Esconder-se debaixo da cama com as pernas de fora, atrás da cortina durante o dia, ou ainda, encostar-se a uma parede e tapar os olhos com as mãos, para a Matilde, é estar muito bem escondida :) Deve ser por esse motivo que quando está amuada ou a fazer alguma asneira, também gosta de ir para trás de umas cortinas quaisquer onde (acha ela) ninguém a vê.
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9 de abril de 2013
5 de abril de 2013
Princesa.
Às vezes, quando sou eu a levá-la à escola e acordamos com mais tempo (ou seja, quase nunca), faço-lhe uma trança. Mas a primeira foi feita na escola há uns meses e o hábito mantém-se até hoje. Quase todos os dias, quando a vou buscar, traz os cabelos entrançados. Ontem vinha assim, com uma linda trança embutida (que eu nem sei fazer), já um bocadinho desfeita :) A coisa está cada vez mais profissional!
23 de março de 2013
3 anos
A princesa cá de casa completou 3 anos na passada 2ª feira :) À medida que o tempo passa deixamos de ligar ao nosso aniversário e
quando chegam os filhos passamos a aguardar o aniversário deles com um
friozinho na barriga, de tão importante que é o dia e querendo que tudo corra na perfeição, cheio de momentos bons para ela :) Pelo menos é o que
acontece comigo.
E foi um dia bom. Foi à escola como habitualmente, vaidosa com a sua coroa na cabeça e a malinha de pinturas que lhe fiz (ainda não consegui tirar uma fotografia decente) ao ombro. À hora do lanche fomos cantar-lhe os Parabéns com os amiguinhos, demos um passeio no parque e à noitinha houve bolinho outra vez (feito pelo papá!) e muitos mimos e presentes.
E foi um dia bom. Foi à escola como habitualmente, vaidosa com a sua coroa na cabeça e a malinha de pinturas que lhe fiz (ainda não consegui tirar uma fotografia decente) ao ombro. À hora do lanche fomos cantar-lhe os Parabéns com os amiguinhos, demos um passeio no parque e à noitinha houve bolinho outra vez (feito pelo papá!) e muitos mimos e presentes.
Embora ache que, com a chegada do mano, "recuou" um bocadinho no seu desenvolvimento (o que acho normal), a verdade é que está uma crescida. Fala imenso, percebe tudo e tem raciocínios que às vezes nos surpreendem e fazem rir. Mas também tem um feitiozinho danado. Os terrible two já se estavam a desvanecer, mas desde que o Gonçalo nasceu tem sido um pesadelo. Ultimamente então, com o cansaço acumulado, dou por mim a perder a cabeça mais vezes do que gostaria. Mas depois também é o cúmulo da meiguice. Seja comigo, com o pai, com o mano ou com todos os que gosta e diz-nos imensas vezes "gosto muito de ti" sem que lhe seja preciso pedir. Anteontem, enquanto a deitava, fez-me festinhas e disse-me "és muito fofinha" e há alguns dias enquanto lhe dava o jantar, depois de um dia mau e algumas birras, quando me viu com as lágrimas nos olhos esticou os braços e pôs as mãozinhas carinhosamente na minha cara: "Ponto, num é pexiso chorar! Dá cá um abaxo que já passou..." São momentos como este que fazem valer a pena todos os dias cinzentos.
Parabéns filhinha! :)
8 de março de 2013
3 de março de 2013
(Des)aprender.
"Os filhos deviam vir com manual de instruções" - disse-me o meu pai inúmeras vezes e eu, agora, concordo. Acontece que não vêm e se a experiência dos outros pode ser útil em alguns casos, noutros de pouco ou nada me serve. Cada criança é um caso e temos que fazer o que nos manda o coração, em cada um deles, por pouco adequado que às vezes possa parecer.
A Matilde largou a chucha pouco depois de fazer dois anos. Proporcionou-se assim e nós aproveitámos. Ela tinha ido passar a noite a casa da avó e, por esquecimento nosso, quando chegou a hora de dormir não havia chucha. A minha sogra inventou uma história qualquer, sobre um rato que tinha comido a chucha dela e ela adormeceu sem dramas. Chegada a casa, quisemos aproveitar a deixa. Guardámos todas as chuchas e dissemos-lhe o mesmo: "o rato maroto comeu a tua chucha!". Não chorou, não fez birras. Nas primeiras noites repetiu o mantra "o rato comeu a minha chucha, oh... que chatice!" vezes sem conta até adormecer e depois passou. MAS, passados dois meses, descobriu o dedo. Começou sem darmos conta e quando estava com sono ou depois de chorar, lá ia o dedo parar à boca (a técnica de trocar a chucha ou o dedo por um "amiguinho" estava fora de questão porque ela já usava um "amiguinho" desde que nasceu). Começou a adormecer sempre assim e pronto, instalou-se o vício. Não chuchava durante o dia, a não ser que estivesse mais "carente", mas mesmo assim começámos a notar que estava a acontecer o que já tinha lido: os dentinhos de cima estavam a vir para fora e os de baixo a ir para dentro. A distancia entre os dentes de cima e os de baixo está bastante maior que há vários meses atrás.
Tentámos fazer com que deixasse de chuchar com os argumentos habituais: "estás a ficar crescida, quem chucha no dedo são os bebés", "olha aqui, estás a ficar com os dentinhos todos tortos", "estás a ficar com dói-dói no dedo, não podes chuchar" e até apelámos ao lado vaidoso dela "assim não podes pintar as unhas, porque chuchas no dedo e ficam todas estragadas!", mas nada resultou.
Até que uma noite, depois de lhe lavar os dentes e voltar a reparar nos dentinhos dela, cedi: "Se a mamã te der uma chucha, prometes que não chuchas mais no dedo?" Os olhinhos dela até brilharam e respondeu-me: "Sim." Fui buscar uma chucha, dei-lha e até fiquei com o coração apertadinho, ao ver a ansiedade com que ela pegou nela e a meteu à boca. Deu meia volta e foi-se enfiar na cama, a segurar na chucha com as duas mãos. Combinámos que a chucha era SÓ para dormir, que não sairia do quarto e que, para falar, se tira a chucha da boca. Quando lhe dei um beijinho de boa noite, tirou a chucha: "Gosto MUITO de ti, mamã!" mesmo em tom de quem diz "Obrigada!".
A Matilde largou a chucha pouco depois de fazer dois anos. Proporcionou-se assim e nós aproveitámos. Ela tinha ido passar a noite a casa da avó e, por esquecimento nosso, quando chegou a hora de dormir não havia chucha. A minha sogra inventou uma história qualquer, sobre um rato que tinha comido a chucha dela e ela adormeceu sem dramas. Chegada a casa, quisemos aproveitar a deixa. Guardámos todas as chuchas e dissemos-lhe o mesmo: "o rato maroto comeu a tua chucha!". Não chorou, não fez birras. Nas primeiras noites repetiu o mantra "o rato comeu a minha chucha, oh... que chatice!" vezes sem conta até adormecer e depois passou. MAS, passados dois meses, descobriu o dedo. Começou sem darmos conta e quando estava com sono ou depois de chorar, lá ia o dedo parar à boca (a técnica de trocar a chucha ou o dedo por um "amiguinho" estava fora de questão porque ela já usava um "amiguinho" desde que nasceu). Começou a adormecer sempre assim e pronto, instalou-se o vício. Não chuchava durante o dia, a não ser que estivesse mais "carente", mas mesmo assim começámos a notar que estava a acontecer o que já tinha lido: os dentinhos de cima estavam a vir para fora e os de baixo a ir para dentro. A distancia entre os dentes de cima e os de baixo está bastante maior que há vários meses atrás.
Tentámos fazer com que deixasse de chuchar com os argumentos habituais: "estás a ficar crescida, quem chucha no dedo são os bebés", "olha aqui, estás a ficar com os dentinhos todos tortos", "estás a ficar com dói-dói no dedo, não podes chuchar" e até apelámos ao lado vaidoso dela "assim não podes pintar as unhas, porque chuchas no dedo e ficam todas estragadas!", mas nada resultou.
Até que uma noite, depois de lhe lavar os dentes e voltar a reparar nos dentinhos dela, cedi: "Se a mamã te der uma chucha, prometes que não chuchas mais no dedo?" Os olhinhos dela até brilharam e respondeu-me: "Sim." Fui buscar uma chucha, dei-lha e até fiquei com o coração apertadinho, ao ver a ansiedade com que ela pegou nela e a meteu à boca. Deu meia volta e foi-se enfiar na cama, a segurar na chucha com as duas mãos. Combinámos que a chucha era SÓ para dormir, que não sairia do quarto e que, para falar, se tira a chucha da boca. Quando lhe dei um beijinho de boa noite, tirou a chucha: "Gosto MUITO de ti, mamã!" mesmo em tom de quem diz "Obrigada!".
Não sei se o que fiz foi correcto ou não. Quando perguntei à médica se achava que lhe deveria voltar a dar a chucha a resposta foi curta: "não". Talvez tenha sido "andar para trás" e sinto-me um bocado culpada por isso. Quando outras pessoas reparam que ela voltou a usar a chucha de noite desfaço-me em 1001 justificações. Mas fiz o que o coração mandou. Nunca mais voltou a chuchar no dedo enquanto está connosco (na escola parece que o faz um bocadinho, para dormir a sesta) e, se nos primeiros dias fez algumas birras porque queria andar com ela durante o dia, tais eram as saudades, agora já está bem claro que a chucha é para dormir. Tanto que quando tem sono, em vez de se encostar a chuchar no dedo como fazia, diz-nos que quer ir para a cama dormir e pôr a chucha. Honestamente, prefiro que ela chuche de noite na chucha, que várias vezes ao dia, no dedo. Quero acreditar que quando chegar a hora ela vai deixar de a querer, sem que para isso compense com o dedo... a ver vamos! :)
17 de fevereiro de 2013
Brinquedos que fazem sucesso por cá (2).
Livros de autocolantes. Podem ser para aprender palavras novas, para pintar ou com jogos variados: são entretenimento garantido. Alguns foram oferecidos por amigos (são tão mimadinhos, os nossos filhos :)), outros (como estes) vieram de casa da minha mãe e eram do meu irmão que nunca os chegou a usar, e outros ainda fomos nós que comprámos (ainda ontem lhe trouxe um do LIDL com jogos e centenas de autocolantes, por 1,99€). Às vezes brinco com ela, outras vezes passa grandes bocados a brincar e a falar sozinha "onde é este? hum? é aqui!". Dá gosto ver como é tão perfeccionista e como fica tudo muito bem coladinho :)
12 de fevereiro de 2013
O tal amor, que se multiplica.
Às vésperas de o Gonçalo nascer sentia o coração apertadinho, num misto
de ansiedade por o ter nos braços e de culpa e receio por estar
prestes a chegar um bebé que iria "roubar" parte da atenção que até
então tinha sido toda para a irmã.
Logo depois de ele nascer, foram algumas horas de grande ansiedade à espera que ela chegasse com o pai, para ver a reacção quando visse o mano pela primeira vez. Foi exactamente o que eu estava à espera: a um momento inicial de vergonha e "encolhimento" no colo do pai perante o novo elemento, seguiram-se vários momentos de beijinhos, festinhas e "gosto dele!". Está constantemente de roda do mano, a ver o que se passa e a enchê-lo de beijos.
Apesar de saber que um irmão só tornará a vida dela mais rica, às vezes ainda me assalta a culpa, quando quero estar com os dois ao mesmo tempo e não posso... Mas as palavras deste livro não podiam explicar melhor o que sinto: o coração cheio de amor! É incrível como pode haver tanto amor cá dentro e gostar tanto de duas pessoas pequeninas ao mesmo tempo. Estou a cada dia mais apaixonada pelos meus bebés! :)
Apesar de saber que um irmão só tornará a vida dela mais rica, às vezes ainda me assalta a culpa, quando quero estar com os dois ao mesmo tempo e não posso... Mas as palavras deste livro não podiam explicar melhor o que sinto: o coração cheio de amor! É incrível como pode haver tanto amor cá dentro e gostar tanto de duas pessoas pequeninas ao mesmo tempo. Estou a cada dia mais apaixonada pelos meus bebés! :)
6 de fevereiro de 2013
2 de fevereiro de 2013
Feitiozinho.
Está constantemente de roda de nós a encher-nos de beijos. "Gosto de ti, gosto do papá, gosto do mano... gosto de todos!" Depois faz aquele ar meloso dela, agarra-se à minha barriga, enche-a de beijinhos "gosto do mano, gosto do mano". Às vezes até chateia, quando se lembra e quer vir dar beijos à barriga a meio da refeição, por exemplo, com a boca toda besuntada.
Mas depois temos o inverso: nos últimos tempos, quando amua ou nos zangamos com ela por algum motivo, cruza os braços, vira costas e diz bem alto "Pronto, já não gosto do mano!" e vai arrumar-se a um canto até se fartar ou até irmos ter com ela.
Coitadinho do mano, ainda nem nasceu e já leva por tabela!
Mas depois temos o inverso: nos últimos tempos, quando amua ou nos zangamos com ela por algum motivo, cruza os braços, vira costas e diz bem alto "Pronto, já não gosto do mano!" e vai arrumar-se a um canto até se fartar ou até irmos ter com ela.
Coitadinho do mano, ainda nem nasceu e já leva por tabela!
2 de janeiro de 2013
Desenhos.
Já pinta muito bem (muito certinho dentro das linhas, embora sem qualquer propósito na escolha das cores), julga que escreve o nome dela e dos que a rodeiam (dou com ela a fazer um rabisco miudinho e a dizer devagarinho "paaa-tiii-taaa", "paaa-pá", "ooonn-çáaaa-loooo", "maaaaa-noo") e está a aprender a desenhar. Os desenhos que faz começam a ser um pouco mais que simples rabiscos e há poucas semanas, depois de desenhar um círculo, consegui que desenhasse uma cara com direito a olhinhos, nariz, boca, cabelo e orelhas, tudo no sítio certo! Às vezes os bonecos nascem de pernas para o ar, mas isso agora não interessa nada! :)
29 de dezembro de 2012
Ser mãe:
Querer congelar o tempo, muitas e muitas vezes e sentir que podia ficar uma noite inteira só a vê-la dormir.
28 de dezembro de 2012
Brinquedos que fazem sucesso por cá.
No
ano passado recebeu 11 bebés, duas camas, dois carrinhos de passeio,
uma cadeira da papa e outros acessórios e brinquedos do género, mas por
incrível que pareça, aos quase 3 anos ainda não tinha nenhum conjunto de
peças de construção. Aliás, tinha meia dúzia de peças de marcas
diferentes que vieram não sei de onde e que, para além de serem já
demasiado simples para a idade dela, não davam para construir nada de
especial. Já andava a querer comprar-lhos há algum tempo, mas tenho que
admitir que os acho demasiado caros para o número de peças que cada
caixa traz. Este ano o Continente estava com 50% de desconto e foi a
oportunidade perfeita. Escolhemos 3 caixas diferentes (duas do Pooh e
uma maior que tem um supermercado e uma bomba de gasolina com um carro e
uma mota como a do papá) e, apesar de não ser um brinquedo tipicamente
de menina (resistimos à tentação de trazer uma caixa que trazia uma
princesa), ela tem adorado. Ainda fiquei de olho nas caixas das letras e
dos números, mas fica para a próxima. No outro dia o Bruno dizia-me "Já
percebi porque é que querias dar-lhe Legos, era para tu brincares
também!" mas a verdade é que sempre que ela despeja a caixa no tapete,
alguém pára o que está a fazer e vai também fazer construções. Hoje
foram os tios que largaram a PS3 e a PSP (!!) e aterraram no tapete a
brincar :)
17 de dezembro de 2012
Tempo.
Deitada na cama da minha filha, com ela enroscadinha em mim, relembro que já passaram 2 anos e 9 meses. Tanto tempo, mas ela continua a ser a minha bebé. Braços e pernas pequeninas, mãos e pés ainda rechonchudos. Já diz tudo e conversa como gente crescida, mas grande parte das palavras ainda têm a deliciosa pronúncia de bebé. Os dias vêm uns atrás dos outros e não esperam por ninguém. Daqui por uns anos vou querê-la ao pé de mim, vou querer desenhar e pintar com ela e talvez ela me mande dar uma curva e se enfie no quarto no meio das suas coisas. Hoje ainda chama pela mamã, quando acorda de um sonho mau, ainda vem ao pé de mim e diz "anda pá xala bincar comigo". Enroscadinha na cama dela, a contemplar este corpo pequenino, só gostava de conseguir que o tempo parasse, de conseguir agarrar esta sensação nas minhas mãos e guardá-la num frasquinho bem fechado, para poder voltar a ela a qualquer momento, para o resto da minha vida.
9 de novembro de 2012
:(
Eis que, depois de já ter largado as fraldas definitivamente há meses, a minha filha faz cocó e xixi pelas pernas abaixo pelo 3º dia consecutivo. Isto é normal? O irmão ainda nem nasceu!
31 de outubro de 2012
Verbo "perder a cabeça".
Eu fui ao site da Vertbaudet com o intuito de aproveitar uma promoção e comprar umas camisolas pré-mamã para mim. A sério que fui. Diz que era o presente de aniversário do Bruno para mim. Mas depois uma pessoa tropeça em coisas destas e fica assim a modos que a babar em frente ao monitor!... Ter uma menina é uma tortura para quem não pode simplesmente clicar em "adicionar ao carrinho" indefinidamente. Contentei-me com duas camisolinhas para mim e estas 3 peças para ela. Amanhã lá vamos nós ter que aproveitar o feriado para passear a roupinha nova... que chatice. Ai, se eu tivesse muito dinheiro!! :)
29 de setembro de 2012
13 de agosto de 2012
Curtas.
Estes "terrible two" têm trazido algumas lágrimas (minhas e dela) mas também muitas gargalhadas. Está a entrar naquela fase gira em que começa a pôr o mundo por palavras dela e constrói frases compridas e com sentido. Dispensavam-se bem as birras sucessivas, mas ainda assim, tem sido muito bom! :) Dois episódios, dos muitos que vão acontecendo:
De madrugada, Matilde Colaço em pé encostada à nossa cama:
- Mamã?
- (...)
- Mamã?
- (...)
- Mano??
(só lhe faltava mesmo um "oláaaa?? está aí alguém?")
Eu e a Matilde, a vermos num dos seus livros preferidos (sobre a quinta), a imagem de uma porca a amamentar os porquinhos:
Eu: Vês, é a mamã porca a dar leitinho aos porquinhos.
Ela: Tem maminhas!
Eu: Tem.
Ela (a apontar): A mamã também tem maminhas!!
Eu: Pois tenho... é para dar leitinho ao...??
Ela: PORCO!!
De madrugada, Matilde Colaço em pé encostada à nossa cama:
- Mamã?
- (...)
- Mamã?
- (...)
- Mano??
(só lhe faltava mesmo um "oláaaa?? está aí alguém?")
Eu e a Matilde, a vermos num dos seus livros preferidos (sobre a quinta), a imagem de uma porca a amamentar os porquinhos:
Eu: Vês, é a mamã porca a dar leitinho aos porquinhos.
Ela: Tem maminhas!
Eu: Tem.
Ela (a apontar): A mamã também tem maminhas!!
Eu: Pois tenho... é para dar leitinho ao...??
Ela: PORCO!!
8 de junho de 2012
Keep calm.
Nem de propósito, a minha filha resolveu ontem fazer este lindo serviço. Trust me, o silêncio nunca, nunca, NUNCA é bom sinal. A não ser que estejam a dormir, sossego é sinónimo de asneiras. Eu é que insisto em achar que não.
1 de abril de 2012
31 de março de 2012
Bolo de morango ♥
Cá em casa, o morango é A fruta. Somos doidos por morangos. Por isso, e a combinar com os convites, este foi o bolinho (ahah, bolinho... bolão!) que fiz para o aniversário da Matilde. Precisamente nesse fim de semana, o PD tinha os morangos baratinhos, por isso calhou mesmo bem. O Bruno foi lá e trouxe logo duas grandes caixas de 2kg cada. Toda a gente gostou muito e como a minha sogra fez anos no dia 29 e hoje foi dia de festa, eu fiquei de fazer o bolo de aniversário.
Da primeira vez guiei-me pela receita original, que encontrei há uns tempos, e usei 2 embalagens de mistura para pão-de-ló, uma para cada camada (da primeira vez nunca me arrisco a inventar!). Mas como a mistura já traz açúcar e a gelatina também, achei que ficou demasiado doce. Por outro lado, a cobertura ficou uma bodega e tive que fazer outra (o da Matilde levou 2 coberturas diferentes, por isso é que ao fim de umas horas se começou a desfazer um bocadinho). Por isso, hoje fiz à minha maneira :) Deixo aqui a receita para as fãs de morangos que quiserem experimentar! :)
![]() |
| Aqui a cobertura parece branca, mas é rosa claro. |
Da primeira vez guiei-me pela receita original, que encontrei há uns tempos, e usei 2 embalagens de mistura para pão-de-ló, uma para cada camada (da primeira vez nunca me arrisco a inventar!). Mas como a mistura já traz açúcar e a gelatina também, achei que ficou demasiado doce. Por outro lado, a cobertura ficou uma bodega e tive que fazer outra (o da Matilde levou 2 coberturas diferentes, por isso é que ao fim de umas horas se começou a desfazer um bocadinho). Por isso, hoje fiz à minha maneira :) Deixo aqui a receita para as fãs de morangos que quiserem experimentar! :)
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