junho de 2010

Arrrghhh!

"Coisas que me perturbam e transformam a melhor namorada que há em mim num bicho rabujo.
O roçagar da unha do pé. Geeeezzzzz. Há lá coisa que me mexa mais com o tico do que estar toda enroladinha na caminha, toda contente, toda feliz, toda nhenhenhe meu amor e sentir aquele roçar da unha do pé no meu pézinho?"

Não consegui conter duas sonoras gargalhadas quando li isto. Sou tal e qual... não somos todas?? A visão foi tão horrenda que ainda estou toda arrepiadinha! E pronto, desculpa lá amorzinho, que até fazes anos hoje... mas isto é coisa para tirar qualquer rapariga do sério!

10 de maio de 2010

Agora a sério:

Quem são as alminhas que desenham os soutiens de amamentação que existem por este mundo fora?? Não, é que eu não consigo imaginar peça mais horrorosa do que esta. Logo eu, que adoro roupa interior gira e fofinha e cutxi-cutxi! Já não basta uma recém mamã ter que se habituar às novas rotinas, às modificações do seu corpo... 'bora lá vestir um soutien de amamentação para te sentires uma mulher de 1800 e carqueja! Já repararam bem naquelas alças? Dão 3 dos que eu costumo usar! Estou a pensar seriamente em criar uma marca de soutiens de amamentação fashion. Acredito que conseguia fazer melhor que isto... também não ia ser difícil! Humpf.

Um dos 3 exemplares que tenho.
Não quero nem preciso de mais pelamordedeus, muitóbrigada, dou os meus a quem os quiser, sim?
Cá entre nós, que ninguém nos ouve, não há coisinha mais sexy que tirar a camisola e ter uma coisa destas por baixo! A sério! Não sou amiguinha? :)

4 de maio de 2010

Ora nem mais.

Este post não é meu, mas até podia ser. É que concordo plenamente!

17 de novembro de 2009

Não gosto de pessoas cuscas.

Opá, revira-se uma coisa cá dentro de mim, que só consigo ficar com cara de poucos amigos e calar-me, para não ser mal-educada. No rés-do-chão da casa para onde vamos morar vive uma senhora tão cusca, mas tão cusca que eu acho que até deve ser proibido por lei.

Sempre que chegamos, ela faz questão (mesmo que esteja dentro de casa, ou a uma janela que não dê para o lado em que estacionamos o carro) de se vir por à janela a ver o que se passa. Mas, imaginem, não se põe simplesmente à janela, não! Ela afasta a cortina com a mão e fica a olhar, descaradamente, como se nós fôssemos ceguinhos e não déssemos por nada! Outra ocasião, estando uma amiga nossa à entrada do prédio, ela lembrou-se que tinha que ir limpar o chão debaixo do tapete, na mesma entrada... só para tentar perceber quem era! Não, é que não foi de propósito, o tapete é que tinha mesmo muito pó e tinha que ser naquele exacto momento! E isto são só alguns exemplos.

Hoje, estando os homens das obras (aka trolhas, ou pedreiros, que cá em baixo é tudo mais chiqueza) a fazer estardalhaço lá em casa, aquela alma, que já não devia caber em si de curiosidade, decide ir ao andar de cima queixar-se de uns pontinhos de humidade que tinha no tecto dela (coisa que já foi resolvida há anos) e, surpresa das surpresas, quando demos por ela, já ela estava dentro de casa!!! E enquanto falava com o Bruno ia espreitando por cima do ombro para se certificar que via todas as divisões...

1... 2... 3... 4... 5... 6....... inspira, expira.

22 de outubro de 2009

A saga continua...

Hoje tive uma reunião numa escola, por motivos profissionais. Quando chegou a Directora, a professora com quem conversava apresentou-me. A cara da senhora (só vista...) passou de um sorriso normal para um sorriso amarelo, seguido de uma cara de pinga gigante e terminou com um "ah, pensei que fosse uma aluna!". A parte melhor? A escola vai até ao 9º ano.

7 de agosto de 2009

Não gosto...

...dos blogues no Verão. Seja o meu, seja outro qualquer.

Tenho dito.

26 de maio de 2009

Ironias.

"90 pessoas infectadas com a gripe Suína e toda a gente quer usar uma máscara.

33 milhões de pessoas infectadas com HIV e ninguém quer usar um preservativo."

É bem.

16 de maio de 2009

Por favor, alguém me explique...

...porque é que as grandes promoções (e por GRANDES entenda-se coisinhas giras, a cores irresistíveis, que até já se tinha andado a namorar, assim a nada mais nada menos que 60% de desconto, que é como quem diz a partir de 18,80€) surgem SEMPRE quando não tenho um tostãozinho para gastar??

Vou chorar-me mais um bocadinho ao namoradinho lindo do meu coração...

30 de março de 2009

Eu não o diria melhor!

"Para aquelas pessoas que só gostam daquilo que mais ninguém gosta. Que só gostam antes de toda a gente gostar. Ou que só gostam daquilo que mais ninguém sequer conhece (e todos temos uma pequena, ou não tão pequena assim, pessoa destas dentro de nós, daquelas pessoas que acha que o facto de gostar de coisas diferentes do que a maioria gosta - ou diz que gosta - as torna melhores, mais que os outros... daquelas pessoas que se chegam a esforçar por destoar (...)). Para essas pessoas e semi-pessoas só tenho a fazer notar o seguinte: Toda a gente respira - e a maioria gosta. Bora lá parar para ser mais fashion?"

Ganda Marie!

29 de janeiro de 2009

Crónica do último dia de consultas.

A propósito da cirurgia bariátrica (balões, bandas e afins)... hoje sinto-me revoltada com a burrice de algumas pessoas.

Vi hoje pela segunda vez uma doente que está em avaliação para a cirurgia. Tem 34 anos (tão nova!), tem actualmente cerca de 130Kg e tem vindo a perder bastante peso, entusiasmadíssima com a perspectiva de ser operada. Na sala de espera, em conversa com outras doentes, uma delas saiu-se com um:

"Eu já ando nisto há um ano! No início também perdi algum peso... mas agora acha que me privo de comer?! Nem pensar! Que eles depois vêem que a gente perde peso com as dietas e já não nos querem operar! Olhe, se eu fosse a si parava de emagrecer!"

HAM??? Juro que me apeteceu chorar!

A avaliação é feita por uma equipa multidisciplinar que inclui Endocrinologia, Nutrição e Psicologia. O doente é avaliado no todo, de modo a perceber se adere à terapêutica, se é capaz de cumprir uma dieta, se está em condições a nível físico e psicológico para ser submetido a uma cirurgia deste tipo. Para além de tudo isto, enquanto o doente está em avaliação, se houver perda de peso diminui-se o risco da cirurgia porque, entre outros motivos, é necessária uma menor anestesia. Porque é uma cirurgia! Há pessoas que morrem! E é isso que as pessoas nao metem na cabeça. Será que a ignorância é assim tanta que não conseguem perceber que só estamos ali a fazer o que é melhor para elas? Era muito mais prático fechar os gabinetes das consultas e abrir mais uns quantos blocos operatórios! Era sempre a andar!...

A minha vontade era ir ter com a senhora que disse isto e dizer-lhe: "Olhe, por isso é que a senhora já anda aqui há 1 ano!" Quem está deste lado não está a dormir... e embora às vezes nos enganemos, dá para perceber bastante bem quando é que uma cirurgia é a solução e quando não é... Para quê enviar um doente assim? Para aparecer passado um mês com a banda deslocada porque continua a comer como antes? Para ser operado outra vez para a retirar? Para aparecer de ambulância, quase a morrer, porque há dois meses que só vomita? Quando é que a banda vai deixar de ser "mágica"? Há pessoas que continuam a engordar com a banda... e depois vêm dizer que "tou muito desiludida, a banda a mim não me fez nada" HELLOOOOOOO!